<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494</id><updated>2011-07-30T18:55:59.979-07:00</updated><title type='text'>alentejo tennis</title><subtitle type='html'>Alentejo Tennis é um blog de autor da responsabilidade exclusiva de João Lima, que, há quase duas décadas, vive no Alentejo. Todas as opiniões e destaques aqui publicados são completamente subjectivos. No entanto, a criação deste blog pretende também divulgar tudo o que de positivo se faz no ténis alentejano e, assim, ajudar ao desenvolvimento deste magnífico desporto na região. Comentários ou sugestões devem ser enviados para o seguinte endereço electrónico: jtpl@uevora.pt</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>64</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-5589861930426658213</id><published>2010-09-12T11:17:00.000-07:00</published><updated>2010-09-12T11:43:38.035-07:00</updated><title type='text'>Federer ou um exemplo a não seguir!</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TI0e_j70UiI/AAAAAAAAAjU/Xdn93oiAABg/s1600/djokovic.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5516099195925451298" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TI0e_j70UiI/AAAAAAAAAjU/Xdn93oiAABg/s400/djokovic.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TI0eCJhz9xI/AAAAAAAAAjM/nLdnGJajZPU/s1600/djokovic.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TI0coEsp3tI/AAAAAAAAAjE/c7-ppZkzUgo/s1600/djokovic.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos os que me conhecem minimamente sabem como sou um apreciador quase incondicional de Roger Federer. Se a perfeição existe, as suas pancadas estão lá bem perto. No entanto, nos últimos tempos, julgo que o suiço perdeu alguma da sua motivação e sobretudo deixou de lutar pelas vitórias como o fazia antes de ser &lt;em&gt;o melhor de&lt;/em&gt; &lt;em&gt;todos os tempos.&lt;/em&gt; Ontem, na meia final do &lt;em&gt;US Open&lt;/em&gt;, frente a um Djokovic que não realizou, longe disso, um encontro brilhante, Federer efectuou aquilo que, do meu ponto de vista, nenhum tenista deveria fazer. Com um &lt;em&gt;break&lt;/em&gt; de desvantagem nos 2º e 4º &lt;em&gt;sets&lt;/em&gt;, Roger parece ter abdicado de lutar por cada uma dessas partidas, deixando a decisão para a &lt;em&gt;negra&lt;/em&gt;. É certo que poderia ter ganho quando Novak serviu a 15-40 4-5 no quinto &lt;em&gt;set&lt;/em&gt;. Mas, pergunto-me: por que motivo &lt;em&gt;entregou&lt;/em&gt; Federer numa bandeja de prata duas partidas a um adversário que, caramba!, é só o nº ... 3 do &lt;em&gt;ranking&lt;/em&gt;! Tanta disciplicência e falta de combatividade também já irrita. E se há adversário do top mundial a quem não é impossível &lt;em&gt;breakar&lt;/em&gt; esse será com certeza o sérvio, especialmente após Todd Martin (na foto) ter &lt;em&gt;feito&lt;/em&gt; &lt;em&gt;quase tudo&lt;/em&gt; para lhe desmontar o serviço. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Também por esse motivo, para a final que se inicia daqui a pouco, aposto numa vitória fácil de Nadal face a Djokovic. Não estou a ver o espanhol a &lt;em&gt;oferecer &lt;/em&gt;o que quer que seja a qualquer adversário, sobretudo na final do último &lt;em&gt;major &lt;/em&gt;que lhe falta. Por muito que isso me custe!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-5589861930426658213?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/5589861930426658213/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/09/federer-ou-um-exemplo-nao-seguir.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/5589861930426658213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/5589861930426658213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/09/federer-ou-um-exemplo-nao-seguir.html' title='Federer ou um exemplo a não seguir!'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TI0e_j70UiI/AAAAAAAAAjU/Xdn93oiAABg/s72-c/djokovic.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-7659303557009852145</id><published>2010-09-12T10:15:00.000-07:00</published><updated>2010-09-12T14:46:01.813-07:00</updated><title type='text'>Ténis Juvenil de bom nível no Bairro do Granito</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TI1J9wSAJUI/AAAAAAAAAjk/g3mOdLTRq7w/s1600/torneio+barclays.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 130px; FLOAT: left; HEIGHT: 98px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5516146443879982402" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TI1J9wSAJUI/AAAAAAAAAjk/g3mOdLTRq7w/s400/torneio+barclays.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TI1JmC3D1OI/AAAAAAAAAjc/tT-3dRnOA9E/s1600/torneio+barclays.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TI0K81DZO0I/AAAAAAAAAi8/-Lj05z0ai5s/s1600/antonio+sabugueiro.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 275px; FLOAT: left; HEIGHT: 183px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5516077158748470082" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TI0K81DZO0I/AAAAAAAAAi8/-Lj05z0ai5s/s400/antonio+sabugueiro.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste mesmo fim de semana, realizou-se em Évora uma competição com provas nos escalões de U12 e U16. Como estive em Elvas no sábado (cf. &lt;em&gt;post&lt;/em&gt; anterior), não pude acompanhar os jogos desse dia que, segundo me disseram, decorreram num óptimo clima e proporcionaram alguns encontros muito interessantes. Assisti hoje às meias e às finais de singulares. Nos U12, boa vitória de Henrique Lopes (CTE) sobre jogadores que, embora com uma melhor base técnica, não revelaram nem o mesmo empenhamento, nem sobretudo a mesma concentração competitiva. O Henrique precisa de corrigir alguns dos seus golpes sob pena de não conseguir aproveitar todo o gosto e todo o potencial que, inegavelmente, tem. Mas julgo que, com toda a sua dedicação, será fácil percorrer com sucesso esse ainda longo caminho. Neste escalão jogou também o ainda muito jovem Luís Maria Bruno que também revelou uma grande margem de progressão. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Torneio de U16 foi, do meu ponto de vista, mais interessante. Nas meias, &lt;em&gt;os jogadores da casa &lt;/em&gt;Gonçalo Saúde e João Marques puderam defrontar tenistas que, apesar de mais novos, têm outra &lt;em&gt;bagagem &lt;/em&gt;técnica&lt;em&gt;. &lt;/em&gt;Os eborenses deram boa réplica, fizeram alguns pontos de belo efeito, mas, &lt;em&gt;na hora h&lt;/em&gt;, falou mais alto a superior capacidade de António Sabugueiro (na foto) e Miguel Semedo. Os dois tenistas da capital fizeram da final da prova talvez o melhor jogo que assisti no CTE nos últimos tempos. Boa técnica, óptima leitura do jogo e imensa garra. Ao jogo mais maduro de Sabugueiro (apesar de ser ainda U14 do primeiro ano!) respondeu Semedo com uma vivacidade e um sentido atacante que é raro encontrar nestas idades. Valeu a pena apanhar aquele calor para observar dois miúdos que, com certeza quase absoluta, iráo em breve &lt;em&gt;dar cartas &lt;/em&gt;no ténis nacional.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma palavra final para a boa organização da prova e para a dedicação dos directores do Clube de Ténis de Évora em proporcionar aos seus jovens atletas uma oportunidade de competir em provas de bom nível. É esse, penso, o caminho certo.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-7659303557009852145?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/7659303557009852145/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/09/tenis-juvenil-de-bom-nivel-no-bairro-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/7659303557009852145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/7659303557009852145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/09/tenis-juvenil-de-bom-nivel-no-bairro-do.html' title='Ténis Juvenil de bom nível no Bairro do Granito'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TI1J9wSAJUI/AAAAAAAAAjk/g3mOdLTRq7w/s72-c/torneio+barclays.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-2201612840850861866</id><published>2010-09-12T09:28:00.000-07:00</published><updated>2010-09-13T04:58:55.378-07:00</updated><title type='text'>Torneio de São Mateus ou a necessidade de repensar as competições de seniores no Alentejo</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TI0ICevhIcI/AAAAAAAAAi0/uHCByKkDRYw/s1600/luis+zagalo.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 201px; FLOAT: left; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5516073957303853506" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TI0ICevhIcI/AAAAAAAAAi0/uHCByKkDRYw/s400/luis+zagalo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desloquei-me ontem a Elvas, para disputar o já tradicional Torneio de São Mateus no escalão de seniores. Tempo óptimo (talvez calor em demasia, mas eu gosto de jogar assim!), ambiente como de costume muito simpático e alguns jogos bem curiosos. Vitória natural no Torneio de Fábio Rocha de Sesimbra que derrotou na final por números pesados o jogador da casa Filipe Sustelo que, apesar de algo em baixo de forma, continua a lembrar quem o vê a jogar o óptimo tenista que poderia ter sido.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Contudo, houve algo que me deixou bastante preocupado: o quadro de singulares (o único que se realizou) esteve muito pouco preenchido. Apenas doze inscritos, sendo que quatro deles pertenciam ao grupo de Veteranos. Ora, para mim, este desinteresse pelos torneios de seniores é um bocado intrigante: se repararmos, é o único escalão em que podem jogar tenistas desde os U14 até aos Veteranos. Numa região já de si com poucos atletas, e com uma densidade competitiva relativamente diminuta, os torneios de seniores servem para os juniores e também para os &lt;em&gt;menos jovens &lt;/em&gt;(como eu...) jogar sem a, por vezes excessiva, pressão dos &lt;em&gt;rankings&lt;/em&gt;. Sei que em Évora se jogou um torneio U16, de que falarei a seguir. No entanto, penso que tais sobreposições são desnecessárias. Este problema dos torneios de seniores (que também se verificou no S. João de Évora) ainda é mais bizarro quando existe na região um circuito de Ténis no escalão de seniores (uma excelente iniciativa da A.T. Portalegre e de que já aqui falei e que teve este ano a sua segunda edição, com enorme afluência de participantes). Sem querer meter &lt;em&gt;foice em seara alheia&lt;/em&gt;, proponho desde já o seguinte: por que não integrar nesse circuito, já em 2011, os tradicionais torneios federados jogados em Beja, Évora, Moura e Montemor? Responda quem quiser...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dito isto, devo referir que assisti a jogos engraçados, designadamente dois &lt;em&gt;clássicos da raia&lt;/em&gt;: a clara vitória de Luís Zagalo (na foto), um exemplo de desportivismo e de gosto pela modalidade, sobre Rui Pataca (ao que consta, este está a operar algumas modificações técnico-tácticas no seu peculiar &lt;em&gt;estilo&lt;/em&gt;...) e o interessante confronto que opôs Filipe Sustelo a um Miguel Cardoso que apareceu em boa forma ao longo desta temporada. Por mim, foi excelente voltar ao CETE, um clube onde, apesar da crise, se respira sempre um ambiente genuinamente de ténis e onde é possível encontrar bons amigos de longa data. Em termos desportivos, as coisas correram-me razoavelmente bem, mas ainda não foi desta que trouxe &lt;em&gt;o caneco&lt;/em&gt; para casa. Talvez pró ano... &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-2201612840850861866?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/2201612840850861866/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/09/torneio-de-sao-mateus-ou-necessidade-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/2201612840850861866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/2201612840850861866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/09/torneio-de-sao-mateus-ou-necessidade-de.html' title='Torneio de São Mateus ou a necessidade de repensar as competições de seniores no Alentejo'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TI0ICevhIcI/AAAAAAAAAi0/uHCByKkDRYw/s72-c/luis+zagalo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-6675965392433355353</id><published>2010-07-04T10:57:00.001-07:00</published><updated>2010-07-05T03:05:38.569-07:00</updated><title type='text'>Acabou Wimbledon ... até pró ano!</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TDDLpXMbINI/AAAAAAAAAhE/h-BZZQvDnE8/s1600/paes+%26+black.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 267px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5490111857225834706" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TDDLpXMbINI/AAAAAAAAAhE/h-BZZQvDnE8/s400/paes+%26+black.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com mais um fabuloso encontro de pares mistos em que o veterano de 37 anos Leander Paes (um dos meus jogadores preferidos e que, nas meias finais de singulares das Olímpiadas de Atalanta de 1996, espantou Agassi por fazer uns incríveis &lt;em&gt;approach-amorties&lt;/em&gt; na resposta ao serviço!!!) e Cara Black (que sentido táctico apuradíssimo!), na foto, se sagraram vencedores numa variante que deveria ser um módulo obrigatório nas nossas escolas de ténis, terminou há poucos minutos Wimbledon. Devo confessar que achei algo maçadoras as finais de singulares tal a superioridade com que Nadal (a caminho de se tornar, ele sim, no melhor jogador de todos os tempos? Se vencer em Flushing Meadows, &lt;em&gt;why not&lt;/em&gt;?) e Serena se desembaraçaram de Berdych (boa prova, mas falta ali qualquer coisa...) e de Zvonareva. Contudo, Wimbledon é sempre especial e quem gosta de ténis não consegue ficar indiferente àquele ambiente mágico. Claro que os detractores do All England Club nunca aceitarão as excentricidades dos organizadores (por exemplo, não respeitar o ranking ATP na definição dos cabeças de série!), mas, mesmo com um &lt;em&gt;court &lt;/em&gt;central mais pelado do que relvado, o espectáculo continua magnífico. Desilusões do ano? Federer e Clijsters, talvez. Murray não é propriamente uma desilusão, pois, com aquela &lt;em&gt;forehand&lt;/em&gt; imprópria para consumo, vai ser muito difícil ultrapassar o fantasma de Fred Perry, o último britânico a vencer em Wimbledon a prova de singulares masculinos (em 1936!!!) Momento mais extraordinário desta edição? Sem dúvida, a vitória de Isner por 70-68 no quinto &lt;em&gt;set &lt;/em&gt;sobre Mahut. E agora venha a temporada estival com o circuito americano. Cá para mim, Rafa não vai dar muitas chances à concorrência ... mas eu também achava que 2010 era o ano de Federer e, afinal, é o que se tem visto. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-6675965392433355353?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/6675965392433355353/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/07/acabou-wimbledon-viva-wimbledon.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/6675965392433355353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/6675965392433355353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/07/acabou-wimbledon-viva-wimbledon.html' title='Acabou Wimbledon ... até pró ano!'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TDDLpXMbINI/AAAAAAAAAhE/h-BZZQvDnE8/s72-c/paes+%26+black.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-5603038258186499199</id><published>2010-06-23T14:18:00.000-07:00</published><updated>2010-06-23T14:33:20.125-07:00</updated><title type='text'>E amanhã (pelo menos... porque a coisa pode demorar um poucochinho a resolver-se) há mais!!!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TCJ6XhjQh9I/AAAAAAAAAfk/jL3o5iH9kDo/s1600/mahut+no+chao.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 130px; FLOAT: left; HEIGHT: 93px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486081840652519378" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TCJ6XhjQh9I/AAAAAAAAAfk/jL3o5iH9kDo/s400/mahut+no+chao.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Após quase 10 (DEZ!!!) horas de jogo, eis o que (não) se pode ver no &lt;em&gt;scoreboard: &lt;/em&gt;N Mahut (FRA) vs [23] J Isner (USA) - To Finish Thursday 46 63 76(7) 67(3) 59-59&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não, não é gralha. Apesar do mecanismo do marcador parecer ter &lt;em&gt;desisitido&lt;/em&gt; aos 44-44, Mahut e Isner não concluiram ainda o jogo mais longo da história do ténis. Neste momento, os jogadores estão empatados a 59 (cinquenta e nove!!!) jogos na quinta e decisiva partida do encontro referente à 1ª ronada da edição deste ano do Torneio Wimbledon. Mesmo que houvesse comentários a fazer (mas a verdade é que estou sem palavras...), é mais prudente esperar pelo fim do duelo. Talvez amanhã (já não digo nada!) seja possível fazer um balanço desta épica batalha entre dois extraordinários servidores e sobretudo dois incríveis batalhadores!!!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Viva o Ténis! Viva Wimbledon!!!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-5603038258186499199?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/5603038258186499199/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/06/e-amanha-pelo-menos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/5603038258186499199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/5603038258186499199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/06/e-amanha-pelo-menos.html' title='E amanhã (pelo menos... porque a coisa pode demorar um poucochinho a resolver-se) há mais!!!'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TCJ6XhjQh9I/AAAAAAAAAfk/jL3o5iH9kDo/s72-c/mahut+no+chao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-3227876708222596441</id><published>2010-06-16T08:18:00.001-07:00</published><updated>2010-06-16T10:47:00.092-07:00</updated><title type='text'>Citroën Montemor Ladies Open: uma edição histórica!</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TBj0syDxNbI/AAAAAAAAAfU/PZ8U4cL8Abk/s1600/pipa+ladies+open.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 253px; FLOAT: left; HEIGHT: 380px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5483401596512581042" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TBj0syDxNbI/AAAAAAAAAfU/PZ8U4cL8Abk/s400/pipa+ladies+open.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TBj0lrS8mnI/AAAAAAAAAfM/HiDNImqh0Jg/s1600/beatriz+ladies+open.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 266px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5483401474438109810" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TBj0lrS8mnI/AAAAAAAAAfM/HiDNImqh0Jg/s400/beatriz+ladies+open.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TBj0e99NrMI/AAAAAAAAAfE/rblZ7rf2JdI/s1600/mafalda+ladies+open.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 253px; FLOAT: left; HEIGHT: 380px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5483401359188143298" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TBj0e99NrMI/AAAAAAAAAfE/rblZ7rf2JdI/s400/mafalda+ladies+open.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TBj0YFqXnKI/AAAAAAAAAe8/XCBOblOanuc/s1600/ladies+open+1.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 266px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5483401240997502114" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TBj0YFqXnKI/AAAAAAAAAe8/XCBOblOanuc/s400/ladies+open+1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TBj0Q9QQaXI/AAAAAAAAAe0/VkY79v0td88/s1600/ladies+open+2.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 266px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5483401118481410418" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TBj0Q9QQaXI/AAAAAAAAAe0/VkY79v0td88/s400/ladies+open+2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para falar verdade, todas as edições do Ladies Open de Montemor são &lt;em&gt;históricas&lt;/em&gt;, pois a cada mês de Junho sucede uma espécie de milagre no clube local. Com efeito, o CTMN consegue pôr de pé a cada ano que passa e com uma incrível regularidade sem falhas aquele que é provavelmente um dos torneios de 10 000 dólares mais simpáticos do circuito feminino da International Tennis Federation. No que toca a organização de eventos competitivos do ténis alentejano o Ladies Open é sem dúvida a &lt;em&gt;jóia da coroa&lt;/em&gt;. Desde há alguns anos, o torneio é ajudado na sua organização por um &lt;em&gt;sponsor&lt;/em&gt; que mais uma vez dá provas do seu grande apreço pela nossa modalidade.&lt;br /&gt;Como é costume, dirigi-me a Montemor para assistir àquilo que me foi possível observar. Mais uma vez constatei a excelência da organização da prova e, no sábado passado (segundo dia do &lt;em&gt;qualy&lt;/em&gt;), pude presenciar um acontecimento. Ou, como me dizia Cristina Reis, directora do torneio e a quem o ténis alentejano tanto deve : «É o concretizar de um sonho!». De facto, e pela primeira vez, uma tenista alentejana, a ainda muito jovem Ana Filipa Santos (este ano a representar o clube da sua terra, Santo André, após ter sido durante várias épocas atleta do CTMN), participou no torneio e, depois de derrotar em três disputados &lt;em&gt;sets &lt;/em&gt;a espanhola Amaia Ormazabal-Oregui, encontrou na 2ª ronda a portuguesa Claudia Cianci. Já não via a Pipa (na primeira das excelentes fotos de José Rasquinha que, com a devida vénia, retirei do blog do CTMN, a fazer um excelente &lt;em&gt;smash!)&lt;/em&gt; a jogar desde há largos meses e ela voltou a impressionar-me pelas suas invulgares aptidões naturais e técnicas. Não há no ténis feminino português muitas jogadoras com idêntico potencial. No entanto, julgo que, do ponto de vista táctico e especialmente da abordagem do jogo, há ainda muito trabalho a fazer. Só assim se explica o modo quase incompreensível como não venceu um jogo face a uma adversária que, apesar de lhe ser claramente inferior, nunca se &lt;em&gt;desligou&lt;/em&gt; do jogo, vencendo por isso justamente, graças à sua maior concentração e &lt;em&gt;garra.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Problema quase semelhante parece-me existir em Beatriz Santos. Tecnicamente apuradíssima, a jovem tenista portuguesa parece que se &lt;em&gt;esqueceu&lt;/em&gt; de que, numa prova (ainda para mais num ITF), vencer é o objectivo principal. Ora, a germânica Insa Wickmann não mostrou melhores pancadas do que a Beatriz (longe disso...) mas, nos pontos decisivos, fez &lt;em&gt;falar &lt;/em&gt;a sua maior experiência competitiva. E isto apesar do ténis da Beatriz (2ª foto) ser magnífico, acerca disso não tenho nenhumas dúvidas.&lt;br /&gt;Para terminar esta agradável tarde de sábado, uma referência para a tranquila inteligência e excelente &lt;em&gt;toque de bola &lt;/em&gt;(é de família...) de Mafalda Lhorca. Sem apresentar nenhum golpe especialmente vistoso, Mafalda (3ª foto) soube abordar um jogo frente a uma adversária, a mexicana Cristina Melgarejo, menos difícil do que parecia (tal a velocidade e o &lt;em&gt;peso &lt;/em&gt;das suas pancadas), actuando de um modo bastante pragmático. Venceu assim o encontro com uma descontracção digna de realce e fazendo uso de um óptimo domínio do &lt;em&gt;slice&lt;/em&gt; e do &lt;em&gt;amortie&lt;/em&gt;. E como no ténis o que conta é falhar menos do que o adversário...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Voltei a Montemor esta manhã e apenas pude também assistir a um interessante encontro entre a veterana sérvia Bojovana Borovnica (4ª foto) e a jovem francesa Alice Tisset (5ª foto). Venceu esta última, apresentando um ténis que me fez lembrar, pela sua inteligência e garra, a antiga campeã espanhola Arantxa Sanchez. Ou me engano muito ou ainda iremos ouvir falar de Alice... Quanto a Borovnica, nem o facto de se apresentar (foi o que me pareceu) adoentada a impediu de apresentar um tipo jogo clássico que, caso estivesse bem fisicamente, poderia ser bem mais eficaz. Justificou assim cabalmente o &lt;em&gt;wild card&lt;/em&gt; que a organização lhe concedeu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se puder, ainda voltarei a Montemor durante esta semana...&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-3227876708222596441?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/3227876708222596441/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/06/citroen-montemor-ladies-open-uma-edicao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/3227876708222596441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/3227876708222596441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/06/citroen-montemor-ladies-open-uma-edicao.html' title='Citroën Montemor Ladies Open: uma edição histórica!'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TBj0syDxNbI/AAAAAAAAAfU/PZ8U4cL8Abk/s72-c/pipa+ladies+open.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-878691600469452816</id><published>2010-06-11T00:49:00.000-07:00</published><updated>2010-06-14T11:41:45.395-07:00</updated><title type='text'>Sílvio Lima ou para acabar com o lado das vantagens (dos esquerdinos)...</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TBH2N4TjcUI/AAAAAAAAAec/iO3pASnjsZc/s1600/big+mac.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 228px; FLOAT: left; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5481432939799736642" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TBH2N4TjcUI/AAAAAAAAAec/iO3pASnjsZc/s400/big+mac.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TBH2GGXDyNI/AAAAAAAAAeU/ATbQ6ob76mg/s1600/big+mac+2.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 234px; FLOAT: left; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5481432806133582034" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TBH2GGXDyNI/AAAAAAAAAeU/ATbQ6ob76mg/s400/big+mac+2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TBHzPA7dT8I/AAAAAAAAAeM/U8eNTmSx5L8/s1600/silvio+lima"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 285px; FLOAT: left; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5481429660759576514" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TBHzPA7dT8I/AAAAAAAAAeM/U8eNTmSx5L8/s400/silvio+lima" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 1937 (!!!), o filósofo conimbricense Sílvio Lima (não, não é da minha família, esclareço desde já) escreveu o seguinte: «O jogo é uma actividade &lt;em&gt;livre&lt;/em&gt;. O jogador joga porque quer, quando quer, onde quer, como quer e até quanto quer. Começa e interrompe o jogo ao sabor pleno da sua vontade. Aceita ou repele as normas do jogo, claro, o jogo colectivo não se realiza sem o respeito da disciplina, sem a fidelidade ao 'fair-pay': mas aqui a obediência às leis do jogo é consentida, é voluntária, é uma &lt;em&gt;autolimitação dentro da própria liberdade&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O tenista sabe que para jogar tem que respeitar certas regras; se não quer respeitá-las, não joga (quem o obriga a tal?); se joga, deve respeitar as regras do jogo, por isso que &lt;em&gt;livremente&lt;/em&gt; o escolheu e o aceitou. Mais. Pode, mediante o acordo dos outros jogadores, 'revolucionar' as próprias regras. As regras do jogo não são dogmas traçados para a eternidade, portanto, supra-históricas e supra-espaciais, mas sim disposições convencionais, sujeitas às flutuações ou viragens da opinião pública. São &lt;em&gt;leis&lt;/em&gt;, por definição alteráveis, reformáveis, revogáveis» (SÍLVIO LIMA, “Arte e jogo, jogo e arte” [1937], &lt;em&gt;Obras Completas&lt;/em&gt;, Vol. II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 2002, p. 1003).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Estas palavras não ganharam uma única ruga com o passar das décadas. Pelo menos, para mim. De facto, há aqui duas teses essenciais. Em primeiro lugar, quem joga, quem compete, aceita as regras do jogo e da competição. Claro que, muitas vezes, o jogador desconhece as leis do seu desporto (ninguém é perfeito nestas e em todas as coisas), mas &lt;em&gt;tem a obrigação&lt;/em&gt; de as respeitar se livremente aceitou jogar. Em segundo lugar, as regras não são imutáveis. É óbvio que, durante a competição, elas são fixas. Mas há ocasiões em que os jogadores (quase sempre por intermédio das federações ou outras entidades que supervisionam os jogos) podem, livremente, decidir mudar as regras. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No ténis, tem havido algumas (poucas...) mudanças ao longo dos tempos. Para falar nalgumas modificações mais recentes, podia lembrar a introdução do &lt;em&gt;tie-break &lt;/em&gt;(anos 70 do século passado), no intervalo entre os &lt;em&gt;sets&lt;/em&gt; e na sua supressão no primeiro jogo de cada partida (há menos tempo...) e no mais recente aparecimento do &lt;em&gt;olho de falcão. &lt;/em&gt;O que é curioso é que estas três alterações decorrem de preocupações de ordem comercial (o ténis profissional é cada vez mais um espectáculo altamente produtivo...) do que de tentativas para &lt;em&gt;melhorar&lt;/em&gt; o jogo em si mesmo. Têm surgido também algumas propostas que colheram menos aceitação. Por exemplo, há alguns anos John McEnroe decidiu pôr em &lt;img class="gl_italic" border="0" alt="Itálico" src="http://www.blogger.com/img/blank.gif" /&gt;marcha um movimento que visava recuperar o estilo atacante do &lt;em&gt;serve-and-volley&lt;/em&gt;. Quem me conhece sabe de certeza que não haverá muita gente mais sensível a esta preocupação do que eu. Mas a verdade é que o ténis sempre conviveu com variados estilos de jogo e os que acham (como eu!) que o verdadeiro ténis se joga entre a linha de serviço e a rede terão sempre grande dificuldade em convencer os jogadores do fundo do &lt;em&gt;court &lt;/em&gt;da justeza dos seus argumentos. É preciso ganhar esta guerra através da técnica e da táctica (até eventualmente aperfeiçoando o material) e não mudando as regras.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Outra discussão que, por vezes, surge é a abolição do &lt;em&gt;let &lt;/em&gt;(ou &lt;em&gt;net&lt;/em&gt;?) após a pancada de serviço. Confesso que esse debate é para mim uma discussão tão inútil como algumas querelas metafísicas da Idade Média. Será que alguma vez houve um servidor que teve de repetir a pancada de saída mais do que (vá lá...) 4 vezes por causa do &lt;em&gt;let? &lt;/em&gt;Não acredito. Por isso, esta é uma discussão pouco produtiva e interessante. &lt;em&gt;Leave the let alone!!!&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vou tratar por isso de outro assunto. Sabem de quantos &lt;em&gt;break-points&lt;/em&gt; dispôs Soderling na final de Roland Garros disputada no passado domingo contra Nadal? Oito! E quantos &lt;em&gt;breaks &lt;/em&gt;fez o sueco dextro? Zero.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E em 2007, quantos &lt;em&gt;break-points&lt;/em&gt; salvou Rafa na final de Paris em que sofreu maior réplica de Federer? Dezasseis em dezassete possíveis!!! &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ora, quase todos os &lt;em&gt;break-points &lt;/em&gt;jogados pelo espanhol e por todos os esquerdinos - que sabem e souberam usar com proveito o serviço cruzado contra os &lt;em&gt;direitos - &lt;/em&gt;como Rod Laver, Tony Roche, Roscoe Tanner, Jimmy Connors, Guillermo Vilas, John McEnroe (nas fotos, sem se perceber completamente de que lado está a servir!!! Aceito palpites!), Andrès Gomez, Thomas Muster, Goran Ivanisevic, Nuno Marques, Marcelo Rios, Jurgen Melzer, por exemplo, são jogados no chamado &lt;em&gt;lado das vantagens&lt;/em&gt;. Os únicos &lt;em&gt;break-points &lt;/em&gt;defendidos do lado direito são aqueles que se jogam a 15-40. Todos os outros (0-40, 30-40, vantagem da resposta) começam do lado esquerdo, o que constitui uma enorme vantagem para os esquerdinos. Já estou a ver os &lt;em&gt;defensores de género &lt;/em&gt;a sair do armário (salvo seja...) e a bramir que os &lt;em&gt;canhotos&lt;/em&gt; são milenarmente prejudicados pela maioria dos seus concidadãos (quase sempre dextros), desde as carteiras nas salas de aulas até ao formato das tesouras,... blá, blá, blá. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A verdade é que, no ténis, os esquerdinos têm grandes vantagens, a começar pelo lado das ditas. Ora, de onde vem o &lt;em&gt;lado das vantagens?&lt;/em&gt; De uma regra que, como todas as outras é, dizia Sílvio Lima, &lt;em&gt;por definição alterável, reformável, revogável&lt;/em&gt;. Por que motivo, todos os pontos iniciais dos jogos (&lt;em&gt;tie-break&lt;/em&gt;, inclusivé) têm de começar pelo lado direito?!! Essa situação não poderia ser alterada de dois em dois jogos? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ou ainda: por que razão não é dada a possibilidade de, pelo menos em algumas vezes (como de resto sucede no algo bizarro &lt;em&gt;ponto de ouro&lt;/em&gt;, já utilizado nas provas de pares do&lt;em&gt; &lt;/em&gt;ATP Tour), o jogador escolher de que lado responde nos pontos mais importantes?!! Por exemplo, ao terceiro &lt;em&gt;break-point &lt;/em&gt;o jogador da resposta decidia de que lado se disputava esse ponto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Terá isto algum sentido ou estarei eu a ser vítima de uma crónica &lt;em&gt;esquerdinofobia&lt;/em&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-878691600469452816?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/878691600469452816/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/06/silvio-lima-ou-para-acabar-com-o-lado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/878691600469452816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/878691600469452816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/06/silvio-lima-ou-para-acabar-com-o-lado.html' title='Sílvio Lima ou para acabar com o lado das vantagens (dos esquerdinos)...'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TBH2N4TjcUI/AAAAAAAAAec/iO3pASnjsZc/s72-c/big+mac.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-8844106933973393146</id><published>2010-06-09T05:45:00.000-07:00</published><updated>2010-06-14T11:45:31.057-07:00</updated><title type='text'>Ainda sobre a esquerda a uma mão ou recordações de um mágico!!!</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TA-OauDpksI/AAAAAAAAAd8/jzN3rJN5h9s/s1600/arazi+1.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 291px; FLOAT: left; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480755861224264386" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TA-OauDpksI/AAAAAAAAAd8/jzN3rJN5h9s/s400/arazi+1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TA-OT5-j0RI/AAAAAAAAAd0/4Nk-iFR0_4A/s1600/arazi+2.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 276px; FLOAT: left; HEIGHT: 350px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480755744165056786" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TA-OT5-j0RI/AAAAAAAAAd0/4Nk-iFR0_4A/s400/arazi+2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TA-OM_3DIpI/AAAAAAAAAds/XZYvE_rbRK0/s1600/arazi+4.bmp"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; FLOAT: left; HEIGHT: 180px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480755625485083282" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TA-OM_3DIpI/AAAAAAAAAds/XZYvE_rbRK0/s400/arazi+4.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TA-ODzsRHDI/AAAAAAAAAdk/JayNXGruYZI/s1600/arazi+5.bmp"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 203px; FLOAT: left; HEIGHT: 152px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480755467599813682" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TA-ODzsRHDI/AAAAAAAAAdk/JayNXGruYZI/s400/arazi+5.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TA-N5iJzsUI/AAAAAAAAAdc/qY_nIrSjkMs/s1600/arazi+6.bmp"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480755291093184834" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TA-N5iJzsUI/AAAAAAAAAdc/qY_nIrSjkMs/s400/arazi+6.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TA-NtI0jhnI/AAAAAAAAAdU/xaMq3J_JgkA/s1600/arazi+3c.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TA-Nh3koGOI/AAAAAAAAAdM/X4FGAuL9kkA/s1600/arazi+3b.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TA-Nai-oeeI/AAAAAAAAAdE/6KQWtSbSr-Q/s1600/arazi+3c.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 343px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480754758738803170" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TA-Nai-oeeI/AAAAAAAAAdE/6KQWtSbSr-Q/s400/arazi+3c.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Sim, claro que não se deve impor a nenhum jovem tenista o ensino da esquerda a uma mão. Mas o inverso também é verdade. Além disso, será possível, segurando a raquete com as duas mãos, ter uma esquerda tão versátil como a do marroquino Hicham Arazi, um dos mais fabulosos jogadores que alguma vez vi jogar (cf. post sobre Safin)? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Arazi disfarçava até ao último milésimo segundo se desferia uma esquerda cheia de &lt;em&gt;lift&lt;/em&gt; ou se, através de uma quase imperceptível mudança de pega, fazia um &lt;em&gt;slice &lt;/em&gt;demolidor (ora profundo, ora com a bola a cair logo a seguir à rede, num dos seus extraordinários &lt;em&gt;amorties...).&lt;/em&gt; Bem, pelo menos na minha opinião, essa variedade não é possível se batermos a esquerda a duas mãos. Veja-se o caso do austríaco Melzer que dá um pequeno salto quando procura fazer um &lt;em&gt;drop-shot &lt;/em&gt;com a sua backhand a duas mãos de esquerdino. Para além de me parecer algo ridículo, creio que perde um tempo precioso, situação que poderá ser fatal, caso o adversário chegue a tempo ao &lt;em&gt;amortie&lt;/em&gt;, por exemplo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para os menos convencidos, deliciem-se com a classe do infelizmente já quase esquecido Arazi!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TA-NMXEPqHI/AAAAAAAAAc8/XwQDJOKtNLE/s1600/arazi+3a.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-8844106933973393146?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/8844106933973393146/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/06/ainda-sobre-esquerda-uma-mao-ou.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/8844106933973393146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/8844106933973393146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/06/ainda-sobre-esquerda-uma-mao-ou.html' title='Ainda sobre a esquerda a uma mão ou recordações de um mágico!!!'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TA-OauDpksI/AAAAAAAAAd8/jzN3rJN5h9s/s72-c/arazi+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-2749603816186214322</id><published>2010-06-08T11:45:00.001-07:00</published><updated>2010-06-08T14:31:50.014-07:00</updated><title type='text'>Notas sobre Roland Garros: apologia da esquerda a uma mão...</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TA6VCb2HFbI/AAAAAAAAAc0/QCWvWYGh-Kw/s1600/almagro.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 319px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480481665623463346" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TA6VCb2HFbI/AAAAAAAAAc0/QCWvWYGh-Kw/s400/almagro.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TA6U82yKI-I/AAAAAAAAAcs/vu12elrg9fE/s1600/gasquet.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 283px; FLOAT: left; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480481569775428578" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TA6U82yKI-I/AAAAAAAAAcs/vu12elrg9fE/s400/gasquet.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TA6U11PY6OI/AAAAAAAAAck/heySqEtISSo/s1600/almagro.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TA6Ur2sYkoI/AAAAAAAAAcc/aIuFgmPgQkU/s1600/schiavonne.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 331px; FLOAT: left; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480481277693432450" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TA6Ur2sYkoI/AAAAAAAAAcc/aIuFgmPgQkU/s400/schiavonne.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;                                                                                                                                                                Talvez pareça uma miserável provocação começar estas notas sobre a última edição de &lt;em&gt;Roland Garros&lt;/em&gt; com uma apologia da esquerda a uma mão. Já pressinto os &lt;em&gt;nadalianos&lt;/em&gt; a ranger os dentes e a dizer: «Agora, este tipo foi longe de mais!». Por isso, digo desde já: Rafa mereceu amplamente, com uma nitidez semelhante à de há dois anos, vencer o &lt;em&gt;French.&lt;/em&gt; Exibiu superioridade incontestável sobre todos os oponentes (embora não tenha defrontado Federer e, se isso tivesse sucedido num dia quente como a sexta ou o sábado passados, julgo que teria cedido pelo menos um &lt;em&gt;set&lt;/em&gt;...), sobretudo na meia-final e na final que se tornaram jogos &lt;em&gt;quase&lt;/em&gt; chatos. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Dito isto (e só Deus sabe como isto me custou a sair do teclado...), qual o jogador que, na minha opinião, mais perto esteve de molestar Nadal? Sem dúvida, Nicolas Almagro que, depois da boa exibição efectuada em Madrid, voltou a mostrar que, num dia menos feliz do maiorquino, pode incomodar aquele que, não tenho dúvidas nenhumas sobre isto, é o melhor jogador de &lt;em&gt;clay courts &lt;/em&gt;de todos os tempos. Mas a verdade é que &lt;em&gt;El gordo&lt;/em&gt; está melhor do que nunca e a sua &lt;em&gt;backhand&lt;/em&gt; é das mais &lt;em&gt;estéticas&lt;/em&gt; do circuito (por exemplo, acho que o Wawrinka roda excessivamente os ombros após o impacte da raqueta na bola). Considero um bocado irritante aquela mania do Almagro festejar cada ponto como se fosse um &lt;em&gt;match-point&lt;/em&gt;, mas tecnicamente é magnífico.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Se o &lt;em&gt;Astérix&lt;/em&gt; fosse vivo, diria certamente: &lt;em&gt;Ils sont fous ces ... Gaulois! &lt;/em&gt;Pelo menos os Gauleses que organizam o torneio mais importante da temporada em terra batida. Então, não foram obrigar o francês com a melhor esquerda a uma mão a ter de jogar apenas um dia após a difícil vitória sobre Verdasco no Open de ... Nice? Bela recompensa para um jogador que anseia voltar ao lugar cimeiro onde já esteve... Não admira, por isso, que Gasquet não tenha aguentado o ritmo, a pressão e a dureza de uma primeira ronda de &lt;em&gt;Roland Garros &lt;/em&gt;e deste modo tenha cedido numa fase tão precoce do &lt;em&gt;seu Grand Slam. &lt;/em&gt;Ou, se calhar, não são tão loucos assim, estes Gauleses, e terão preferido que Richard preparasse como deve ser a temporada em relva onde, a avaliar pelas exibições de hoje e sobretudo de ontem em &lt;em&gt;Queens&lt;/em&gt;, talvez tenha mais hipóteses de sucesso. De qualquer modo, Gasquet - apesar de todas as peripécias da sua carreira (lembro que aos doze anos ele já era capa na &lt;em&gt;Tennis Magazine&lt;/em&gt;), incluindo a suspensão (injusta?) por &lt;em&gt;doping&lt;/em&gt; - é detentor de uma fabulosa esquerda quer batida, quer em &lt;em&gt;slice&lt;/em&gt;. Ou me engano muito ou irá dar que falar em Wimbledon...&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Por fim, Schiavone rompeu com a quase insuportável monotonia do ténis feminino actual, muito por força da sua extraordinária ... esquerda a uma mão!!! Pode não ser a figura mais elegante nos &lt;em&gt;courts&lt;/em&gt; (e sobretudo &lt;em&gt;fora deles...&lt;/em&gt;), mas o seu jogo tem uma versatilidade talvez só comparável a uma das grandes decepções do torneio parisiense, a belga Justine Hénin (com a sua grande esquerda a ... uma mão!).&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Sim, falta falar de Federer e da sua extraordinária &lt;em&gt;backhand&lt;/em&gt; (que, mesmo assim, é o seu golpe menos forte!), mas para escrever alguma coisa sobre o suiço talvez seja preferível esperar mais três semanas. É o que espero, pelo menos!&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-2749603816186214322?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/2749603816186214322/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/06/notas-sobre-roland-garros-apologia-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/2749603816186214322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/2749603816186214322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/06/notas-sobre-roland-garros-apologia-da.html' title='Notas sobre Roland Garros: apologia da esquerda a uma mão...'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/TA6VCb2HFbI/AAAAAAAAAc0/QCWvWYGh-Kw/s72-c/almagro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-8566043653142600042</id><published>2010-05-23T15:03:00.000-07:00</published><updated>2010-05-23T15:48:49.654-07:00</updated><title type='text'>Muitos Novos Campeões Regionais... e Zé Ferreira, um magnífico Exemplo!!!</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S_mu3xluecI/AAAAAAAAAZs/WEyOZMLBWIE/s1600/tenis+evora+maio+23++2010+049.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5474599095273159106" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S_mu3xluecI/AAAAAAAAAZs/WEyOZMLBWIE/s400/tenis+evora+maio+23++2010+049.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S_mugAWPSfI/AAAAAAAAAZk/N9WPDTSNX3s/s1600/tenis+evora+maio+23++2010+057.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5474598686917872114" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S_mugAWPSfI/AAAAAAAAAZk/N9WPDTSNX3s/s400/tenis+evora+maio+23++2010+057.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S_mtkJRDp7I/AAAAAAAAAZc/Bc5NmAom0aU/s1600/tenis+evora+maio+23++2010+068.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5474597658519906226" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S_mtkJRDp7I/AAAAAAAAAZc/Bc5NmAom0aU/s400/tenis+evora+maio+23++2010+068.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S_mtW7H9SVI/AAAAAAAAAZU/VEYRD72T8ac/s1600/tenis+evora+maio+23++2010+065.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5474597431385344338" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S_mtW7H9SVI/AAAAAAAAAZU/VEYRD72T8ac/s400/tenis+evora+maio+23++2010+065.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S_mtJVA9cYI/AAAAAAAAAZM/bhJLu3J5rgM/s1600/tenis+evora+maio+23++2010+073.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5474597197817147778" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S_mtJVA9cYI/AAAAAAAAAZM/bhJLu3J5rgM/s400/tenis+evora+maio+23++2010+073.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S_ms87anKKI/AAAAAAAAAZE/pCLxPNp1Ic0/s1600/tenis+evora+maio+23++2010+074.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5474596984786987170" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S_ms87anKKI/AAAAAAAAAZE/pCLxPNp1Ic0/s400/tenis+evora+maio+23++2010+074.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Numa altura em que, se não me engano, faltam apenas disputar as provas de +40 e +55 (a realizar daqui a 15 dias no CTE), bem como as finais de singulares masculinos dos Campeonatos Regionais Absolutos e de U14, com as presenças respectivamente de Zé Ferreira e de Diogo Rocha e de Pedro Quintal e Pedro Santos, julgo que é importante salientar que, nesta época, houve muitos novos campeões regionais do Alentejo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Assim, em U12, se &lt;em&gt;Didi&lt;/em&gt; Mariano repetiu a vitória do ano passado entre as meninas, o jovem do CTE Henrique Lopes (1ª foto) sagrou-se vencedor entre os rapazes. Tive hoje oportunidade de observar o Henrique (num curioso confronto com David Pedreirinho, para o &lt;em&gt;interclubes &lt;/em&gt;U14, vencido pelo CTMN) e acho que ele apresenta claras melhorias no seu jogo que, no entanto, poderá ainda sofrer importantes aperfeiçoamentos técnicos (serviço, &lt;em&gt;volley&lt;/em&gt; e especialmente &lt;em&gt;forehand&lt;/em&gt;) pois julgo - é uma opinião pessoal... - que apenas assim a sua enorme garra e gosto pelo ténis serão devidamente &lt;em&gt;aproveitados&lt;/em&gt;. No escalão seguinte destaque para a montemorense Ana Rita (2ª foto) que venceu a prova do seu escalão. Pareceu-me ter excelentes qualidades naturais para a modalidade, embora necessite de melhorar a sua movimentação no &lt;em&gt;court.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não acompanhei as competições de U16 nem de U18 (daí a falta de fotos...), mas não deixo de dizer que, no primeiro caso, saíram vencedores Gonçalo Canita (CTE) e Maria Cruz (Elvas). Nos antigos &lt;em&gt;juniores&lt;/em&gt; venceram as provas regionais os &lt;em&gt;manos &lt;/em&gt;Saúde, Mariana e Gonçalo (CTE).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por fim, no Absoluto, a também eborense Carolina Palma conquistou pela primeira vez o troféu mais importante do ténis feminino alentejano, enquanto os veteranos Sebastião Fernandes (CTE) e Pedro Cruchinho (CTMN) arrebataram o ceptro absoluto de duplas. Não há dúvida que os tenistas do Bairro do Granito têm estado em destaque nesta época, obtendo uma série de resultados que há muito não se via.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Uma palavra final de destaque para o tetra campeão regional Zé Ferreira que, uma vez mais, evidenciou a sua extraordinária garra, tendo alçançado a final do Absoluto após passar quase 7 (sete!) horas em campo. Embora algo destreinado, o Zé é um exemplo para todos (especialmente para os mais novos!) com o seu gosto pelo ténis e com a sua seriedade competitiva. O Zé é a prova indiscutível de que se pode detestar perder (e ele &lt;em&gt;adora &lt;/em&gt;ganhar - só isso explica o magnífico esforço que, em nítida inferioridade física, hoje realizou!) e ao mesmo ter uma atitude de grande &lt;em&gt;fair-play. &lt;/em&gt;Em jeito de homenagem, aqui ficam algumas fotos dos momentos finais do seu emotivo jogo (embora nem sempre bem jogado, reconheço) contra o sempre difícil Francisco Rocha.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-8566043653142600042?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/8566043653142600042/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/05/muitos-novos-campeoes-regionais-e-ze.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/8566043653142600042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/8566043653142600042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/05/muitos-novos-campeoes-regionais-e-ze.html' title='Muitos Novos Campeões Regionais... e Zé Ferreira, um magnífico Exemplo!!!'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S_mu3xluecI/AAAAAAAAAZs/WEyOZMLBWIE/s72-c/tenis+evora+maio+23++2010+049.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-1215593029185648003</id><published>2010-05-23T07:28:00.000-07:00</published><updated>2010-05-23T07:53:50.501-07:00</updated><title type='text'>Ténis a "ferver" no CTE</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S_k_fEbln4I/AAAAAAAAAY8/ojSvmErdoSk/s1600/tenis+evora+maio+23++2010+008.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5474476625043496834" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S_k_fEbln4I/AAAAAAAAAY8/ojSvmErdoSk/s400/tenis+evora+maio+23++2010+008.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S_k_OHJjllI/AAAAAAAAAY0/tP5AND7oDWY/s1600/tenis+evora+maio+23++2010+001.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5474476333715396178" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S_k_OHJjllI/AAAAAAAAAY0/tP5AND7oDWY/s400/tenis+evora+maio+23++2010+001.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fim de semana de muito e bom ténis em Évora. Aproveitando a circunstância de se desenrolar no CTE mais uma etapa do &lt;em&gt;Smash Tour (&lt;/em&gt;nos escalões sub 8 e sub 9&lt;em&gt;) &lt;/em&gt;bem como a continuação dos Regionais de Sub 14 e Absolutos (adiados há duas semanas  atrás devido à chuva...) o clube do Granito viveu dois dias como há muito não sucedia. Muitos jogos, algum público e sobretudo grande animação. Claro que nem sempre foi fácil gerir a enorme quantidade de encontros disputados. Todavia, a boa organização das provas permitiu que as competições se realizassem sempre num bom ritmo e em especial num ambiente (quase) sempre de saudável desportivismo. Como infelizmente já vem sendo norma, e daquilo que pude ver, os maiores problemas disciplinares tiveram a sua origem mais de fora para dentro dos &lt;em&gt;courts&lt;/em&gt;, com alguns Pais (nem todos, claro!) mais interessados em sublimar as suas frustrações do que em criar as condições necessárias para que os seus filhos tenistas se divirtam a jogar. Enfim, ... quando assistimos ao que se passou na final do &lt;em&gt;Estoril Open&lt;/em&gt;, com o público a comportar-se da forma que foi, não vale a pena estar com muitos mais comentários...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Falemos das coisas boas e, esta manhã, pude assistir a vários jogos com muito interesse e de razoável nível. Em destaque um dos melhores jogos a nível regional dos últimos anos, com o campeão em título José Ferreira a vencer (após quase 4 horas de jogo!) o &lt;em&gt;seu &lt;/em&gt;treinador Cristiano Pinto por 67 64 e 76. Mas, embora num patamar tenístico inferior, também foi curioso assistir às boas vitórias do montemorense Hugo Carapinha frente a um Pedro Marques (CTE) a jogar, quanto a mim, o seu melhor ténis de sempre em competições oficiais. Nas fotos que ilustram este texto, encontramos estes dois tenistas durante o segundo &lt;em&gt;set &lt;/em&gt;deste disputado encontro (Hugo venceu 46 60 e 64). Destaque ainda para o triunfo do jovem Diogo Rocha (Aljustrel) sobre um Vitor Silva (CETElvas) bastante fatigado depois das duas cansativas (mas saborosas) vitórias do dia anterior.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em suma, um fim de semana com muito ténis e muito calor. Que venham mais assim...&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-1215593029185648003?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/1215593029185648003/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/05/tenis-ferver-no-cte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/1215593029185648003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/1215593029185648003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/05/tenis-ferver-no-cte.html' title='Ténis a &quot;ferver&quot; no CTE'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S_k_fEbln4I/AAAAAAAAAY8/ojSvmErdoSk/s72-c/tenis+evora+maio+23++2010+008.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-3736491075660109985</id><published>2010-05-21T03:46:00.000-07:00</published><updated>2010-05-21T04:27:50.937-07:00</updated><title type='text'>Brad Gilbert ou o segredo de ganhar jogando feio!!!</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S_ZqpN-ghlI/AAAAAAAAAYs/cfo6YRksJz8/s1600/book01.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 163px; FLOAT: left; HEIGHT: 235px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5473679653474436690" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S_ZqpN-ghlI/AAAAAAAAAYs/cfo6YRksJz8/s400/book01.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nunca vi Brad Gilbert jogar ao vivo, mas recordo-me bem de o ter visto por diversas vezes na televisão. Recentemente, procurei algumas imagens no &lt;em&gt;YouTube&lt;/em&gt; e confirmei a impressão que tinha: um jogador sem nenhuma grande pancada, com um estilo nada elegante e que, mesmo assim, conseguiu resultados extraordinários. Foi &lt;em&gt;só&lt;/em&gt; nº 4 do &lt;em&gt;ATP Ranking&lt;/em&gt;. Quando decidiu pôr termo à sua fantástica (então, se atendermos às pancadas que tinha, terei de dizer quase sobrenatural...) de jogador profissional, dedicou-se a treinar alguns tenistas, como Agassi, Roddick ou Murray. Chega?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Há algumas semanas encontrei (não foi cá, pois as livrarias portuguesas não têm destas preciosidades...) um famoso livro de Brad Gilbert com o título "Winning Ugly" (à letra seria"Ganhar Jogando Feio", digo eu). Fui ler o livro e e essa leitura superou todas as expectativas. É um autêntico manual de estratégia e de jogo mental em que, sintetizando imenso, posso dizer que Gilbert explica como procurava mostar aos adversários as suas próprias fraquezas técnicas e estilísticas para assim melhor os derrotar. A leitura é fácil (a &lt;em&gt;coisa&lt;/em&gt; tornou-se um dos maiores &lt;em&gt;best-sellers&lt;/em&gt; mundiais de sempre da bibliografia desportiva) e faz pensar-nos de forma diferente o modo como encarar a competição, independentemente do nível a que se jogue.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não vou transmitir aqui nenhuma dica que lá descobri (isso seria como estar a &lt;em&gt;treinar&lt;/em&gt; os meus adversários e alguns deles, com os conselhos de Gilbert, ainda ficariam mais duros e &lt;em&gt;chatos &lt;/em&gt;do que agora já são...), mas vou apenas citar duas pequenas opiniões acerca deste personagem absolutamente fascinante que é o &lt;em&gt;horrível &lt;/em&gt;Brad. A primeira do saudoso Arthur Ashe (antigo jogador e capitão da &lt;em&gt;Davis&lt;/em&gt; pelos USA) que disse: "Brad doesn’t have any strokes you’d want to write about!". E, no entanto, Ashe convocou-o para a Taça Davis...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A outra de &lt;em&gt;Big Mac&lt;/em&gt; que, é bom lembrar, decidiu abandonar o circuito após ser derrotado por Gilbert: «I've had a number of nemeses in my tennis life (including, all too often, myself). However nobody got to me the way Brad Gilbert did...He could play. He was a better athlete than people realized. He was a pusher — his second serve was a melon, his volleying was fairly shaky, but he got everything back». Este excerto retirei-o da biografia de John McEnroe (Serious,2002, p. 221), acerca da qual, em breve, farei também um &lt;em&gt;post.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sei que vou perder mais jogos se os meus adversários tiverem lido &lt;em&gt;Winning Ugly&lt;/em&gt;. Mas, ao menos, serei derrotado por tenistas que terão nessa altura uma perspectiva mais inteligente acerca do que é jogar competição. E, por isso, as minhas derrotas vão custar um (bocadinho...) menos!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para compar pela &lt;em&gt;net &lt;/em&gt;o livro (embora o livro esteja acessível em qualquer serviço de livrarias &lt;em&gt;on line&lt;/em&gt; e a preços bastante acessíveis...) e para saber mais sobre Gilbert, podem consultar o seu site oficial em &lt;a href="http://www.bradgilberttennis.com/"&gt;http://www.bradgilberttennis.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Boa Leitura!!!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-3736491075660109985?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/3736491075660109985/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/05/brad-gilber-ou-o-segredo-de-ganhar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/3736491075660109985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/3736491075660109985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/05/brad-gilber-ou-o-segredo-de-ganhar.html' title='Brad Gilbert ou o segredo de ganhar jogando feio!!!'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S_ZqpN-ghlI/AAAAAAAAAYs/cfo6YRksJz8/s72-c/book01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-2945626890018262554</id><published>2010-05-09T15:51:00.000-07:00</published><updated>2010-05-09T16:23:07.848-07:00</updated><title type='text'>Gil e Machado ou os portugueses sem mentalidade tuga!</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S-dDiJCYcZI/AAAAAAAAAX8/Jdxc1JWOkqk/s1600/gil+vs+machado.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 129px; FLOAT: left; HEIGHT: 106px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5469414526285279634" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S-dDiJCYcZI/AAAAAAAAAX8/Jdxc1JWOkqk/s400/gil+vs+machado.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um famoso escritor português afirmou uma vez que &lt;em&gt;somos um povo de pobres com mentalidade de ricos&lt;/em&gt;. Julgo que tinha razão. Temos frequentemente a ideia de que Portugal está no centro do mundo e, por isso, vivemos obcecados com a ideia de que os outros, os que vivem &lt;em&gt;lá fora&lt;/em&gt;, ou nos invejam ou estão permanentemente a tentar prejudicar-nos. Talvez as coisas não sejam bem assim, mas pelo menos parecem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um bom exemplo desta mentalidade a que poderíamos chamar para simplificar &lt;em&gt;tuga&lt;/em&gt; verifica-se no ténis. Vivemos obcecados com a ideia de que, por não termos um jogador de classe mundial, alguma coisa está a falhar. Ora, eu penso que as coisas não são bem assim. Se atendermos ao escassíssimo número de praticantes federados (a Federação fala de muitos outros tenistas não federados, mas sinceramente nunca percebi como é que essa contabilidade se faz...), nós temos um (pequeno) lote de jogadores de altíssima qualidade e que, na verdade, não são um verdadeiro reflexo do desenvolvimento do ténis português. De facto, é possível que ainda durante este ano venhamos a ter dois jogadores no Top 100, situação absolutamente inédita. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ora, se quisermos ser rigorosos, nem Frederico Gil, nem Rui Machado são dos tenistas mais talentosos que têm aparecido nos últimos vinte anos em Portugal. Mesmo entre os que estão ainda em actividade (por exemplo, entre os que jogaram na edição deste ano do&lt;em&gt; Estoril Open&lt;/em&gt;), penso que Leonardo Tavares, Michelle Larcher de Brito, Pedro Sousa e sobretudo Gastão Elias têm um potencial tenístico bastante superior. Sei que esta opinião é discutível, mas julgo que há vários e bons motivos para a sustentar. Onde reside então a diferença entre Rui e Frederico face ao &lt;em&gt;típico jogador luso&lt;/em&gt;? Para mim, no facto de não terem uma &lt;em&gt;mentalidade tuga&lt;/em&gt;. Ou seja, não estão convencidos que se encontram no centro do mundo. Estão no circuito como milhares de outros jogadores de todos os cantos do planeta e procuram destacar-se através do trabalho, da dedicação, do profissionalismo. Mérito indiscutível do seu treinador (Cunha e Silva)? Sem dúvida. Mas ambos revelam especialmente uma elevadíssima formação moral. Dois exemplos. Por um lado, o modo como ambos se entregaram no extraordinário encontro que disputaram na passada sexta-feira, fazendo-o sempre nos limites, mas evidenciando ao mesmo tempo um enorme respeito mútuo. Por outro, a forma como encararam as suas derrotas (Rui frente a Gil e este, na final, frente ao excelente Montanes): com evidente tristeza, mas sem desculpas. Com orgulho pelo trajecto alcançado, mas sempre determinados a evoluir no futuro que já aí vem. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Rui e Frederico podem não ter o ténis mais atractivo do circuito (e eu acho que realmente não têm...), mas merecem todos os elogios dos seus compatriotas. São portugueses, mas não são &lt;em&gt;tugas&lt;/em&gt;. Por isso, acho que foram as grandes figuras do mais memorável &lt;em&gt;Estoril Open&lt;/em&gt; de sempre.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-2945626890018262554?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/2945626890018262554/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/05/gil-e-machado-ou-os-portugueses-sem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/2945626890018262554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/2945626890018262554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/05/gil-e-machado-ou-os-portugueses-sem.html' title='Gil e Machado ou os portugueses sem mentalidade tuga!'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S-dDiJCYcZI/AAAAAAAAAX8/Jdxc1JWOkqk/s72-c/gil+vs+machado.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-4464600749339721701</id><published>2010-04-26T01:12:00.000-07:00</published><updated>2010-04-26T01:52:41.020-07:00</updated><title type='text'>Miguel Tacuara (?) ... Cardoso!!!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Motivos técnicos, profissionais, familiares e até climatéricos obrigaram-me a ficar longe do ténis nas últimas semanas. E, por isso, também da companhia dos leitores deste &lt;em&gt;blog&lt;/em&gt;. Regresso agora com uma notícia que é, sem dúvida, uma das grandes surpresas do ténis alentejano de 2010. Contra todas as (pelo menos, as minhas!) expectativas o elvense Miguel Cardoso (à direita da foto) sagrou-se ontem Campeão Regional de Veteranos da ATAA. É certo que o novo campeão beneficiou de algumas ausências e até de uma favorável colocação no quadro&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S9VLN7r83gI/AAAAAAAAAXs/MHd3YF-IozU/s1600/miguel+cardoso"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 240px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464356425616383490" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S9VLN7r83gI/AAAAAAAAAXs/MHd3YF-IozU/s400/miguel+cardoso" /&gt;&lt;/a&gt; de singulares; no entanto, e pelo menos do pouco a que consegui assistir, o Miguel apresentou-se neste campeonato em boa forma e especialmente com uma concentração e até uma paciência que, sinceramente, nunca tinha visto. No jogo decisivo, após perder um primeiro &lt;em&gt;set&lt;/em&gt; de forma equilibrada (6/7) frente ao antigo campeão, Francisco Rocha (CTE), &lt;em&gt;disparou &lt;/em&gt;na segunda partida que arrebatou por expressivos 6/1. Chegou-se então ao derradeiro &lt;em&gt;super tie-break&lt;/em&gt; da prova (e porque apenas me foi possível assistir a esta parte do campeonato é sobre ela que me vou pronunciar), onde Cardoso, já bastante fatigado (o calor regressou neste fim de semana sem pedir licença a ninguém...), controlou sempre o destino dos pontos, chegando facilmente à vantagem de 9-4. Nessa altura, o futuro campeão pareceu algo nervoso e Rocha &lt;em&gt;assumiu o papel de Sporting de Braga,&lt;/em&gt; vendendo cara a derrota. Contudo, Cardoso acabou por fechar o encontro com uma corajosa subida à rede aos 9-8. É natural que Rocha tenha acusado de certa forma o desgaste de dois demorados jogos disputados na véspera frente a Rui Pataca e a José Batanete, mas, repito, daquilo que vi, Miguel Cardoso mereceu sem dúvida o triunfo. Sem se mexer muito (e isto já é um eufemismo!) Miguel usou sobretudo um &lt;em&gt;slice &lt;/em&gt;tão mortífero como o pé esquerdo do seu homónimo Óscar Tacuara, assumindo desde já como o ponta de lança paraguaio o estatuto de uma das grandes figuras desta época. Por isso, os meus Parabéns a um Amigo que, com o seu genuino gosto pelo nosso desporto, muito tem contribuído igualmente para a renovação do ténis na cidade raiana!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Duas notas finais. Uma, para lamentar o reduzido número de participantes: só se jogou um quadro de singulares com tenistas de todos os escalões do grupo veterano. (Mau) sinal dos tempos? A outra, para referir que Gonçalo Marques e vosso &lt;em&gt;bloguista&lt;/em&gt; venceram o Campeonato de Pares, derrotando na final, mesmo sem jogar bem (outro eufemismo...), Batanete e Rocha por 6/2 e 6/1.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como disse, não pude acompanhar outras provas das últimas semanas, pelo que este &lt;em&gt;blog&lt;/em&gt; não fez a referência que era devida a outros campeonatos regionais, designadamente os de U12 e de U16, disputados há algumas semanas em Montemor. Ora, neste caso, para além de outros resultados mais ou menos habituais, merecem destaque dois jogadores do Clube Ténis de Évora, Henrique Lopes (campeão U12) e Gonçalo Canita (U16) que, desta vez, obtiveram uma justa recompensa para o seu talento e sobretudo para a sua indiscutível dedicação à modalidade. Um abraço de parabéns aos dois!!! Também ontem, em Elvas, jogou-se o Regional U18, com uma forte presença eborense nos encontros decisivos (estará alguma coisa a mudar para os lados do Bairro do Granito?), cujos resultados todavia ainda não consegui apurar. Fica a promessa de notícia mais detalhada desse evento para o próximo &lt;em&gt;post!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-4464600749339721701?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/4464600749339721701/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/04/miguel-tacuara-cardoso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/4464600749339721701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/4464600749339721701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/04/miguel-tacuara-cardoso.html' title='Miguel Tacuara (?) ... Cardoso!!!'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S9VLN7r83gI/AAAAAAAAAXs/MHd3YF-IozU/s72-c/miguel+cardoso' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-8507989050125457412</id><published>2010-03-30T10:39:00.000-07:00</published><updated>2010-03-30T10:46:03.169-07:00</updated><title type='text'>Edberg</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S7I40rYcYDI/AAAAAAAAAVk/867f1JrpNK0/s1600/edberg.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 104px; FLOAT: left; HEIGHT: 150px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5454484576348692530" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S7I40rYcYDI/AAAAAAAAAVk/867f1JrpNK0/s400/edberg.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Questionado acerca da possibilidade de os filhos se virem a tornar profissionais, Stefan Edberg, ex nº 1 mundial, afirma: «Ser profissional é bom, mas exige muito trabalho, muitas horas de dedicação. Nem toda a gente precisa de chegar ao mais alto nível para tirar prazer do desporto». [&lt;em&gt;A Bola&lt;/em&gt;, 26.III.2010, p. 41].&lt;br /&gt;É possível ser mais claro? Julgo que não.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-8507989050125457412?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/8507989050125457412/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/03/edberg.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/8507989050125457412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/8507989050125457412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/03/edberg.html' title='Edberg'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S7I40rYcYDI/AAAAAAAAAVk/867f1JrpNK0/s72-c/edberg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-2768855250311369544</id><published>2010-03-21T12:22:00.000-07:00</published><updated>2010-03-21T12:36:03.128-07:00</updated><title type='text'>O Tonecas, o Pai dele e o ... Ténis!</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S6ZyL1hfiwI/AAAAAAAAAU8/aQ9nU8l0ptU/s1600-h/tonecas.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 253px; FLOAT: left; HEIGHT: 357px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5451169946650249986" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S6ZyL1hfiwI/AAAAAAAAAU8/aQ9nU8l0ptU/s400/tonecas.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Costumo perguntar aos meus alunos da Universidade, nas disciplinas ligadas ao ensino e ao treino desportivo, se alguma vez imaginaram ser possível uma turma na escola a funcionar com a presença dos pais na sala. O ar de surpresa é quase sempre enorme. De facto, ninguém coloca a hipótese de, numa sala de aula, os pais dos estudantes se sentarem lá ao fundo para ver como se comportam os seus meninos na escola. Numa série televisiva bastante fraca, as lições do Tonecas, a dada altura aparecia o pai do aluno protagonista a tentar desculpar as tropelias deste, o que talvez fosse uma maneira (bastante tosca, de resto) de caricaturar aqueles pais para quem os filhos são os melhores do mundo e arredores.&lt;br /&gt;Ora, se na escola os pais ficam à porta, por que motivo nos treinos de ténis encontramos quase invariavelmente os pais a assistir e, por vezes até, a interferir?&lt;br /&gt;Dirão os treinadores, em jeito de desculpa, que os pais estão interessados na actividade dos filhos. Pergunto eu: e não estão interessados nas actividades escolares deles?&lt;br /&gt;Um treinador que permite que os pais imponham a sua presença nos treinos é como  aquele professor (e infelizmente há muitos!) que quase pede desculpa por ensinar a tabuada aos meninos. Se os pais estão a ver, o filho não treina. A função dos pais dos jovens tenistas é trazer os filhos aos treinos, de preferência a horas, e cuidar da sua alimentação e do seu descanso em casa. O resto, que é quase tudo, depende do treinador e, principalmente, do próprio jogador. Tudo o mais faz-me sempre lembrar as Lições do Tonecas&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-2768855250311369544?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/2768855250311369544/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/03/o-tonecas-o-pai-dele-e-o-tenis.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/2768855250311369544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/2768855250311369544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/03/o-tonecas-o-pai-dele-e-o-tenis.html' title='O Tonecas, o Pai dele e o ... Ténis!'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S6ZyL1hfiwI/AAAAAAAAAU8/aQ9nU8l0ptU/s72-c/tonecas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-389147599565275480</id><published>2010-03-02T10:18:00.001-08:00</published><updated>2010-03-10T15:17:27.334-08:00</updated><title type='text'>À volta dos Rankings nacionais... O caso dos "Vets"</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S5glPR62McI/AAAAAAAAAUk/8b2PYmWTC3Y/s1600-h/sebastiÃ£o+e+manuel+rijo"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5447144693743104450" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S5glPR62McI/AAAAAAAAAUk/8b2PYmWTC3Y/s400/sebasti%C3%A3o+e+manuel+rijo" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Todos os anos por esta altura saem as classificações oficiais da FPT. Claro que, a meio da temporada, hão-de aparecer os rankings intermédios do grupo juvenil, mas realmente é em Fevereiro que se torna possível aferir, em termos relativos, o grau de desenvolvimento do ténis alentejano à escala nacional. Sim, eu sei que os rankings não explicam tudo e, por acaso, até acho que os tenistas da nossa região acabam por sair relativamente beneficiados da pouca competitividade das provas da ATAA. Alguém tem dúvidas que é bem mais fácil ser campeão regional no Alentejo, em Viseu ou em Trás-os-Montes do que em Lisboa, Porto ou Algarve?! Também é verdade que nos grandes centros se torna mais simples evoluir e participar em competições, devido ao elevado número de tenistas e às menores distâncias. Dito isto, vou tentar analisar as classificações dos jogadores alentejanos em 2010, sendo que hoje apenas irei centrar a minha atenção nos &lt;em&gt;mais velhos&lt;/em&gt;, pois o grupo juvenil brevemente merecerá texto à parte. Comecemos pelo escalão &lt;em&gt;a priori &lt;/em&gt;mais relevante, os seniores, e o desalento é total. Apenas dois jogadores classificados, José Ferreira e Pedro Figueiredo (ambos do CTE) aparecem na lista e em posições bastante modestas (110º e 260º, respectivamente). Mais grave será ainda o facto de nem nem outro se encontrarem, ao que julgo saber, de momento a competir com regularidade. Pelo menos não participaram no recente Regional por Equipas que o clube do Bairro do Granito venceu, com todo o mérito, em Montemor. Em senhoras, as coisas ainda são mais penosas, pois nenhuma tenista alentejana disputou pelo menos três competições federadas neste escalão. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O Grupo de Veteranos é aquele em que, do meu ponto de vista, os jogadores filiados pela ATAA conseguem posições mais destacadas. Assim, nos + 55, encontramos 4 tenistas do clube eborense: Sebastião Fernandes (17º no seu escalão e 111º na nova classificação que agrega todos os tenistas veteranos), Manuel João Gaspar (30º/220º), Manuel Rosado (48º/345º) e Manuel Rijo (48º/365º). Por respeitinho aos &lt;em&gt;mais crescidos&lt;/em&gt;, repito a foto já anteriormente editada do campeão e do vice-campeão regional da categoria: Sebastião Fernandes e Manuel Rijo. Em +50, dois tenistas ainda do CTE Joaquim Simões (29º/209º) e Luís Sotto-Mayor(51º/374º). Em +45, o CTE volta a ser dominante, muito por ter sabido constituir uma forte equipa neste escalão, reunindo por isso um lote valioso de tenistas alentejanos. Assim, temos Francisco Rocha (6º/43º), José Batanete (8º/48º), António Palma (40º/223º), Fernando Carvalheiras (75º/409º) e José Martelo (79º/422º), sendo que os dois primeiro são, de facto, dos melhores tenistas nacionais neste escalão. Relembro que Francisco Rocha foi o único jogador que, no Campeonato Nacional de Veteranos, realizado em Setembro passado em Vale do Lobo, conseguiu vencer um &lt;em&gt;set &lt;/em&gt;àquele que viria a sagrar-se campeão de + 45, o excelente Paulo Travassos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por fim, em + 40 temos apenas, para além do vosso &lt;em&gt;blogueiro &lt;/em&gt;(13º/42º), Pedro Cruchinho (CTMN) que é 14º no escalão dos &lt;em&gt;quarenta e &lt;/em&gt;44º&lt;em&gt; &lt;/em&gt;no conjunto de todos os &lt;em&gt;vets.&lt;/em&gt; Lamentavelmente, não há nenhum alentejano &lt;em&gt;rankeado&lt;/em&gt; nos + 35. Em suma, são poucos os veteranos alentejanos, mas as classificações (com tudo o que elas têm de relativo) até nem são más de todo. Infelizmente, a actual (nem sempre foi assim...) pobreza do ténis feminino alentejano é uma &lt;em&gt;doença&lt;/em&gt; que se alastra às jogadoras veteranas e, na nossa região (ao contrário de outras zonas do país!), nenhuma senhora consta das respectivas classificações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se acrescentarmos a todos nomes referidos, jogadores como Rui Pataca, Miguel Abreu, José Sustelo, Miguel Cardoso, Gonçalo Lopes, José Minas (todos do CET Elvas que, como já aqui referi, se sagrou campeão por equipas de + 35), Gonçalo Marques,Carlos Amoreirinha, Rui Nunes, António Villa-Lobos, António Vedor, João Reis, Francisco Salgueiro (Montemor), Alberto Macedo, Luís Mata, Artur Marinho (Évora) e, ainda, António Medalhas e Rui Serrano (ATPortalegre), teríamos - caso todos eles quisessem disputar o escalão de + 35! - um grande Campeonato Regional de Veteranos que, jogado nestas condições, passaria a ser uma prova que faria justiça ao bom nível do ténis veterano do Alentejo. Aqui fica lançado o desafio, pedindo desde já desculpa a todos os &lt;em&gt;craques&lt;/em&gt; de que me esqueci. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Portanto, já sabem &lt;em&gt;rapaziada&lt;/em&gt;, temos que apontar na agenda o fim de semana de 24 e 25 de Abril, pois nessa data, em Évora, joga-se o Regional de + 35. Eu começo amanhã a treinar a sério!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-389147599565275480?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/389147599565275480/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/03/volta-dos-rankings-nacionais-o-caso-dos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/389147599565275480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/389147599565275480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/03/volta-dos-rankings-nacionais-o-caso-dos.html' title='À volta dos Rankings nacionais... O caso dos &quot;Vets&quot;'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S5glPR62McI/AAAAAAAAAUk/8b2PYmWTC3Y/s72-c/sebasti%C3%A3o+e+manuel+rijo' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-3440344775625804157</id><published>2010-02-26T14:21:00.000-08:00</published><updated>2010-02-26T15:17:12.914-08:00</updated><title type='text'>Notas da FED CUP (3). Caroline Wozniacki, campeã do futuro?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S4hKQEv2ILI/AAAAAAAAAUc/y76VAphUZ7Y/s1600-h/fed+cup+lisboa+5+fev+2010+070.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5442681789690028210" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S4hKQEv2ILI/AAAAAAAAAUc/y76VAphUZ7Y/s400/fed+cup+lisboa+5+fev+2010+070.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Concluo estas breves notas sobre a Fed Cup, dedicando a minha atenção à maior figura que esteve presente nesta competição que, repito, constituiu um verdadeiro acontecimento do ténis português. Entre outros motivos já referidos, porque também deu a oportunidade ao público que se deslocou ao Jamor de observar uma das melhores tenistas da actualidade e que, pelo menos para mim, foi a grande revelação da época transacta.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com efeito, a jovem (fará vinte anos em Julho) dinamarquesa Caroline Wozniacki, apesar de não ter vencido nenhum torneio do WTA Tour, atingiu 8 finais (MEMPHIS, PONTE VEDRA BEACH, CHARLESTON, MADRID, EASTBOURNE, BASTAD, NEW HAVEN,US OPEN!!!), proeza que lhe possibilitou o acesso ao Masters (onde desistiu por lesão nas 1/2 finais frente a Serena Williams) com o surpreendente ranking nº 4. Foi por isso algo estranho vê-la defrontar uma excelente Anastasija Sevastova (Letónia) num court com uma escassa moldura humana, dado que se tratou de um encontro disputado à hora do jantar de sexta-feira. Devo dizer o ténis de Sevastova me pareceu mais &lt;em&gt;estético&lt;/em&gt; (com uma enorme versatilidade táctica e grande toque de bola)&lt;em&gt; &lt;/em&gt;do que o de Caroline e, no início, quase que me encontrei a &lt;em&gt;torcer &lt;/em&gt;pela jogadora menos cotada. Contudo, depois de algum equilíbrio no início dos dois &lt;em&gt;sets&lt;/em&gt;, a dinamarquesa começou, quase sem se dar por isso, a elevar o ritmo das suas pancadas e a fazê-lo com uma consistência impressionante, &lt;em&gt;obrigando &lt;/em&gt;a sua adversária a perder pontos sucessivamente. Será este o destino do ténis feminino no futuro? É bem possível que sim: jogadoras com um ténis completo do fundo do campo (e Caroline está com uma &lt;em&gt;forehand &lt;/em&gt;muito mais eficaz, embora esta seja a sua pancada menos forte), com um óptimo serviço - aspecto a que devem dar atenção as nossas jovens jogadoras! - e com uma baixíssima percentagem de erros não forçados, especialmente nos pontos mais determinantes do encontro. E este é o ponto que distingue quem joga um ténis vistoso, como Sevastova (que, ainda assim, aposto que irá subir na classificação, visto que tem jogo para mais do que seu actual e melhor de sempre 73º lugar), e as campeãs, como Wosniacki que, mais cedo ou mais tarde, estou convicto que - caso não haja lesões ou outro tipo de crises em que o ténis feminino é fértil (veja-se o caso de Ivanovic) - vencerá um torneio do Grand Slam. É que estas últimas valorizam cada ponto como se fosse o último das suas vidas, ao passo que as primeiras cedem à tentação de improvisar nos grandes momentos. Às vezes, pode resultar. Mas só às vezes. Ora, este é um dos aspectos em que, do meu ponto de vista, mais falha a formação do ténis português. Damos demasiada importância a inúmeros detalhes técnicos, esquecendo que o ténis é um jogo em que vence quem comete menos erros. Estou com isto a preconizar um ténis exclusivamente defensivo? Pelo contrário. O ténis do futuro será, quanto a mim, um jogo de &lt;em&gt;ataque controlado&lt;/em&gt;, ou seja, pancadas batidas cada vez com mais força mas, ao mesmo tempo, com maior margem de segurança. Se as coisas vierem a acontecer deste modo, é bem possível que eu tenha observado e fotografado (apesar da deficiente qualidade do fotógrafo...) em Lisboa uma próxima número um mundial. A ver vamos!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S4hKAcHox5I/AAAAAAAAAUU/-STIirRXsSU/s1600-h/fed+cup+lisboa+5+fev+2010+067.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5442681521085925266" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S4hKAcHox5I/AAAAAAAAAUU/-STIirRXsSU/s400/fed+cup+lisboa+5+fev+2010+067.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S4hJx1i7mwI/AAAAAAAAAUM/WdmcimmBpc4/s1600-h/fed+cup+lisboa+5+fev+2010+047.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5442681270213253890" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S4hJx1i7mwI/AAAAAAAAAUM/WdmcimmBpc4/s400/fed+cup+lisboa+5+fev+2010+047.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-3440344775625804157?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/3440344775625804157/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/02/notas-da-fed-cup-3-caroline-wozniacki.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/3440344775625804157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/3440344775625804157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/02/notas-da-fed-cup-3-caroline-wozniacki.html' title='Notas da FED CUP (3). Caroline Wozniacki, campeã do futuro?'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S4hKQEv2ILI/AAAAAAAAAUc/y76VAphUZ7Y/s72-c/fed+cup+lisboa+5+fev+2010+070.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-6010022865655688565</id><published>2010-02-23T15:01:00.000-08:00</published><updated>2010-02-24T05:03:21.955-08:00</updated><title type='text'>Notas da FED CUP (2). Michelle Brito ou o tempo de mudar de rumo</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S4Re50Bbp_I/AAAAAAAAAUE/oycSTDwF5vE/s1600-h/fed+cup+lisboa+5+fev+2010+021.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5441578597080606706" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S4Re50Bbp_I/AAAAAAAAAUE/oycSTDwF5vE/s400/fed+cup+lisboa+5+fev+2010+021.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É bem possível que o Ténis feminino português nunca tenha estado num plano tão elevado como hoje. Também por isso se justificou a aposta da Federação na organização em tempo &lt;em&gt;record &lt;/em&gt;da Fed Cup em Lisboa. Aparentemente, os resultados da nossa selecção não foram tão positivos como seria de esperar. Acredito que sim. Jogar em casa nem sempre constitui uma vantagem e a verdade é que me pareceu, no único dia da prova a que pude assistir, que as nossas jogadoras acusaram de certo modo a pressão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi o caso, quanto a mim, de Michelle Brito que terá vivido o sentimento paradoxal de querer mostrar em Lisboa o nível que já exibiu noutros palcos e, ao mesmo tempo, superar a dura prova de ser, com 17 anos apenas, a principal figura da equipa de Portugal. Já foram feitas algumas críticas em relação ao estilo de jogo de Michelle e muitos referiram as notórias  dificuldades que a melhor tenista portuguesa de sempre (alguém tem dúvidas que é assim que ela &lt;em&gt;tem &lt;/em&gt;de ser considerada?!) tem vivido nos últimos meses. Subscrevo, no essencial, a inteligente análise feita por João Lagos no &lt;em&gt;Jornal do Ténis/Record&lt;/em&gt;. Por exemplo, é-me difícil perceber como uma jogadora que, desde dos nove anos de idade, está a ser preparada para jogar profissionalmente ténis tenha tantas limitações técnicas que, inevitavelmente, se repercutem num reduzido leque de opções tácticas. Exemplos? Repare-se que Michelle não consegue extrair qualquer vantagem dos seus jogos de serviço. Não me refiro apenas ao que já parece ser o &lt;em&gt;trauma das duplas faltas&lt;/em&gt; que, em meu modesto entender, é mais consequência do que causa. Falo sobretudo do facto de Michelle começar os pontos em que serve com uma espécie de &lt;em&gt;resposta à resposta&lt;/em&gt; da adversária. Que quero dizer eu com isto? É que a nossa talentosa jogadora parece abdicar de todas as vantagens que decorrem do facto de ser ela a decidir como se vai começar cada ponto em que serve. Michelle serve como se isso fosse um transtorno e não uma arma. Ora, a verdade é que isto é assim, na minha opinião, porque ela, mais do que ter um saque inconstante, é muito pouco versátil na direcção que escolhe, na velocidade que imprime e até nos efeitos com que executa o golpe de saída. Por isso, e talvez porque o seu serviço não tenha a qualidade exigível a jogadora do seu nível, Michelle aposta tudo nas pancadas de fundo que realmente são assombrosas (embora nem sempre com elas a nossa jogadora abra os ângulos como seria preciso) o que torna o seu jogo previsível e, portanto, mais fácil de contrariar. Em suma, mais do que a também evidente falta de hábitos competitivos, julgo que um dos limites desta tenista com extraordinário potencial tem a ver com própria abordagem técnico-táctica do jogo. Ora, isto faz com que o desacerto de Michelle em Lisboa não seja, do meu ponto de vista, fruto apenas de uma crise mais ou menos passageira de confiança. Estes problemas já me pareciam relativamente patentes nos jogos que (tele)vi da &lt;em&gt;nossa menina prodígio&lt;/em&gt; em Roland Garros (com Rezai) e em Wimbledon (com Schiavone). Agora, depois de finalmente a ver jogar ao vivo, penso muito sinceramente que é a altura de mudar de rumo, antes que seja tarde de mais...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E eu acho que seria quase criminoso para ela e para o ténis que as qualidades inegáveis que Michelle apresenta não fossem plenamente desenvolvidas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-6010022865655688565?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/6010022865655688565/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/02/notas-da-fed-cup-1-michelle-brito-ou-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/6010022865655688565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/6010022865655688565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/02/notas-da-fed-cup-1-michelle-brito-ou-o.html' title='Notas da FED CUP (2). Michelle Brito ou o tempo de mudar de rumo'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S4Re50Bbp_I/AAAAAAAAAUE/oycSTDwF5vE/s72-c/fed+cup+lisboa+5+fev+2010+021.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-310853417205811502</id><published>2010-02-07T09:40:00.000-08:00</published><updated>2010-05-21T05:28:03.254-07:00</updated><title type='text'>Notas da FED CUP (1). Patty Schnyder, uma jogadora diferente!</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S2775atdCdI/AAAAAAAAATU/P1SAQ0nt_58/s1600-h/fed+cup+lisboa+5+fev+2010+035.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5435558764123851218" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S2775atdCdI/AAAAAAAAATU/P1SAQ0nt_58/s400/fed+cup+lisboa+5+fev+2010+035.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Desloquei-me, na sexta feira (penúltimo dia do evento), ao novo CAR do Jamor para assistir à jornada desse dia da Grupo da Zona Euro-Africana da &lt;em&gt;Federation Cup&lt;/em&gt;, prova que corresponde à Taça Davis no sector feminino. Os motivos de interesse eram múltiplos e a deslocação valeu bem a pena. Boa organização, excelentes jogos e a magnífica oportunidade de estar bem perto de grandes figuras do ténis mundial. A pequenez das instalações se, por um lado, dificultou a vida a quem queria ver diferentes jogos, pois apenas dois dos quatro campos utilizados para competição tinham bancadas, por outro, permitiu que os espectadores estivessem muito próximos das jogadoras, situação que, por exemplo, no Estoril Open, não é (compreensivelmente) sempre possível.&lt;br /&gt;Como escrevi há algumas semanas atrás, um dos atractivos desta Fed Cup prendia-se com a presença daquela que eu considero uma das mais talentosas tenistas da última década e meia, a suiça Patty Schnyder. Actualmente, nº 44 da classificação WTA, a esquerdina chegou a ser a sétima jogadora mundial (em 2005), tendo vencido onze títulos do WTA Tour. Em 2004, atingiu as meias finais do Open da Austrália e ao longo da sua extensa carreira derrotou jogadoras como Martina Hingis, Lindsay Davenport, Serena Williams, Arantxa Sanchez Vicario, Steffi Graf, Jelena Janković, Ana Ivanović, Jennifer Capriati, Kim Clijsters, Justine Henin, Amelie Mauresmo e Maria Sharapova, sendo que todas elas atingiram o primeiro lugar do ranking mundial.&lt;br /&gt;Mas, para além disso (que já é muito...), Schnyder tem um tipo de jogo bastante invulgar, revelando um toque de bola e uma versatilidade (por vezes, talvez excessiva) que, do meu ponto de vista, fazem dela uma das jogadoras mais interessantes do ténis contemporâneo. Ainda hoje li, na Tennis Magazine que acaba de sair, Amélie Mauresmo a dizer que jogar com Patty sempre foi uma grande "dor de cabeça" para si (embora para a francesa nunca tenha sido difícil arranjar "complexos" por tudo e por nada...), apesar de ter um saldo positivo com a suiça, que alia um óptimo serviço e uma grande "forehand" de esquerdina a uma habilidade e imaginação de jogo invulgares.&lt;br /&gt;Patty tem uma biografia bastante atribulada (o que explica, porventura, alguns hiatos na sua carreira), mas a verdade é que o seu ténis talvez seja mais estético do que propriamente eficaz, mas para quem não gosta de ver (é o meu caso...)duas jogadoras que nunca saem do fundo do "court" e batem todas as bolas da mesma maneira, presenciar um jogo de Schnyder é quase uma "benção divina"...&lt;br /&gt;Pois bem, Patty passou por Lisboa pela segunda vez (já cá tinha estado numa anterior edição da "Fed Cup"...), tendo derrotado a "nossa" Michelle em dois sets rápidos (não vi o jogo, mas, por motivos que serão tema de um outro post, o resultado não me surpreende!). Infelizmente, no dia de sexta-feira, o jogo Suiça-Croácia foi relegado para o campo 2 (um dos que não tinha bancadas...), pelo que acabei por não assistir ao primeiro singular que Schnyder, tendo visto - ou melhor, entrevisto, pois entre a bancada e o court 2 desenrolava-se um aborrecido jogo entre as duplas representativas das selecções da Bulgária e da Eslovénia - apenas o começo do par que, lamentavelmente, foi interrompido por lesão de uma tenista croata. Nesse curtíssimo período, pude confirmar ao vivo a excelência do estilo de Patty (boa jogadora de pares...) e, quando o jogo terminou prematuramente, não hesitei em tirar-lhe uma foto (aquela que ilustra este post) como verdadeiro fan que sou!&lt;br /&gt;Voltarei em breve à Fed Cup para abordar neste blog outros tópicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-310853417205811502?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/310853417205811502/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/02/notas-da-fed-cup-1-patty-schnyder-uma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/310853417205811502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/310853417205811502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/02/notas-da-fed-cup-1-patty-schnyder-uma.html' title='Notas da FED CUP (1). Patty Schnyder, uma jogadora diferente!'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S2775atdCdI/AAAAAAAAATU/P1SAQ0nt_58/s72-c/fed+cup+lisboa+5+fev+2010+035.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-2475819731726409264</id><published>2010-02-01T11:32:00.000-08:00</published><updated>2010-02-03T05:30:45.727-08:00</updated><title type='text'>O que se passa com Gil? Provavelmente, NADA!</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S2c9cBXNQqI/AAAAAAAAATM/tsbZXeqVeRQ/s1600-h/gil+tennis.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5433379027057197730" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 118px; CURSOR: hand; HEIGHT: 97px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S2c9cBXNQqI/AAAAAAAAATM/tsbZXeqVeRQ/s400/gil+tennis.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S2c9WOBmzNI/AAAAAAAAATE/n43khBBWPZM/s1600-h/cunha-silva.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5433378927377042642" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 91px; CURSOR: hand; HEIGHT: 112px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S2c9WOBmzNI/AAAAAAAAATE/n43khBBWPZM/s400/cunha-silva.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sou um grande admirador de Frederico Gil que, num certo sentido, representa quase tudo o que se opõe às características mais censuráveis dos portugueses. Trabalhador, ambicioso, determinado, organizado e, acima de tudo, extremamente&lt;em&gt; &lt;/em&gt;profissional, o nosso melhor tenista de sempre parece tudo menos &lt;em&gt;tuga&lt;/em&gt;. É habitual dizer-se que Gil é uma espécie de &lt;em&gt;clone&lt;/em&gt; do seu mentor e antigo treinador, Cunha e Silva. Sem conhecer pessoalmente nenhum deles (e, portanto, correndo o risco de apresentar uma perspectiva demasiado pessoal e sem o necessário fundamento), julgo que há diferenças claras entre ambos. Do meu ponto de vista de mero espectador, penso que o João revelava um potencial técnico superior ao Frederico e, por isso mesmo, possuia uma melhor qualidade táctica, decorrente da maior versatilidade do seu ténis. Perguntar-se-á, com pertinência: se assim fosse, como explicar a notória diferença de resultados obtidos por um e outro? A razão é simples, quanto a mim. Faltou ao Cunha-&lt;em&gt;jogador&lt;/em&gt; o Cunha-&lt;em&gt;treinador&lt;/em&gt;, especialmente no princípio da sua carreira internacional como tenista, pois, nos últimos anos, essa lacuna foi, de algum modo, sendo menos notória. É que, se não me engano, nos últimos tempos de jogador, Cunha passou talvez a ser o seu principal treinador e, aspecto decisivo, o inteligente planificador do seu programa competitivo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Este último ponto revela-se extremamente significativo para compreender o extraordinário início de época de Frederico em 2009, quando apostou quase tudo nos primeiros torneios da temporada, cometendo até a aparente &lt;em&gt;loucura &lt;/em&gt;de ir jogar Joanesburgo (África do Sul, altitude elevada, &lt;em&gt;hardcourt&lt;/em&gt;) e depois Costa de Sauipe (Brasil, terra batida) em duas semanas consecutivas. Digamos que essa foi uma &lt;em&gt;janela de oportunidades&lt;/em&gt; de um jogador que, recorde-se, não jogou no início do ano passado as&lt;em&gt; Australian Series&lt;/em&gt; e que, ao alcançar em ambos torneios as 1/2 finais, deu magnífica continuidade aos óptimos resultados conseguidos no &lt;em&gt;Challenger Tour&lt;/em&gt;. Desde então, Frederico só esporadicamente voltou aos torneios de menor cotação. Não espanta, por isso, que tenham diminuído as suas vitórias, pois passou a defrontar com maior regularidade jogadores de nível mais elevado. Ora, o nosso jogador não é um dos mais talentosos tenistas do ATP Tour. Longe disso. Frederico assenta o seu jogo numa consistência impressionante, numa grande capacidade física e, mais recentemente, numa cada vez mais poderosa &lt;em&gt;forehand&lt;/em&gt;, sobretudo quando a consegue golpear bem dentro do campo. No entanto, e refiro-me ao nível dos jogadores que nesta altura habitualmente enfrenta, ele não me parece muito rápido e, sobretudo, não é um jogador com a habilidade suficiente para contrariar sistematicamente os &lt;em&gt;craques &lt;/em&gt;do Top 50, por exemplo, que, com alguma facilidade, o colocam em sérios problemas, quando variam um pouco mais o jogo. Claro que, há uns meses, nenhum jornal se referiu a estas debilidades e, no entanto, para um olhar mais atento elas eram já então notórias, o que, de resto, só tornou as suas surpreendentes vitórias numa proeza ainda mais valiosa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas e agora? Tem sido a época de 2010 um ano decepcionante para Gil?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Antes de mais, julgo que é demasiado cedo para se fazer um balanço seguro. A começar, duas derrotas &lt;em&gt;quase &lt;/em&gt;normais em piso rápido com Starace (a quem, ainda assim, Gil vencera na final do &lt;em&gt;challenger &lt;/em&gt;de Nápoles em Setembro passado) e um jogo, ao que parece, claramente falhado com Ferrer, embora, para ser sincero, eu ache que só num dia incrivelmente mau do espanhol (que tem um jogo com características semelhantes ao do português, embora com mais consistência e outras capacidades atléticas) o Frederico o possa incomodar. Mas há que não esquecer também uma boa vitória sobre Taylor Dent no &lt;em&gt;qualy &lt;/em&gt;de Sidney. Lá está: parece-me que em &lt;em&gt;hardcourts &lt;/em&gt;Gil consegue, por vezes, contrariar bastante bem os servidores &lt;em&gt;cannonballs. &lt;/em&gt;Para mim, uma das melhores vitórias de sempre que o português conseguiu foi precisamente em Março passado no Masters de Miami frente a Karlovic. Enfim, esperemos até pelo menos ao Estoril Open para avaliar se esta temporada estará, ou não, ao nível da precedente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dito isto, poder-se-á pensar que não acredito firmemente na progressão do nosso Frederico. Considero bastante difícil que chegue aos trinta melhores do mundo pelas razões que já aduzi, mas, se continuar a planear o seu programa competitivo da forma inteligente como o tem feito até agora, pode ainda vir a dar muitas alegrias ao ténis português. Quem sabe já na próxima semana no Brasil? Porém, se isso não suceder, não há motivos para os &lt;em&gt;media &lt;/em&gt;portugueses ficarem histéricos com o que irão chamar &lt;em&gt;mais uma derrota&lt;/em&gt; de Gil. E, aposto, vão mesmo dizer que se ele não tivesse abandonado o &lt;em&gt;Oeiras Team&lt;/em&gt;, tudo seria diferente. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por mim, acho que, pelo menos até agora, não se passa nada de especial com Frederico. Por mais crises que os jornalistas (alguns...) &lt;em&gt;inventem&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-2475819731726409264?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/2475819731726409264/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/02/o-que-se-passa-com-gil-provavelmente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/2475819731726409264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/2475819731726409264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/02/o-que-se-passa-com-gil-provavelmente.html' title='O que se passa com Gil? Provavelmente, NADA!'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S2c9cBXNQqI/AAAAAAAAATM/tsbZXeqVeRQ/s72-c/gil+tennis.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-8606339291548016769</id><published>2010-01-31T02:25:00.000-08:00</published><updated>2010-01-31T03:00:22.612-08:00</updated><title type='text'>CET Elvas revalida Campeonato Regional de Veteranos por Equipas 2010</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S2VeGnMhMtI/AAAAAAAAAS8/-_xC9ivlv6c/s1600-h/rui+pataca.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5432851993186087634" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S2VeGnMhMtI/AAAAAAAAAS8/-_xC9ivlv6c/s400/rui+pataca.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Os Veteranos de Elvas estão, uma vez mais ,de parabéns, pois, após terem arrebatado em casa o título regional 2009 por equipas no escalão de +35, deslocaram-se ontem a Montemor-o-Novo para, pelo segundo ano consecutivo, se sagrarem Campeões do Alentejo. Com uma equipa baseada sobretudo no excelente Miguel Abreu, um &lt;em&gt;rookie &lt;/em&gt;que, ao muito me engano, irá fazer bastantes estragos nesta sua primeira temporada como veterano e num Rui Pataca (na foto, à direita) talvez a atravessar a sua melhor &lt;em&gt;forma &lt;/em&gt;de sempre (eu que o diga...), os elvenses acabaram por justificar a vitória por 3-2 frente aos &lt;em&gt;montemorenses&lt;/em&gt;, num encontro muitíssimo disputado e que foi apenas decidido no último jogo de pares.&lt;/div&gt;O Clube Ténis de Montemor, ao vencer a Academia de Ténis de Portalegre (equipa &lt;em&gt;capitaneada &lt;/em&gt;por Rui Serrano e que, para além do seu habitual desportivismo, evidenciou francos progressos), classificou-se na 2ª posição e uma vez mais foi vítima de &lt;em&gt;boa escolha táctica&lt;/em&gt; dos elvenses que apresentaram também Miguel Cardoso (decisivo no derradeiro jogo de duplas!) e José Minas.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enfim, foi uma excelente tarde de ténis que, para além de momentos de intensa competitividade, contou com um almoço em ambiente de grande convívio e desportivismo. No final da jornada, foi possível recolher a &lt;em&gt;foto da praxe&lt;/em&gt; entre os resistentes do campeonato. Espero que, no próximo ano, outras equipas participem nesta prova e, já agora, que a &lt;em&gt;sorte &lt;/em&gt;sorria dessa vez à minha equipa. Por isso, toca a treinar como deve ser, rapaziada!&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S2Vaye5YCPI/AAAAAAAAAS0/Mcvk6eqQOdM/s1600-h/regional+veteranos+2010.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5432848348826044658" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S2Vaye5YCPI/AAAAAAAAAS0/Mcvk6eqQOdM/s400/regional+veteranos+2010.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-8606339291548016769?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/8606339291548016769/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/01/cet-elvas-revalida-campeonato-regional.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/8606339291548016769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/8606339291548016769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/01/cet-elvas-revalida-campeonato-regional.html' title='CET Elvas revalida Campeonato Regional de Veteranos por Equipas 2010'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S2VeGnMhMtI/AAAAAAAAAS8/-_xC9ivlv6c/s72-c/rui+pataca.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-1206818573505674023</id><published>2010-01-22T13:19:00.000-08:00</published><updated>2010-01-23T11:18:28.279-08:00</updated><title type='text'>João Lopes ou ... uma outra forma de ver ténis!</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S1oX5ikTn7I/AAAAAAAAASM/bpLSjacTZzE/s1600-h/joao+lopes+e+nadal.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5429678578047623090" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 291px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S1oX5ikTn7I/AAAAAAAAASM/bpLSjacTZzE/s400/joao+lopes+e+nadal.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;João Lopes? Quem é ele? Joga ou é treinador em que clube? Estará certamente a perguntar o leitor deste &lt;em&gt;blog.&lt;/em&gt; Outros provavelmente conhecerão o nome e até a cara deste &lt;em&gt;meu convidado&lt;/em&gt; de hoje, mas estranharão a sua presença neste contexto. Por exemplo, é possível que alguns ainda recordem, como eu, a gloriosa década de 80 em que na &lt;em&gt;Revista &lt;/em&gt;do semanário &lt;em&gt;Expresso&lt;/em&gt;, se encontravam as críticas de cinema de quatro pessoas que gostavam e sabiam pensar acerca dos filmes que eram exibidos então em Portugal. Eram eles, Augusto M. Seabra, Eduardo Prado Coelho (infelizmente já desaparecido), Vicente Jorge Silva (sim, esse mesmo, aquele que foi o primeiro director do jornal &lt;em&gt;Público&lt;/em&gt;) e ... João Lopes. Confesso que, inicialmente, João Lopes era dos quatro o que eu menos apreciava, pois para mim o que interessava então num crítico de cinema era que ele gostasse dos mesmos filmes que eu gostava de ver. Digamos que procurava com isso uma forma - reconheço agora que ingénua... - de legitimar o meu próprio gosto cinéfilo. Contudo, com o passar do tempo, comecei a perceber que a &lt;em&gt;estratégia crítica &lt;/em&gt;de Lopes era, pel menos, peculiar. O seu objectivo principal não era só publicar as suas avaliações acerca dos filmes sobre os quais escrevia, embora também o fizesse. Ou seja, não se tratava apenas de explicar por que motivo se dizia que o filme x era bom e o filme y não o era. O que estava em jogo era chamar a atenção para aspectos menos óbvios de cada filme e, de certa forma, pôr à vista do leitor aquilo que poderia passar como invisível ao espectador de cada filme analisado. Mudei por isso radicalmente de opinião em relação às suas críticas. E, assim, desde essa altura, não perco de vista nenhum dos seus textos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ainda hoje, João Lopes continua a fazer crítica de cinema mas, felizmente, alargou o âmbito da sua reflexão para tudo o que sejam imagens (fotografia e sobretudo televisão). Escreve e publica quase todos os dias no &lt;em&gt;Diário de Notícias&lt;/em&gt;. Tem de resto um livro muito curioso, chamado &lt;em&gt;Teleditadura. Diário de um espectador&lt;/em&gt;, em que relata, durante todos os dias de um ano completo, tudo o que foi vendo no cinema e na televisão. Esse livro, editado há mais de dez anos, chamou-me a atenção por vários motivos, mas aquele que para aqui interessa tem a ver com o desporto e até com o ténis. É que a João Lopes - posso afirmá-lo hoje sem reservas - devemos com certeza alguns dos textos mais inteligentes que se escreveram em Portugal sobre desporto nos últimos tempos. Os meus alunos de Desporto na Universidade sabem desta minha posição e, quando, nas aulas em que lemos um ou outro texto dele, discordam de algumas das suas teses, perguntam quase invariavelmente: «Mas, ó Professor, esse autor alguma vez jogou à bola ou coisa que o valha?». A minha resposta é sempre a mesma: «Não sei, nem me interessa!». O que digo é que aprendi muita coisa do pouco que sei acerca do desporto lendo os textos de João Lopes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Feitas as apresentações, vou centrar a minha análise no texto hoje publicado no &lt;em&gt;DN&lt;/em&gt;, numa rubrica que tem o magnífico título &lt;em&gt;flashpoint &lt;/em&gt;e que reproduzo em cima. Já leram tudo? Basta clicar na imagem que ela amplia e o texto fica legível. Pois bem, nesta quase fenomenologia da extraordinária fotografia, está muito coisa dita acerca da beleza da nossa modalidade. No entanto, este texto merece-me duas observações. Em primeiro lugar, julgo que há um equívoco, porventura decorrente de um menor conhecimento prático do ténis. Assim, quando o crítico escreve «podemos supor que a poderosa esquerda de Nadal irá ser aplicada...», certamente ignora ou pelo menos esquece-se que no léxico tenístico português &lt;em&gt;esquerda&lt;/em&gt; significa &lt;em&gt;backhand. &lt;/em&gt;[Abro aqui um parentesis para dizer que acho o termo inglês muito mais lógico do que o nosso, pois a esquerda de um esquerdino é batida ... à direita! Cá para mim, chamamos &lt;em&gt;direita &lt;/em&gt;ao &lt;em&gt;forehand&lt;/em&gt; por causa da expressão que os franceses usam. Eles falam do &lt;em&gt;coup droit&lt;/em&gt; (à letra, golpe a direito) e no &lt;em&gt;revers &lt;/em&gt;(ou seja, golpe batido com a parte invertida da raquete, lá está, &lt;em&gt;backhand&lt;/em&gt;). E nós, maus conhecedores da língua de Victor Hugo, lemos &lt;em&gt;droit&lt;/em&gt; e toca a traduzir por &lt;em&gt;direita&lt;/em&gt; e a outra pancada, para distinguir da primeira, ficou a ... &lt;em&gt;esquerda&lt;/em&gt;, provavelmente porque a maior parte dos jogadores batia e continua a bater a &lt;em&gt;forehand &lt;/em&gt;à direita do corpo e a &lt;em&gt;backhand &lt;/em&gt;à esquerda. O problema é com os esquerdinos, como é óbvio. Já para não falar nos ambidextos: qual é a esquerda de Santoro, por exemplo? Não sei se esta minha interpretação etimológica tem alguma fundamentação histórica, mas à primeira vista faz algum sentido , embora admita que possa estar completamente enganado. Fecho o parentesis].&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ora bem. Claro que a esquerda não é no ténis pancada feita com o braço esquerdo como sucede com os pugilistas, por exemplo. E, por isso, o que Nadal está a fazer é a preparar o seu serviço que, como esquerdino que é, realiza segurando a raquete com a mão esquerda. Enfim, é apenas um pequeno lapso terminológico que não invalida a inteligência deste texto, até porque o autor sabe bem, como se vê pela leitura do último parágrafo, que se trata de um serviço.&lt;/div&gt;A segunda observação tem a ver precisamente com a especificidade do golpe do serviço. É que uma das chaves do êxito de quem serve no ténis passa pela capacidade, ou não, de mascarar que tipo de serviço irá efectuar. Por exemplo, muitos jogadores lançam exageradamente a bola para o seu lado direito quando querem fazer um &lt;em&gt;slice serve&lt;/em&gt;. Isso é compreensível e, de facto, quando se ensina a servir com esse efeito é mais fácil e sobretudo mais eficaz dar essa dica. O problema é quando o jogador da resposta descobre que, sempre que o seu oponente lança a bola para o seu lado direito, vem lá um serviço em &lt;em&gt;slice&lt;/em&gt;. Nestes casos, o jogador que serve perde a vantagem do factor surpresa no único golpe em que não estamos directamente condicionados pela acção do adversário.Federer e sobretudo Sampras (quando ainda jogava e ele talvez tenha sido o melhor servidor de todos os tempos, mas reconhceço que esta opinião é, como qualquer outra, discutível) são exímios em esconder o tipo de serviço que vão efectuar, pois lançam sempre a bola da mesma maneira, o que dificulta imenso a tarefa do jogador da resposta.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ora, e voltando à foto de Nadal, julgo que grande parte da amiguidade da sua expressão facial (na excelente descrição de João Lopes: «misto de decisão e ansiedade que se reflecte nas linhas tensas da boca e do queixo»...) tem a ver também com o modo como o maiorquino pretende não dar pistas ao adversário acerca do tipo de serviço que vai escolher. E, de facto, o serviço de Nadal está cada vez mais versátil! E, convem dizê-lo, o texto de João Lopes ajuda-nos a perceber como isso se vê na fotografia da autoria de Mark Baker, o outro imprescindível protagonista deste &lt;em&gt;post&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-1206818573505674023?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/1206818573505674023/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/01/joao-lopes-ou-uma-outra-forma-de-ver.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/1206818573505674023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/1206818573505674023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/01/joao-lopes-ou-uma-outra-forma-de-ver.html' title='João Lopes ou ... uma outra forma de ver ténis!'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S1oX5ikTn7I/AAAAAAAAASM/bpLSjacTZzE/s72-c/joao+lopes+e+nadal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-5788312304443429675</id><published>2010-01-21T10:55:00.001-08:00</published><updated>2010-01-21T10:59:40.367-08:00</updated><title type='text'>Eleições na ATAA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S1ij277j2sI/AAAAAAAAASE/3HxuIoHPfYE/s1600-h/ataa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5429269514990901954" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 116px; CURSOR: hand; HEIGHT: 111px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S1ij277j2sI/AAAAAAAAASE/3HxuIoHPfYE/s400/ataa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Realiza-se hoje, pelas 20h30m, na sede da Associação de Ténis do Alto Alentejo, em Évora, uma Assembleia Geral desta Associação que comporta dois actos de significado importante. Por um lado, a eleição dos novos corpos sociais da ATAA; por outro, a apresentação e discussão do relatório de actividades e de contas relativas ao ano de 2009. No primeiro caso, a Assembleia de hoje representa o final de um ciclo de dois mandatos de uma direcção, encabeçada por António Palma, de que tive a honra e sobretudo o prazer (apesar de algumas - felizmente, poucas - incompreensões...) fazer parte. Como escrevia Roland Barthes, as honras podem não ser merecidas, mas o prazer justifica-se por si mesmo.&lt;br /&gt;Seria ridículo, por motivos óbvios, fazer aqui uma apreciação do trabalho de quatro anos desta equipa directiva. Por isso, deixo aqui apenas - juntamente com os sinceros votos dos melhores êxitos para os novos corpos sociais da ATAA - uma cópia do nosso último relatório de actividades. O leitor, se quiser, pode &lt;em&gt;responder&lt;/em&gt; a este &lt;em&gt;serviço&lt;/em&gt; que, asseguro, não leva nenhum &lt;em&gt;slice&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ASSOCIAÇÃO DE TÉNIS DO ALTO ALENTEJO&lt;br /&gt;RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2009&lt;br /&gt;1.INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;A Direcção da Associação de Ténis do Alto Alentejo (ATAA), empossada no início do ano de 2008, enquadrou a sua acção, durante o ano a que se refere o presente Relatório, no âmbito das principais linhas orientadoras para o desenvolvimento do ténis na região do Alentejo, a saber, Fomento, Fidelização, Área Desportiva, Formação. Este quadro já tinha vindo a ser o ideário pelo qual se pautou a actuação da Direcção precedente que entrou em funções em 2006. Por isso, ao redigir este Relatório, optou-se mais uma vez por abordar separadamente cada uma destas áreas de intervenção.&lt;br /&gt;2.FOMENTO&lt;br /&gt;Como temos vindo constantemente a defender, os Clubes são o principal motor do desenvolvimento do Ténis. Ora, verificamos que o número de Clubes na região tutelada pela ATAA é ainda bastante escasso. Por outro lado, alguns deles encontram-se presentemente a desenvolver pouca ou quase nenhuma actividade. Há ainda outros clubes cujo trabalho desenvolvido deixa bastante a desejar, designadamente na qualificação dos recursos humanos e no manifestamente reduzido número de licenças fedderativas.&lt;br /&gt;Neste quadro, procurou a ATAA intervir em duas frentes: por um lado, apoiar a criação e o desenvolvimento sustentado de clubes ou secções de Ténis em clubes de localidades onde houvesse equipamentos desportivos e/ou recurso humanos para tal. Por outro lado, apoiar, dentro das suas competências, os clubes já existentes e que, durante este ano, apresentaram manifestas dificuldades em levar a cabo as suas actividades habituais. Reafirmamos que, apesar de todos os constrangimentos financeiros da ATAA e da própria região em geral, esta é uma área prioritária para o desenvolvimento do ténis no Alentejo e na qual, apesar do que já se conseguiu, muito há ainda para fazer. Aos clubes cabe, por isso, uma importante e decisiva palavra para melhorar o fomento da modalidade na nossa região.&lt;br /&gt;Uma outra ideia que, desde sempre, nos pareceu essencial é que os programas de Mini-Ténis constituem uma maneira privilegiada (mas não a única) de promover o fomento da modalidade. O objectivo destes programas não se esgota, muito longe disso, em formar&lt;br /&gt;jogadores do chamado Ténis de alto rendimento. O seu alcance é bem mais vasto, pois trata-se de uma maneira de formar jogadores com uma base técnica sólida e que, por esse motivo, poderão vir a jogar Ténis durante toda a vida. Neste âmbito, a ATAA tem conseguido todos os anos junto da Federação Portuguesa de Ténis (FPT) o apoio, através de uma verba simbólica, com vista à realização de duas jornadas de promoção do Mini-Ténis. Mais uma vez alertamos para a fraca adesão por parte de quase todos os Clubes para a concretização desta iniciativa, cuja importância nos parece indiscutível.&lt;br /&gt;3. FIDELIZAÇÃO&lt;br /&gt;Durante o ano a que se refere o presente relatório, a ATAA conheceu um aumento no número de licenças federativas, embora muitos jogadores – ainda que em menor número –tenham deixado de ser licenciados na nossa Associação. O saldo entre saídas e entradas é, apesar tudo, positivo. Tal facto é naturalmente motivo de satisfação (até porque contraria uma tendência geral de sentido inverso em quase todas as outras associações do país), mas importa também referir que, se repararmos num outro elemento de informação (os rankings da FPT, onde é necessária apenas a participação dos jogadores em três provas oficiais do seu escalão), o panorama está longe de ser animador. Há poucos jogadores da ATAA que participam com uma regularidade mínima em competições oficiais e, sobretudo, são poucos os clubes que apresentam um número minimamente satisfatório neste capítulo. Relembramos novamente da necessidade dos clubes promoverem a fidelização de todos os agentes desportivos de modo a unir as pessoas neste projecto para garantir o futuro da nossa modalidade. Não inscrever pessoas, é preciso que elas joguem realmente ténis.&lt;br /&gt;4. ÁREA DESPORTIVA&lt;br /&gt;Como é sua competência estatutária, a ATAA organizou os seguintes campeonatos regionais individuais: Sub 12, Sub 14, Sub 16, Sub 18, Absolutos, +35, + 40, +45, +50 e +55, bem como os regionais por equipas nos mesmos escalões, excepto naqueles em que, devido à escassez de inscrições, a única equipa participante transitou para as fases inter-regionais ou nacionais. De referir ainda que a ATAA promoveu um jantar de distribuição de prémios relativos ao ano de 2009, que contou com mais de cem participantes.Nesse evento, a ATAA decidiu homenagear com o Prémio Carreira o Dr. João Sousa Costa, dirigente, treinador e jogador do Clube de Ténis de Aljustrel. Tanto quanto sabemos, foi esta a primeira vez que tal galardão foi atribuído.&lt;br /&gt;5. FORMAÇÃO&lt;br /&gt;No sentido de colmatar lacunas detectadas a nível de recursos de treinadores a ATAA organizou, em estreita colaboração com o Departamento de Formação da FPT ano a que se refere o presente relatório, em Montemor-o-Novo de um curso de Treinadores de Nivel 2, a realizar durante os meses de Junho e de Julho. Tratou-se de um Curso inédito na ATAA e que contou com cerca de uma dezena de participantes, quase todos a exercer funções em clubes da&lt;br /&gt;ATAA, pelo que doravante o grau de qualificação de muitos treinadores alentejanos é claramente superior. Julgamos que, apesar dos esforços que a ATAA tem desenvolvido nos últimos anos, o sector da formação é ainda uma área que carece de importantes e urgentes melhorias. Por outro lado, reafirma-se mais uma vez a necessidade (que de resto é imposta pela FPT) de todos os clubes terem os seus quadros técnicos devidamente creditados e em situação regularizada, situação que continua a estar longe de ser satisfatória.&lt;br /&gt;6. CONCLUSÃO&lt;br /&gt;Estas foram, em síntese, as actividades mais relevantes da ATAA ao longo do ano de 2009. Enquanto Direcção da ATAA, sabemos que não fizemos tudo, mas talvez não tenhamos ficado muito longe de fazer tudo aquilo que as condições neste momento nos permitem. Como nota final, julgamos que vale a pena referir que pautámos a nossa acção pela transparência de processos e pela rapidez e clareza das informações prestadas, utilizando quase sempre o correio electrónico. De referir ainda a escassa participação dos clubes nas acções da ATAA, a saber: assembleias, competições federadas regionais (individuais e por equipas) bem como a solicitações pontuais (por ex. Ranking ATAA ou jantar anual).&lt;br /&gt;Como nota final, aproveitamos para agradecer a todos aqueles que colaboraram com a Direcção da ATAA ao longo destes últimos quatro anos. Grande parte do que foi feito só se tornou possível com a participação de todos os agentes do Ténis alentejano. Ao mesmo tempo, desejamos à nova Direcção da ATAA os maiores êxitos na concretização dos objectivos que irá delinear com vista ao desenvolvimento do Ténis na nossa Região.&lt;br /&gt;Évora, 15 de Janeiro de 2010&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-5788312304443429675?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/5788312304443429675/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/01/eleicoes-na-ataa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/5788312304443429675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/5788312304443429675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/01/eleicoes-na-ataa.html' title='Eleições na ATAA'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S1ij277j2sI/AAAAAAAAASE/3HxuIoHPfYE/s72-c/ataa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-2308363428694900708</id><published>2010-01-15T04:57:00.000-08:00</published><updated>2010-01-15T08:58:47.255-08:00</updated><title type='text'>Federer, Hannah Arendt ... e os inícios de temporada!</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S1BqizJcQ4I/AAAAAAAAARE/TH6u6M5DLtQ/s1600-h/federer+15+jan.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5426954697059353474" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 93px; CURSOR: hand; HEIGHT: 136px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S1BqizJcQ4I/AAAAAAAAARE/TH6u6M5DLtQ/s400/federer+15+jan.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S1Bp2c6aotI/AAAAAAAAAQ8/QqFXGGIKC4c/s1600-h/arendt.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5426953935176508114" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 109px; CURSOR: hand; HEIGHT: 130px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S1Bp2c6aotI/AAAAAAAAAQ8/QqFXGGIKC4c/s400/arendt.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Numa extraordinária entrevista publicada hoje no prestigiado diário francês &lt;em&gt;l'Équipe&lt;/em&gt;, Roger Federer mais uma vez dá mostras de que um tenista é tanto melhor quanto mais inteligente conseguir ser. A conversa, realizada no Dubai, com o jornalista Fréderic Bernès merece ser lida por variadíssimos motivos e não apenas pelos &lt;em&gt;fans&lt;/em&gt; do tenista suíço, embora estes últimos se possam deleitar com alguns aspectos da vida privada da família Federer. Um pormenor apenas para aguçar a curiosidade. Como lida Roger, que diz precisar de dormir pelo menos onze/doze horas por dia para se encontrar em forma conveniente, com as &lt;em&gt;más noites &lt;/em&gt;causadas pelas suas gémeas?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas claro que a entrevista tem temas mais relevantes. Por exemplo, Federer não hesita em analisar o jogo dos seus adversários ou em assumir que, em certos torneios, está mais interessado em trabalhar aspectos técnicos e tácticos do seu jogo do que propriamente em vencer jogos. Por outro lado, Roger diz que se sente mais motivado do que nunca e explica as razões para tal. E sobre Nadal e o facto de não querer defrontá-lo na próxima eliminatória da &lt;em&gt;Davis&lt;/em&gt;? O suíço não esconde o jogo e revela, uma vez mais, o seu inegável &lt;em&gt;fair-play&lt;/em&gt;, até quando foca as últimas trapalhadas sentimentais de um dos seus maiores amigos, o golfista Tiger Woods.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Contudo, o aspecto que queria salientar diz respeito às confissões que Federer faz acerca do modo como recupera a motivação nos momentos de maior desânimo. Eis as suas palavras, numa tradução mais ou menos livre da minha responsabilidade: «Para mim, não é preciso encontrar uma motivação exterior. O que faço muitas vezes é voltar às minhas raízes: Por que motivo escolhi, quando era criança, jogar ténis? Por que motivo trabalhei tanto ao longo destes últimos anos? O que é que me dá mais prazer quando jogo? E encontro de imediato as respostas para estas questões. É simples: não penso que exista alguém que goste tanto de ténis como eu». Podemos fazer uma leitura deste &lt;em&gt;back to basics&lt;/em&gt; proposto por Federer a partir de um conceito filósofico de Hannah Arendt, para quem o que nos define como humanos é precisamente a possibilidade de renascermos continuamente. No seu célebre &lt;em&gt;The Human Condition&lt;/em&gt;, a filósofa alemã de origem judia escreve o seguinte: «Todas as actividades humanas possuem um elemento (...) de natalidade» (trad. port., p. 21). Ou seja, sempre que agimos é como se recomeçássemos e note-se que, para Arendt, apenas quando agimos (&lt;em&gt;action) &lt;/em&gt;é que afirmamos a nossa especificidade enquanto seres humanos. É um pouco como quando começamos uma nova época tenística e temos um novo calendário de provas pela frente. Nasce um novo ano e renascemos ao voltar a jogar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não sei se Federer alguma vez leu uma página de Hannah (na foto, numa pose pouco desportiva, de cigarro na mão), até porque parece preferir a PlayStation e, pasme-se (no melhor pano cai a nódoa!), era conhecido por apreciar bastante  &lt;em&gt;heavy-metal&lt;/em&gt;. Mas, quem sabe?, talvez Arendt quando foi viver para os &lt;em&gt;States&lt;/em&gt; tenha assistido a alguns jogos de ténis. Ou, se calhar, o problema é meu que ando a corrigir frequências em excesso e, por causa disso, faço analogias demasiado forçadas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-2308363428694900708?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/2308363428694900708/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/01/federer-hannah-arendt-e-os-inicios-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/2308363428694900708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/2308363428694900708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/01/federer-hannah-arendt-e-os-inicios-de.html' title='Federer, Hannah Arendt ... e os inícios de temporada!'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S1BqizJcQ4I/AAAAAAAAARE/TH6u6M5DLtQ/s72-c/federer+15+jan.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-2070782647098065952</id><published>2010-01-03T03:34:00.000-08:00</published><updated>2010-02-02T07:42:14.258-08:00</updated><title type='text'>Algumas notas na abertura da época internacional</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CJzmL8_nI/AAAAAAAAAN0/otx3vpHldTw/s1600-h/elias+tennis.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5422485470871092850" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 116px; CURSOR: hand; HEIGHT: 80px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CJzmL8_nI/AAAAAAAAAN0/otx3vpHldTw/s400/elias+tennis.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CJspOMaSI/AAAAAAAAANs/uTFKOcthTlg/s1600-h/federer+volley.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5422485351426713890" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 105px; CURSOR: hand; HEIGHT: 143px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CJspOMaSI/AAAAAAAAANs/uTFKOcthTlg/s400/federer+volley.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CJmq90CzI/AAAAAAAAANk/XvIgpp0JrRc/s1600-h/gil+tennis.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5422485248815663922" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 135px; CURSOR: hand; HEIGHT: 90px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CJmq90CzI/AAAAAAAAANk/XvIgpp0JrRc/s400/gil+tennis.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CJcXch2xI/AAAAAAAAANc/ekO2qOrnaAc/s1600-h/nadal+winner.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5422485071777094418" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 88px; CURSOR: hand; HEIGHT: 122px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CJcXch2xI/AAAAAAAAANc/ekO2qOrnaAc/s400/nadal+winner.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Começa hoje a época oficial do circuito profissional da nossa modalidade de ténis. É altura para fazer algumas observações e outras tantas apostas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Do que me foi possível observar nestes primeiros dias do ano (vi, quase na totalidade, as 1/2 finais e os jogos finais do &lt;em&gt;Capitala World Tennis Championship&lt;/em&gt; em Abu Dhabi), julgo ser possível extrair duas primeiras conclusões que, no entanto, devem ser temperadas com alguma reserva. Estamos numa fase muito prematura da temporada e, por outro lado, uma coisa são jogos de exibição e outra provas "a doer". Mesmo assim, julgo que ambas são boas notícias. Em primeiro lugar, Nadal e Federer parecem caminhar para o reencontro com a sua melhor forma (com muita pena minha, Roger já anunciou que não vai a Espanha jogar a primeira eliminatória da &lt;em&gt;Davis&lt;/em&gt;). Apesar do espanhol ter ganho o torneio, julgo que o suiço está nesta altura ligeiramente &lt;em&gt;por cima&lt;/em&gt;. Penso que a sua derrota nas meias frente a Soderling ficou a dever-se mais a algum relaxamento do que a qualquer outro factor. Nadal, por seu turno, &lt;em&gt;tinha contas a ajustar &lt;/em&gt;com a sua &lt;em&gt;bête noire&lt;/em&gt; e isso talvez o tenha pressionado um pouco mais a vencer. Mas a verdade é que Soderling também acusou essa pressão (várias &lt;em&gt;duplas &lt;/em&gt;em momentos decisivos...), porque também ele, julgo, considerou essa final como algo mais importante do que um mero confronto de preparação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em segundo lugar, Federer pareceu-me muito mais &lt;em&gt;solto&lt;/em&gt; do que nos últimos tempos, com uma enorme confiança na sua esquerda quer em &lt;em&gt;slice&lt;/em&gt;, quer em &lt;em&gt;top spin (&lt;/em&gt;teria sido curioso testá-la frente a um esquerdino como Rafa, mas isso fica para depois...), mas sobretudo pareceu-me que está a voltar à sua filosofia de jogo mais ofensiva, procurando os terrenos da rede quase por sistema nos seus jogos de serviço (pancada que também parece &lt;em&gt;de volta&lt;/em&gt;) e até, pasme-se, fazendo &lt;em&gt;chip and charge&lt;/em&gt; nos segundos serviços dos oponentes. Será que vamos assistir, finalmente, a um regresso ao ténis jogado junto à rede? Espero bem que sim, até porque Soderling, Nadal e Ferrer também fizeram bastantes &lt;em&gt;volleys&lt;/em&gt; nos jogos que vi. Sei bem que nos torneios exibição os tenistas arriscam bastante mais e até procuram dar espectáculo, pelo que é possível que estas &lt;em&gt;invenções &lt;/em&gt;não tenham continuidade nos jogos mais a sério. Mas que fiquei &lt;em&gt;com água na boca&lt;/em&gt;, lá isso fiquei...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em relação aos tenistas portugueses, uma palavra inicial para Gil que abre a época entre os &lt;em&gt;grandes&lt;/em&gt; jogando no &lt;em&gt;Qatar Exxon Mobil Open 2010 &lt;/em&gt;(em Doha) frente a Potito Starace e, caso vença (seria óptimo e vou &lt;em&gt;fazer figas&lt;/em&gt; para que isso aconteça...), encontrará previsivelmente... Nadal! Que grande começo de época, num ano que será decisivo para o Frederico. Boa sorte!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A seguir também com muita atenção a carreira das outras figuras &lt;em&gt;tugas &lt;/em&gt;2009: Rui Machado, Pedro e João Sousa. E, especialmente, desejar que a grande decepção do ano que findou, Gastão Elias - para mim, com José Manuel Cordeiro (sim, o irmão mais velho do nosso capitão da &lt;em&gt;Davis&lt;/em&gt;), o jogador com mais potencial que alguma vez vi em Portugal! - possa reencontrar o trilho do óptimo ténis que já jogou. Já é tempo que isso aconteça...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Das meninas, falarei em breve, até porque, no próximo mês, temos uma importante eliminatória da &lt;em&gt;Fed Cup&lt;/em&gt; nas novas instalações do CAR (outra boa notícia de 2009...) do Jamor.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-2070782647098065952?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/2070782647098065952/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/01/algumas-notas-sobre-o-inicio-da-epoca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/2070782647098065952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/2070782647098065952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2010/01/algumas-notas-sobre-o-inicio-da-epoca.html' title='Algumas notas na abertura da época internacional'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CJzmL8_nI/AAAAAAAAAN0/otx3vpHldTw/s72-c/elias+tennis.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-726423228329201168</id><published>2009-12-23T03:49:00.001-08:00</published><updated>2009-12-23T04:22:49.087-08:00</updated><title type='text'>Novos Campeões, Problemas Velhos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SzIECcyl6dI/AAAAAAAAAL8/_W4w2jz47Ak/s1600-h/keniche+campeao.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418397741814770130" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 296px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SzIECcyl6dI/AAAAAAAAAL8/_W4w2jz47Ak/s400/keniche+campeao.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O Clube Ténis de Évora (sub 16) e o Clube Ténis de Montemor-o-Novo (sub 12, na foto) sagraram-se, no passado fim de semana, nos primeiros campeões regionais por equipas de 2010. Por isso, uma primeira palavra de parabéns para os dois clubes, para os seus dirigentes, treinadores e sobretudo jogadores, que começaram muito bem esta nova temporada.&lt;br /&gt;Dito isto, não posso deixar de lamentar que estas competições por equipas tenham envolvido tão poucos clubes pois se, em Elvas, os jovens montemorenses venceram a formação local, na localidade de Moura, os jogadores sub 16 do CTE derrotaram os tenistas da casa, pois o CETE, apesar de inscrito, não pôde comparecer (admito que com motivos mais do que justificados!). Assim, talvez faça sentido pensar se vale a pena continuar a realizar regionais por equipas com uma participação tão reduzida de atletas.&lt;br /&gt;Claro que os jogadores e os clubes que participam fazem a sua obrigação e aparecem para jogar, mas pergunto: E os outros clubes? Custará assim tanto reunir 3 rapazes e 2 raparigas nos sub 12 e 4 rapazes nos sub 16? Se custar, então talvez não se justifique a existência da ATAA que, sei bem do que falo, já muito tentou fazer para alterar esta situação.&lt;br /&gt;Pode ser que os novos corpos sociais da Associação, a eleger muito em breve, consigam mudar este cenário. É esse o desejo que agora manifesto para o ano de 2010 e para aqueles que virão a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-726423228329201168?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/726423228329201168/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/12/novos-campeoes-problemas-velhos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/726423228329201168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/726423228329201168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/12/novos-campeoes-problemas-velhos.html' title='Novos Campeões, Problemas Velhos'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SzIECcyl6dI/AAAAAAAAAL8/_W4w2jz47Ak/s72-c/keniche+campeao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-2892149826555208391</id><published>2009-12-20T04:48:00.000-08:00</published><updated>2009-12-22T15:08:01.537-08:00</updated><title type='text'>Esboço de um balanço de década</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Sy4iAgKuubI/AAAAAAAAAL0/1k_JOTHgy8Q/s1600-h/vis%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417304793803569586" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 100px; CURSOR: hand; HEIGHT: 129px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Sy4iAgKuubI/AAAAAAAAAL0/1k_JOTHgy8Q/s400/vis%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Como é costume nestas alturas de finais de ano e, no caso em apreço, de decénio (cf. excelente número da revista Visão, na foto), tomei a iniciativa de homenagear os tenistas alentejanos que mais se destacaram na primeira década deste milénio. O critério para estabelecer este &lt;em&gt;ranking &lt;/em&gt;é, obviamente, discutível, como todos o seriam, de resto. Optei por pôr em relevo os resultados obtidos em todos os Campeonatos Regionais Absolutos de 2000 até 2009, atribuindo a cada uma das variantes a seguinte ponderação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vencedor: 100 pontos&lt;br /&gt;Finalista: 50 pontos&lt;br /&gt;1/2 Finalista:25 pontos&lt;br /&gt;1/4 Finalista: 12,5 pontos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No caso das provas de pares masculinos e de pares mistos, reparti os pontos obtidos por cada equipa pelos seus dois elementos. Nas provas de pares e de singulares femininos, decidi contabilizar os pontos até às 1/2 finais, pois os respectivos quadros foram sempre menos compostos. Infelizmente nos arquivos da ATAA, que consultei pacientemente, faltam alguns quadros e, por outro lado, nos recortes do &lt;em&gt;Diário do Sul&lt;/em&gt; (sem dúvida o jornal indispensável para quem queira, no futuro, fazer a história do ténis eborense) que tenho cá por casa, nem sempre foi possível reconstituir todos os Campeonatos Regionais Absolutos. Numa busca provisória, eis o que consegui apurar:&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;2000 ( realizado em Évora)&lt;br /&gt;SM&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;V Marcos Duarte (CETE) F Gerard Quenardel (CTE)&lt;br /&gt;½ Antelmo Serrado (CTM) Tomé Correia (CTM)&lt;br /&gt;¼ João Sereno (CETE) João Lima (CTE) Joaquim Simões (CTE) Rui Pereira (CTE)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SF&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;V Marta Correia (CTM) F Marina Duarte (CETE)&lt;br /&gt;½ Silvana Reis (CETE) Isabel Barradas (CETE)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PM&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;G.Quenardel/N.Cabral (CTE) F A.Serrado/T.Correia (CTM)&lt;br /&gt;½ J.Sereno/M.Duarte (CETE) L.Zagalo/A.Andrade Silva (CETE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2001 (Elvas)&lt;br /&gt;SM&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;V Marcos Duarte (CETE) F Gerard Quenardel (CTE)&lt;br /&gt;½ João Lima (CTE) Tomé Correia (CTM)&lt;br /&gt;¼ Tomás Lucena (CETE) Joaquim Simões (CTE) João Ferreira (CTE) Jorge Fonseca (CTE)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SF&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;V Marta Correia (CTM) F Marina Duarte (CETE)&lt;br /&gt;½ Sara Catarrunas (CTM) Ana Zagalo (CETE)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PM&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;V L.Zagalo /M.Duarte (CETE) J.Sereno /A.Andrade Silva (CETE)&lt;br /&gt;½ G.Quenardel/J.Lima (CTE) André Silva/João Paiva (CETE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2002 (Elvas)&lt;br /&gt;SM&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;V Marcos Duarte (CETE) F Nuno Mateus (CETE)&lt;br /&gt;½ Francisco Rocha (CTA) Nuno Guerreiro (ZA)&lt;br /&gt;¼ Luís Zagalo (CETE) André Rebocho (CTE) Sérgio Freire (ZA) Tomás Lucena (CETE)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SF&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;V Marta Correia (CTM) F Marina Duarte (CETE)&lt;br /&gt;½ Margarida Garcia (CTM) Ana Malhão (CTMN)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PM&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;V L.Zagalo /M.Duarte (CETE) F A.Rebocho (CTE) /A.Silva (CETE)&lt;br /&gt;½ Tomás Lucena/António Patrício (CETE) Filipe Sustelo/Paulo Lucena (CETE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2003 (Elvas)&lt;br /&gt;SM&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;V Francisco Rocha (CTA) F Marcos Duarte (CETE)&lt;br /&gt;1/2 Luís Zagalo (CETE) André Rebocho (CTE)&lt;br /&gt;1/4 Tomé Correia (CTM) Hugo Páscoa (ZA) José Ferreira (CTE) António Andrade Silva (CETE)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SF&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;V Marina Duarte (CETE) F Marta Correia (CTM)&lt;br /&gt;1/2 Dídia Horta (ZA) Ana Barrocas (ZA)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PM não se realizou&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2004 (Beja)&lt;br /&gt;SM&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;V Francisco Rocha (CTA) F José Ferreira (CTE)&lt;br /&gt;½ André Rebocho (CTE) Filipe Sustelo (?) (CETE)&lt;br /&gt;¼ Manuel Murteira (CTE) ? ? ?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SF ?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PM&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;V José Sustelo/Filipe Sustelo (CETE) F José Ferreira/A Rebocho&lt;br /&gt;½ ???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2005 (Évora)&lt;br /&gt;SM&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;V José Ferreira (CTE) F Francisco Rocha (CTA)&lt;br /&gt;½ André Rebocho (CTE) João Silvério (CTA)&lt;br /&gt;¼ Sebastião Fernandes (CTE) José Fonseca (ZA) Vasco Pedrosa (CTE) Luís Mata (CTE)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SF ?&lt;br /&gt;PM&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;V Gonçalo Marques (CTE) J. Silvério (CTA) F J. Ferreira/A.Rebocho (CTE)&lt;br /&gt;½ J.Lima/Rui Nunes (CTE) S.Fernandes/P.Cruchinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2006 (Montemor)&lt;br /&gt;SM&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;V José Ferreira (CTE) F Guilherme de Souza (CTE)&lt;br /&gt;½ Nuno Guerreiro (ZA) João Silvério (CTA)&lt;br /&gt;¼ Joaquim Simões (CTE) André Rebocho (CTE) Manuel Murteira (CTE) Luís Mata (CTE)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SF&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;V Marta Correia(CTE) Teresa Rosado (CTM)&lt;br /&gt;1/2 Cristina Pata (CTE) Elsa Raimundo (CTMN)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PM&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;V Gonçalo Marques/Cristiano Pinto (CTE) F Gonçalo Simões/João Breia (CTMN)&lt;br /&gt;½ J.Lima/José Lima (CTE) Nélio Alexandre/G.Souza (CTE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2007 (Beja)&lt;br /&gt;SM&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;V Ruan Lopes (CTE) F José Ferreira (CTE)&lt;br /&gt;½ Nuno Guerreiro (ZA) Gonçalo Simões (CTMN)&lt;br /&gt;¼ Bernardo Janeiro (CTM) António Villas-Lobos (CTMN) João Encarnação (CTM) Cristiano Pinto (CTE)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SF&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;V Marta Correia (CTM) F Sílvia Rosa(CTE)&lt;br /&gt;½ Margarida Pereira (ZA) Elsa Raimundo (ZA)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PM&lt;/strong&gt; não se realizou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2008 (Elvas)&lt;br /&gt;SM&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;V José Ferreira (CTE) F Cristiano Pinto (CTE)&lt;br /&gt;½ Lucas Pinto (CTE) Gonçalo Simões (CTMN)&lt;br /&gt;¼ António Palma (CTE) João Lima (CTMN) Miguel Abreu (CETE) João Mantas (CTMN)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SF&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;V Marta Correia (CTM) F Cristina Galacho(CTE)&lt;br /&gt;½ Ana Margarida Lopes (CTE) Carolina Palma (CTE)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PM&lt;/strong&gt; não se realizou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2009 (Évora)&lt;br /&gt;SM&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;V José Ferreira (CTE) F Gonçalo Simões (CTMN)&lt;br /&gt;½ Ricardo Lopes (CTE) Pedro Figueiredo (CTE)&lt;br /&gt;¼ João Rodrigues (CTE) Pedro Cruchinho (CTMN) João Lima (CTMN) Diogo Rocha (CTA)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SF&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;V Ana Filipa Santos (CTMN) F Marta Correia (CTM)&lt;br /&gt;½ Ana Margarida Lopes (CTE) Mariana Saúde (CTE)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PM&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;V G.Marques/J.Lima (CTMN) F J.Ferreira/S.Fernandes (CTE)&lt;br /&gt;½ Hugo Carapinha/Gonçalo Simões (CTMN) Guilherme Palma/Ricardo Lopes (CTE)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PMX&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;V G.Marques/A.F.Santos (CTMN) F M.Correia (CTM)/S.Fernandes(CTE)&lt;br /&gt;½ Gonçalo Simões/Cristina Pata (CTMN) Ricardo Lopes/Ana M. Lopes (CTE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo tendo em conta os (poucos) resultados que falta ainda apurar e, repito, de acordo com estes critérios que escolhi, não tenho dúvidas de que Marta Correia é, de longe, a melhor tenista do Alentejo nesta década, averbando 6 títulos e outras 2 finais. Ou seja, quando houve prova de singulares femininos, a Marta esteve sempre no jogo decisivo . Em relação ao sector masculino, há uma luta bastante renhida entre o elvense Marcos Duarte (3 títulos em singulares e 2 em pares, com 462,5 pts, julgo eu) e José Ferreira do CTE (4 vezes campeão em singulares e, pelo menos, duas vezes finalista e um total provisório de 487,5 pts), com uma ligeira vantagem, parece-me, para este último. Em destaque também tem de figurar o veterano Francisco Rocha com dois títulos absolutos (com um total de 275 pts), em ambas ocasiões representando C.T. Aljustrel.&lt;br /&gt;Nas provas de pares julgo que há também alguma indecisão entre Gonçalo Marques e Luís Zagalo quanto ao tenista mais pontuado, pelo que os resultados em falta poderão fazer a diferença.&lt;br /&gt;Em termos globais, parece-me que, durante a primeira metade da década, Elvas foi dominante e, nos últimos anos, Évora assumiu uma clara supremacia. De registar os óptimos desempenhos de Moura e de Aljustrel ao longo de quase toda a década, ao passo que Montemor apenas no último ano conseguiu obter resultados relevantes em séniores.&lt;br /&gt;Muito agradecia, portanto, que quem soubesse preencher o que falta deste meu balanço com os &lt;em&gt;scores &lt;/em&gt;que ainda não consegui reunir me enviasse essa preciosa informação, para eu fazer o ranking dos melhores do ténis alentejano de 2000 a 2009.&lt;br /&gt;Aproveito para desejar Boas Festas a todos os leitores e um 2010 cheio de Ténis!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-2892149826555208391?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/2892149826555208391/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/12/esboco-de-um-balanco-de-decada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/2892149826555208391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/2892149826555208391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/12/esboco-de-um-balanco-de-decada.html' title='Esboço de um balanço de década'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Sy4iAgKuubI/AAAAAAAAAL0/1k_JOTHgy8Q/s72-c/vis%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-9087730675627339991</id><published>2009-12-17T13:00:00.000-08:00</published><updated>2009-12-17T14:32:24.201-08:00</updated><title type='text'>Ténis ... à lareira!</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SyquV7CwqxI/AAAAAAAAALU/XpZ8jNGznAQ/s1600-h/tenisworld7portadajul09.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416333193516198674" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 115px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SyquV7CwqxI/AAAAAAAAALU/XpZ8jNGznAQ/s400/tenisworld7portadajul09.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Syqfwsz6pvI/AAAAAAAAALM/KVs9zSCaQwk/s1600-h/tennis+magazine+fr.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416317160877893362" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Syqfwsz6pvI/AAAAAAAAALM/KVs9zSCaQwk/s400/tennis+magazine+fr.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SyqfmgQbHXI/AAAAAAAAALE/49LOQhM_8tg/s1600-h/jornal+do+tenis.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416316985709108594" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 193px; CURSOR: hand; HEIGHT: 255px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SyqfmgQbHXI/AAAAAAAAALE/49LOQhM_8tg/s400/jornal+do+tenis.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Syqfc-VskRI/AAAAAAAAAK8/fuF3xLuDnaM/s1600-h/ace+magazine.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416316821985595666" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 100px; CURSOR: hand; HEIGHT: 119px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Syqfc-VskRI/AAAAAAAAAK8/fuF3xLuDnaM/s400/ace+magazine.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SyqcRNSS_1I/AAAAAAAAAK0/XHIDd13R_-0/s1600-h/t%C3%AAnis+revista.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416313321304555346" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 183px; CURSOR: hand; HEIGHT: 239px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SyqcRNSS_1I/AAAAAAAAAK0/XHIDd13R_-0/s400/t%C3%AAnis+revista.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Com o tempo que faz agora, apetece-me menos sair de casa para ir jogar ténis. A hora do almoço é a única suportável para se bater umas bolas nesta época no Alentejo. Isso não significa que os tenistas devam &lt;em&gt;hibernar&lt;/em&gt; neste tempo em que a actividade é menos intensa. É uma boa altura para apostar na preparação física com umas idas ao ginásio, por exemplo.Por outro lado, enquanto esperamos pelo início da temporada, há pouco ténis na televisão. Em breve, estará a &lt;em&gt;entrar&lt;/em&gt; pelas nossas casas e (sobretudo pelas nossas &lt;em&gt;madrugadas...&lt;/em&gt;) o Australian Open, mas ainda faltam algumas semanas.O que fazer, então, enquanto o Inverno tenístico não passa? Eis uma boa ocasião para os &lt;em&gt;aficionados&lt;/em&gt; da modalidade dedicarem alguma atenção àquilo que se escreve e publica acerca dela. Por agora, dedicarei a minha atenção às publicações periódicas. Claro que hoje o ténis tem uma presença quase diária nos canais televisivos temáticos (&lt;em&gt;Sport TV&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Eurosport&lt;/em&gt;), embora curiosamente só na altura do Estoril Open a &lt;em&gt;RTP&lt;/em&gt; dedique alguma atenção ao nosso jogo. Por outro lado, há nesta altura, como nunca houve, muita informação que podemos retirar dos blogs e dos sites na Internet.Mas, mesmo assim, há coisas que precisam de ser lidas, até para estimular a inteligência que, desse modo, nos ajuda a perceber melhor o jogo. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Assim, perguntar-se-á: o que se pode ler sobre ténis em Portugal e em especial no Alentejo? Para além de ser escandalosa a inexistência de uma revista portuguesa especializada, não vivemos propriamente no deserto editorial. Para começar, convem que refira o &lt;em&gt;Jornal do Ténis&lt;/em&gt; que costuma sair na primeira sexta-feira de cada mês com o jornal &lt;em&gt;Record&lt;/em&gt; e que é sempre uma alternativa razoável, pois não custa nada para quem compra o jornal. Mas só por causa deste suplemento mensal vale a pena estar atento no início de cada mês. O &lt;em&gt;Jornal do&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Ténis&lt;/em&gt; acompanha bastante as provas internacionais, dando justificado destaque às prestações dos jogadores portugueses. Aprecio especialmente a coluna do meu amigo Miguel Seabra - com quem cheguei a fazer alguns animados &lt;em&gt;sets &lt;/em&gt;na Figueira, embora não o tenha visto por lá nestes últimos anos... - que, para além de tudo, é uma pessoa que exemplifica um princípio que acho importante: &lt;em&gt;para se saber de ténis a sério não basta saber apenas de ténis&lt;/em&gt;. E eu acho que o Miguel sabe muito de ténis. Aspectos menos positivos do &lt;em&gt;Jornal do Ténis&lt;/em&gt;? A escassez de páginas não dará com certeza para tudo, mas achava interessante que se procurasse explorar mais aspectos técnicos e até tácticos do jogo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Ainda em português (mas do Brasil...), chegou-me recentemente às mãos a magnífica &lt;em&gt;Revista Tênis. &lt;/em&gt;Preço acessível, muitos artigos de opinião - e este é um aspecto em que hoje as revistas tenísticas têm de apostar, pois o leitor já sabe o que aconteceu via televisão ou internet, mas precisa de saber por que motivo tal aconteceu... - e em especial excelentes artigos técnicos, sobre táctica e estratégia de jogo e, pasme-se, sobre ética e &lt;em&gt;fair-play&lt;/em&gt;. Por exemplo, no último exemplar que chegou à minha tabacaria (e esse - o atraso com que chega a Portugal - é o maior problema desta publicação, pois já sairam pelo menos 6 números entretanto), devo destacar o extraordinário artigo da autoria do treinador Carlos Omaki com o título &lt;em&gt;Saiba se comportar na quadra&lt;/em&gt; (nº 69, pp. 34-38). Não resisto a citar uma (muito útil) passagem sobre o que o autor chama "torcida prejudicial :«Lembre-se que você, tenista, é o responsável por todas as pessoas que ingressam em um clube ou academia para assistir seus jogos. Por isso, nada de levar bagunceiros para irritar o adversário ou torcedores muito acostumados com outros esportes - como futebol, por exemplo -, em que manifestações espontâneas e barulhentas são normais. Todos os atos de seus acompanhantes, sejam pais, técnicos ou torcedores, serão cobrados de você com o uso dos códigos de conduta». Lapidar!!! Se quiserem ler o artigo todo, é favor consultar o seguinte endereço electrónico: &lt;a href="http://revistatenis.uol.com.br/Edicoes/69/artigo142436-3.asp"&gt;http://revistatenis.uol.com.br/Edicoes/69/artigo142436-3.asp&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas, repito, nada substitui um contacto directo com o papel desta excelente publicação. Claro que o Brasil é uma potência do ténis mundial (recordo que Maria Esther Bueno, muito antes dos feitos de Gustavo Kuerten, venceu por três vezes Wimbledon e houve outros grandes &lt;em&gt;craques &lt;/em&gt;brasileiros como Koch, Kirmayr, Cassio Motta, o próprio Meligeni, etc) e que o país tem um mercado incomparável com o nosso, mas será tão difícil fazer uma revista parecida em Portugal? Pelos vistos, é.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A minha revista preferida é a &lt;em&gt;Tennis Magazine&lt;/em&gt; francesa: informação abundante, excelentes artigos técnicos, muito textos de opinião e sobretudo magníficas e oportunas entrevistas. Compro-a há décadas e aguardo impacientemente pela chegada de cada novo número. Hoje chegou o número duplo de Janeiro e Fevereiro e já sei o que vou fazer depois de acabar este &lt;em&gt;post&lt;/em&gt;. Aspectos menos positivos: preço, língua francesa (não para mim, mas reconheço que a nova geração domina melhor o &lt;em&gt;english&lt;/em&gt;) e o quase inevitável chauvinismo gaulês. Enfim, pormenores que não retiram a &lt;em&gt;Tennis Magazine &lt;/em&gt;do primeiro lugar do meu&lt;em&gt; ranking&lt;/em&gt; pessoal.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Para quem só lê inglês aconselho &lt;em&gt;Ace Tennis&lt;/em&gt;, pois há anos que não encontro a &lt;em&gt;Tennis Magazine &lt;/em&gt;americana nas nossas bancas. A &lt;em&gt;Ace&lt;/em&gt; é um bocado desigual, mas tem por vezes excelentes artigos. É um bocado cara e nem sempre a distribuição funciona como deve ser. Mas vale a pena estar atento a esta revista inglesa, que, apesar disso, costuma &lt;em&gt;malhar bastante&lt;/em&gt; no Murray. E então o Henman era um &lt;em&gt;verdadeiro cristo&lt;/em&gt;. Um dia destes falarei deste que é um dos meus jogadores preferidos de sempre.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Por fim, e já que a &lt;em&gt;Tennis a fondo&lt;/em&gt; tem andado desaparecida (embora sempre que vou a Espanha a encontre...), tenho de falar na recente &lt;em&gt;TVE World Tennis&lt;/em&gt; (sairam que eu saiba 4 números). Não é má, mas para mim está no último lugar do &lt;em&gt;ranking&lt;/em&gt;. É barata e quem sabe ler português (há muita gente que não sabe... e pensa que sabe!) também consegue perceber o seu conteúdo e, por isso, é sem dúvida uma hipótese interessante e, vá lá, até traz algumas &lt;em&gt;peças&lt;/em&gt; curiosas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Em breve, falarei de alguns livros. Até lá, boas leituras.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-9087730675627339991?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/9087730675627339991/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/12/tenis-lareira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/9087730675627339991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/9087730675627339991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/12/tenis-lareira.html' title='Ténis ... à lareira!'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SyquV7CwqxI/AAAAAAAAALU/XpZ8jNGznAQ/s72-c/tenisworld7portadajul09.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-5954071505773998352</id><published>2009-12-14T03:39:00.001-08:00</published><updated>2009-12-14T06:19:59.742-08:00</updated><title type='text'>Master Gonçalo!</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SyYq1llHssI/AAAAAAAAAKE/2oWOhgElqXU/s1600-h/gon%C3%A7alo"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415062702068839106" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SyYq1llHssI/AAAAAAAAAKE/2oWOhgElqXU/s400/gon%C3%A7alo" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Perguntem a um pai se aceitaria que o seu filho tivesse como professor alguém que não esteja devidamente credenciado para o exercício das suas funções. A resposta seria sempre, e os motivos são óbvios, negativa. Sou professor e sou pai e, por isso, julgo saber bem do que falo. Ou, se preferirem, quem deixaria que um seu familiar fosse assistido num hospital por um não-médico? Ninguém de bom senso admitiria sequer colocar uma tal hipótese. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aliás, o mesmo se passa em todas as outras profissões. Em todas? Não, há um sector em que, qual aldeia gaulesa do Astérix, esta exigência ainda não vingou. Qual? O nosso ténis. Há, de facto, nos últimos anos um esforço por parte da Federação Portuguesa de Ténis (e também do IDP) para alterar esta situação injustificável. Vitor Cabral, responsável pelo sector de formação da FPT, tem - apesar de críticas que lhe podem ser dirigidas (voltarei a este assunto em breve) - realizado, quanto a mim, um trabalho altamente meritório. Com efeito, se não dignificamos a carreira de teinador de ténis, como poderemos acreditar que o ténis evolua?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas a verdade é que velhos e maus hábitos persistem e, por vezes, basta alguém empurrar um carrinho de hipermercado cheio de bolas (de preferência &lt;em&gt;carecas e chochas&lt;/em&gt; - mas que importância isso tem, se até podemos dizer que elas têm um baixo ressalto? ) para passar por treinador. Conheço no Alentejo vários (sublinho: VÁRIOS!) casos desses e, apesar dos esforços da FPT, os clubes, os jogadores e os pais dos jogadores assobiam para o lado. Porquê? Não sei. Até porque estes pseudo-treinaodres também se fazem pagar e bem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A que vem esta conversa toda?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É que lentamente o Ténis português começa a perceber que a formação e a investigação são alavancas fundamentais para o seu desenvolvimento. São cada vez mais os exemplos de pessoas do ténis que procuram a Universidade para enriquecer os seus conhecimentos e, assim, melhorar as suas práticas. Ora, na passada sexta-feira, Gonçalo Marques (na foto com três amigos, o que está à sua direita até fez uma época, digamos, &lt;em&gt;razoável &lt;/em&gt;no circuito profissional!)&lt;em&gt; &lt;/em&gt;concluiu, com brilhantismo, as suas provas de Mestrado em Direcção e Gestão Desportiva. Trata-se de um 2º Ciclo de estudos universitários que funciona numa parceria da Universidade de Évora com a sua congénere da Extremadura espanhola. Sei bem que não é a primeira pessoa ligada ao ténis alentejano que obteve este grau de Mestre. Mas isso só reforça a ideia anterior.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No caso de que tenho vindo a falar, eu li a dissertação, que, amigavelmente, o autor teve a gentileza de me facultar. O trabalho dedica a sua atenção a um plano de desenvolvimento desportivo da cidade de Portalegre, onde o ténis ocupa, naturalmente, um lugar de relevo. Trata-se, portanto, de um óptimo exemplo de uma investigação que tem, pelo menos assim o espero, importantes implicações no desenvolvimento do ténis portalegrense.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Gonçalo Marques é um profissional do ténis que, desde há alguns anos, tem vindo a mostrar no Alentejo (primeiro em Évora e, desde há algum tempo, em Montemor) que a competência e a dedicação são ferramentas essenciais para o desenvolvimento da nossa modalidade nesta região. Tem também exercido as suas funções de director técnico da ATAA com enorme rigor e sabedoria. Espero, por isso, que o ténis alentejano continue a beneficiar, como até aqui, da sua permanência por estas paragens por muitos e bons anos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um abraço de parabéns, Master Gonçalo!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-5954071505773998352?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/5954071505773998352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/5954071505773998352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/12/master-goncalo.html' title='Master Gonçalo!'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SyYq1llHssI/AAAAAAAAAKE/2oWOhgElqXU/s72-c/gon%C3%A7alo' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-8301742165731775270</id><published>2009-12-13T04:44:00.000-08:00</published><updated>2009-12-13T05:38:27.528-08:00</updated><title type='text'>Eleições no CTE: duas boas notícias, uma apreensão e falta de razões para (não) votar</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SyTiJ8Ll7KI/AAAAAAAAAJ8/pmLEeZLAZTk/s1600-h/cte.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414701312407628962" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 175px; CURSOR: hand; HEIGHT: 140px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SyTiJ8Ll7KI/AAAAAAAAAJ8/pmLEeZLAZTk/s400/cte.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Os leitores deste &lt;em&gt;blog&lt;/em&gt; sabem como é, para mim, muito importante o que se passa no Clube Ténis de Évora. Para além de ser o Clube da cidade onde moro, onde habitalmente jogo e treino (às vezes com os meus filhos, que também são sócios do CTE), julgo - e por várias vezes já o disse e escrevi - que este clube tem uma importãncia decisiva no desenvolvimento global do ténis alentejano.&lt;br /&gt;Dito isto, importa referir que, no próximo dia 19, vai haver eleições para os corpos sociais do CTE. Neste que é sempre um momento importante na vida das agremiações desportivas, começo por assinalar duas boas notícias. Em primeiro lugar, apresentou-se ao sufrágio uma lista. E, nos tempos que correm, esta é realmente uma boa nova, pois é sinal que há pessoas que, desinteressadamente, entendem prescindir do seu tempo para ajudar o clube e o ténis em geral. Por outro lado, a maior parte dos elementos dos futuros corpos sociais são pessoas que não têm ocupado cargos no clube, pelo menos nos últimos tempos, o que pode ser um indício de que se quer fazer melhor do que o até agora se realizou. [Abro um parêntesis para deixar uma palavra de apreço para os dirigentes que agora cessam funções e que, pese embora eu nem sempre ter estado de acordo com as decisões que tomaram, tudo o que fizeram foi sem dúvida movido pelas melhores intenções]. Vai haver, portanto, sangue novo no CTE.&lt;br /&gt;Contudo, vejo com alguma apreensão o facto de, tanto quanto julgo saber, nenhum dos elementos da futura direcção ser jogador ou treinador de ténis (pelo menos nenhum deles está, salvo erro, inscrito na federação como tal). Claro que não era preciso que isso sucedesse, mas eu acho que não seria pior que quem dirige os destinos de um clube de ténis saiba alguma coisa de ténis. Ora, saber de ténis é, desde logo, ter alguma experiência prática da modalidade. De facto, quase todos os futuros elementos da direcção apenas têm uma ligação ao clube (e ao desporto que é a sua principal razão de ser) por via dos filhos que jogam ou aprendem ténis. Isso, em si mesmo, não é um problema, mas a história recente e menos recente do CTE ensina-nos que, muitas vezes, quando os filhos se desmotivam, os pais dirigentes também perdem o interesse em continuar a trabalhar com a motivação inicial e o clube, nessas ocasiões, saiu, do meu ponto de vista, bastante prejudicado. Por outro lado, à mulher de César não basta ser séria e, muitas vezes, existem inevitáveis &lt;em&gt;conflitos de interesse&lt;/em&gt; entre as funções de pai e de dirigente. Oxalá que tal não venha a acontecer.&lt;br /&gt;Ainda assim, e até pelo que acabei de dizer, penso que seria preferível que a lista única tivesse apresentado um programa de acção e elencado um conjunto de objectivos (desportivos sobretudo) que visará alcançar no próximo mandato. É que uma coisa é votar numa lista porque não há mais ninguém disposto a arcar a responsabilidade de governar o CTE e, por isso, no próximo sábado lá irei deixar o meu voto (que razões tenho para não o fazer?!). Contudo, isso significará sempre uma espécie de vitória por falta de comparência. Outra coisa bem diferente (e, acrescento, bem melhor!) seria votar num projecto bem estruturado que me desse boas razões para nele acreditar. Ora, que eu saiba (mas posso andar distraído!), ninguém sabe ainda qual o programa dos futuros corpos sociais do clube, o que é naturalmente uma pena.&lt;br /&gt;De qualquer modo, desejo desde já toda a sorte do mundo para os novos dirigentes do CTE!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-8301742165731775270?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/8301742165731775270/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/12/eleicoes-no-cte-duas-boas-noticias-uma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/8301742165731775270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/8301742165731775270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/12/eleicoes-no-cte-duas-boas-noticias-uma.html' title='Eleições no CTE: duas boas notícias, uma apreensão e falta de razões para (não) votar'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SyTiJ8Ll7KI/AAAAAAAAAJ8/pmLEeZLAZTk/s72-c/cte.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-3226901523387521663</id><published>2009-12-08T01:34:00.000-08:00</published><updated>2010-03-10T15:46:23.724-08:00</updated><title type='text'>Federer vs Espanha: o meu desejo para 2010!</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Sx4wdJ1WCwI/AAAAAAAAAJs/m7weCtqFmEs/s1600-h/federer+davis+2.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5412817079559916290" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 306px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Sx4wdJ1WCwI/AAAAAAAAAJs/m7weCtqFmEs/s400/federer+davis+2.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Sx4eCruVtDI/AAAAAAAAAJc/SOIzVg_9eMk/s1600-h/federer+davis+1.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5412796833591571506" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 284px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Sx4eCruVtDI/AAAAAAAAAJc/SOIzVg_9eMk/s400/federer+davis+1.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; É uma ideia mil vezes repetida. E realmente é uma coisa óbvia. O ténis é um desporto individual. Sim, já falei anteriormente dos pares, mas, infelizmente, trata-se de uma espécie de &lt;em&gt;parente pobre&lt;/em&gt; dos singulares. Mas há também as competições por equipas que, desde os níveis competitivos mais baixos até às provas mais importantes (Davis Cup e Federation Cup) contribuem decisivamente para o ténis ter a popularidade que tem. No que ao ténis alentejano diz rspeito, já me referi aqui às excelentes prestações dos veteranos (+45 e +50) do Clube de Ténis de Évora nas respectivas fases nacionais dos respectivos campeonatos. Infelizmente, a agremiação do Bairro do Granito não jogou a 1ª Divisão do Campeonato Nacional por equipas no escalão de séniores, o que foi naturalmente uma pena, embora eu não saiba quais os motivos para essa desistência e, suponho, para a despromoção da equipa sénior do CTE no próxima época. Esperemos que, em 2010, este e os outros clubes alentejanos apostem decisivamente nos populares interclubes.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas o próximo ano terá uma importância extraordinária ao nível mundial das provas por equipas. Em femininos de 3 a 6 de Fevereiro disputa-se em Lisboa, nos novos &lt;em&gt;courts&lt;/em&gt; cobertos do Jamor, o Grupo II da &lt;em&gt;Fed Cup&lt;/em&gt;, estando prevista a participação (para além de Portugal, em princípio com Michelle, Neuza, Frederica Piedade - do CTMN! - Magali, Maria João Kohler) diversos países que, normalmente, trarão as suas principais jogadoras. De acordo com o que escreve Pedro Keul, hoje no &lt;em&gt;Público&lt;/em&gt;, «além de Portugal, Dinamarca (Wozniacki, actual 4.ª do ranking) e Bielorrússia (Azarenka, 7.ª) são muitas as equipas que deverão trazer a Portugal algumas das melhores tenistas do mundo: Israel (Shahar Peer, 31.ª), Hungria (Agnes Szavay, 40.ª), Suíça (Patty Schnyder, 45.ª), Roménia (Sorana Cirstea, 46.ª), Áustria (Sybille Bammer, 55.ª), Eslovénia (Polona Hercog, 70.ª), Grã-Bretanha (Elena Baltacha, 85.ª), Bulgária (Tsevetana Pironkova, 97.ª), Holanda (Michaela Krajicek, 130.ª) e Suécia (Sofia Arvidsson, 141.ª). Letónia (que subiu do Grupo II com Portugal), Bósnia/Herzegovina e Croácia são as únicas selecções que contam com jogadoras pouco conhecidas». Para quem gosta de ténis feminino, vai ser uma autêntica festa! Rigorosamente a não perder!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na Taça Davis, que a Espanha acabou de vencer como se esperava, derrotando na final a República Checa (apesar dos esforços de Berdych e Stepanek), anuncia-se um duelo magnífico na primeira ronda de 2010 do Grupo Mundial. No primeiro fim de semana de Março (de 5 a 7), Nadal e seus &lt;em&gt;muchachos &lt;/em&gt;recebem a Suíça. Infelizmente, Federer não indica esta prova no seu programa de 2010 (cf. &lt;a href="http://www.rogerfederer.com/en/rogers/schedule/index.cfm"&gt;http://www.rogerfederer.com/en/rogers/schedule/index.cfm&lt;/a&gt; ), preferindo em princípio participar no BNP Paribas Open Indian Wells, que se realiza na semana seguinte nos Estados Unidos. É uma opção compreensível? Talvez. E é sobretudo uma situação que obriga, mais uma vez, a reflectir sobre os calendários excessivamente apertados do ténis profissional. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ainda assim, Federer é um tenista que aprecia bastante a Taça Davis. Se repararmos, o suíço, desde 1999, tem jogado a competição em todas as épocas (na segunda foto, festejando uma vitória sobre Djokovic, em Genebra, há três anos), apresentando um saldo de resultados bastante interessante: 27 vitórias contra 6 derrotas em singulares (9-2 em terra batida, onde é possível que a Espanha opte por jogar) e 10-5 (3-1 em &lt;em&gt;clay courts&lt;/em&gt;)&lt;em&gt; &lt;/em&gt;em pares. Por outro lado, eu acho que a melhor proeza de Federer em 2009 foi aceitar ir jogar (na semana seguinte a perder a final do US Open!) a Itália - em terra batida! - a eliminatória da Davis debaixo de dificeis condições atmosféricas, tendo vencido &lt;em&gt;sem espinhas&lt;/em&gt; Seppi e Bolelli em três curtos &lt;em&gt;sets,&lt;/em&gt; não tendo jogado pares, pois Wawrinka &lt;em&gt;fez a sua parte&lt;/em&gt;, derrotando Seppi também por 3-0. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há quem pense que Federer só deveria apostar a sério na &lt;em&gt;Davis&lt;/em&gt; se existissem mais tenistas suiços de bom nível. Contudo, para mim isso não serve de desculpa, pois já houve equipas vencedoras da Davis que se apoiavam sobretudo num jogador. Por exemplo, quais os elementos da formação da Suécia em 1975 que foi o primeiro a país a interpor-se no domínio tradicional dos maiores vencedores da prova , isto é, Grã-Bretanha, Estados Unidos, Austrália e França? Jogaram na final Borg e ... Ove Bengston (quem?!!!). [Os puristas referirão o triunfo no ano anterior da África do Sul, mas a Índia, a selecção finalista, não compareceu ao encontro da final por motivos políticos (o inconcebível &lt;em&gt;apartheid&lt;/em&gt;...), pelo que acho que é um campeonato sem validade.] Posteriormente, as vitórias da RFA em 1988 e 1989(suportadas por Becker e ... Steeb e Jelen!!!), da Alemanha (entretanto reunificada) em 1993 (com Stich e ... Goellner e Kuhnen!!!) são também bons exemplos de vencedores da &lt;em&gt;Davis&lt;/em&gt; com conjuntos bastante desequilibrados.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Claro que é mais fácil vencer jogos nesta prova com equipas homogéneas (e sobretudo com uma boa dupla, como Portugal, ao nosso nível, muito bem sabe!), mas acredito que Federer, que, de resto, faz um bom par com Wawrinka (ganharam o ouro nos Jogos Olímpicos!), irá fazer tudo para preencher o seu palmarés com este troféu que lhe falta. Tudo? Espero que sim. A começar por ir a Espanha jogar em Março próximo, de preferência com uma vitória por 3-2, com triunfos sobre Nadal em singulares e ... em pares! Seria uma forma magnífica de &lt;em&gt;começar &lt;/em&gt;em cheio uma época onde, na minha opinião, a Suiça pode vencer a &lt;em&gt;Davis&lt;/em&gt;. E, prometo, se isso viesse a acontecer, compraria uma semana de bilhetes no Estoril Open para o ir ver jogar todos os dias. Se isso não for possível, ao menos que as meninas da Suíça venham até Lisboa jogar a &lt;em&gt;Fed Cup&lt;/em&gt; na sua máxima força. Será talvez a minha última oportunidade de ver jogar ao vivo uma das minhas tenistas favoritas: Patty Schnyder! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-3226901523387521663?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/3226901523387521663/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/12/federer-vs-espanha-o-meu-desejo-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/3226901523387521663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/3226901523387521663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/12/federer-vs-espanha-o-meu-desejo-para.html' title='Federer vs Espanha: o meu desejo para 2010!'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Sx4wdJ1WCwI/AAAAAAAAAJs/m7weCtqFmEs/s72-c/federer+davis+2.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-4587791813494743397</id><published>2009-11-27T09:41:00.000-08:00</published><updated>2009-11-27T10:05:07.827-08:00</updated><title type='text'>João António, Jogador ATAA 2009</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SxAPovFchQI/AAAAAAAAAIM/Bs3q2zH9u48/s1600/joao+durao.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5408840344980456706" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SxAPovFchQI/AAAAAAAAAIM/Bs3q2zH9u48/s400/joao+durao.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Tomás Almeida (E.T.Espinho), Afonso Viana (S.C.Porto), Luis Faria (C.T.Guimarães), Afonso Portugal (S.C.A.S.), Duarte Vale (CTQta Marinha), Francisco Paulo (CT Estoril ), Diego Herrera (CIF), Gonçalo Carvalho (CAD), João António (FAAT ), Ricardo Romão (CTVRSA), Ricardo Chumbinho (CTVRSA), Louis Manson (JSTA), Javier Esteban (C.T.São Miguel ), Ricardo Correia (C.T.São Miguel), Daniel Rodrigues (CTF) e Pedro Lourenço. Estes são os dezasseis miúdos apurados para o Masters Nacional do Circuito Sub 10 do PNDT, a realizar nos dias 5 e 6 de Dezembro, em Lisboa. Nada nos garante que estes sejam os futuros campeões do ténis português, mas a verdade é que parecem estar no bom caminho. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Entre eles, tenho de destacar uma vez mais o ferreirense João António (na foto, ao lado de Sousa Costa) que, na Gala 2009, foi distinguido pela ATAA como Jogador do Ano. Distinção justíssima, pois o João, para além dos bons resultados a nível nacional no seu escalão, bateu também a concorrência alentejana nos Sub 12. Mas julgo que se trata igualmente de um prémio merecido  para a sua dedicada treinadora Ana Rita, para os seus pais e para o seu irmão Guilherme que muito têm feito para ajudar a crescer um jogador que, apesar de viver numa localidade onde há apenas um polidesportivo para jogar a sua modalidade preferida, tem muito para dar ao ténis português. Sei que, tal como a Pipa, o João irá passar a representar um clube que não pertence à ATAA, mas também tenho a certeza que essa decisão foi seriamente ponderada pelos seus pais, com vista a proporcionar ao jovem tenista de apenas dez anos o melhor futuro possível. Por isso, só me resta desejar ao João António toda a sorte do mundo e garantir que, pela minha parte, vou continuar a acompanhar o seu percurso, como tenista e sobretudo como pessoa, com a maior atenção!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-4587791813494743397?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/4587791813494743397/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/11/joao-antonio-jogador-ataa-2009.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/4587791813494743397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/4587791813494743397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/11/joao-antonio-jogador-ataa-2009.html' title='João António, Jogador ATAA 2009'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SxAPovFchQI/AAAAAAAAAIM/Bs3q2zH9u48/s72-c/joao+durao.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-6960601249633547299</id><published>2009-11-25T01:03:00.000-08:00</published><updated>2009-11-26T08:12:14.698-08:00</updated><title type='text'>Federer</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Swz5B0XHcfI/AAAAAAAAAIE/sT-JquDBX-Q/s1600/roger+federer.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407971062195909106" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 217px; CURSOR: hand; HEIGHT: 149px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Swz5B0XHcfI/AAAAAAAAAIE/sT-JquDBX-Q/s400/roger+federer.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É oficial! Roger Federer termina o ano de 2009 no primeiro lugar do ranking ATP, após vencer em Londres o escocês Andy Murray por 3/6, 6/3 e 6/1. São, por isso, compreensíveis as suas declarações que aqui reproduzimos a partir da edição de hoje do jornal &lt;em&gt;O Jogo:&lt;/em&gt; «Tem um significado muito grande para mim ter voltado a ser número e poder agora encerrar o ano também como número um", reagiu, numa clara alusão ao facto de após o título em Wimbledon, em Julho, ter destronado Nadal da liderança. "Está a ser um ano incrível, quer dentro quer fora dos courts, e é fantástico ter batido o recorde de títulos do Grand Slam e fechar o ano a número um", acrescentou o novo campeão mundial que, recorde-se, foi pai de gémeas no passado mês de Julho». (&lt;a href="http://www.ojogo.pt/25-278/artigo834611.asp"&gt;http://www.ojogo.pt/25-278/artigo834611.asp&lt;/a&gt; ).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E a pergunta que agora se pode fazer é esta: o que há ainda para Federer conquistar?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Na minha opinião, quase tudo. Porque estou absolutamente convencido de que o suiço trocaria todos os títulos que alcançou este ano por uma vitória inequívoca, baseada numa clara demonstração da sua superioridade tenística, na final de Roland Garros frente a um Nadal que estivesse então em super-forma. Pelos motivos conhecidos, esse duelo tantas vezes anunciado não se concretizou e, infelizmente, poderá mesmo vir a ser impossível de reeditar. Não só porque Federer está cada vez mais ameaçado pelo resto da concorrência (Del Potro, por exemplo, será depois de amanhã um &lt;em&gt;osso bem duro de roer...)&lt;/em&gt;, como porque o maiorquino parece estar a viver uma das fases mais difíceis da sua carreira. Será que em 2010 poderemos assistir a novos confrontos entre os dois maiores campeões da última década com ambos a jogar o melhor que sabem e que podem? O Ténis só teria a ganhar com isso! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Só depois de vencer esse derradeiro desafio (e isso está longe de ser um dado adquirido... por isso é que é um desafio!) Federer poderá finalmente começar a preparar a sua retirada, com uma desejada conquista da Davis Cup pelo seu país (estará Stanislas Wawrinka à altura? Julgo que sim!) e com a obtenção de uma medalha de ouro em singulares nos próximos Jogos Olímpicos de 2012 em Wimbledon!&lt;br /&gt;Por incrível que pareça, é como se Federer precisasse de vencer Nadal, com este a jogar ao seu melhor nível, para poder tornar-se definitivamente o melhor tenista de todos os tempos.&lt;/. Caso contrário, duvido que consiga esconjurar por completo o fantasma da sua "bête noire".&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, até lá, convém ir comprando os bilhetes para, no próximo Estoril Open, desfrutar o espectáculo proporcionado por um jogador exemplar em termos técnicos e profissionais, mas a quem, na minha opinião, ainda falta vencer o maior desafio da sua extraordinária carreira!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-6960601249633547299?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/6960601249633547299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/6960601249633547299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/11/federer.html' title='Federer'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Swz5B0XHcfI/AAAAAAAAAIE/sT-JquDBX-Q/s72-c/roger+federer.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-5640679850823322885</id><published>2009-11-23T04:01:00.000-08:00</published><updated>2009-11-23T13:41:24.394-08:00</updated><title type='text'>Torneio Dr. José Luís Silva: Três justos vencedores e dois destaques justificados</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SwqCROHe9dI/AAAAAAAAAH8/Kjs16bdrrqU/s1600/rocha+%26+gon%C3%A7alo"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407277534970574290" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SwqCROHe9dI/AAAAAAAAAH8/Kjs16bdrrqU/s400/rocha+%26+gon%C3%A7alo" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Terminou neste fim de semana a época desportiva do ténis alentejano e, do meu ponto de vista, o ano encerrou da melhor maneira, com a realização, nos courts do C.T. Évora, do torneio B de veteranos que recebeu o significativo nome &lt;em&gt;Dr. José Luís Silva&lt;/em&gt;. Trata-se de uma homenagem justíssima que o clube eborense (o único da ATAA que em 2009 organizou provas para os &lt;em&gt;menos novos&lt;/em&gt;... o que deveria ser objecto de reflexão por parte dos outros clubes!) decidiu prestar ao seu sócio fundador e antigo dirigente que, há muitos anos, é um grande entusiasta da nossa modalidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Houve jogos muito interessantes (alguns bem demorados, eu que o diga...) e sobretudo viveu-se um óptimo ambiente ao longo dos dois dias do torneio, tendo sido curioso que, muitas vezes, os filhos se comportam muito melhor do que os pais quando assistem aos jogos destes do que quando sucede o contrário. Jogaram-se três escalões e, segundo penso, os títulos foram atribuídos com inteiro mérito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No quadro de +35, o eborense Pedro Cruchinho (a representar o CTMN) apresentou-se num considerável apuro de forma, tendo vencido dois jogadores do Top 20 nacional deste escalão: o esquerdino Emanuel Cadorio (nos 1/4 finais) e o inglês Chris Manson (na final). O Pedro teve muitos problemas de lesões nesta temporada, mas agora que esses problemas parecem ter sido ultrapassados surgiu a jogar extremamente bem. Para além disso, é o jogador mais correcto com que alguma vez joguei, revelando um &lt;em&gt;fair-play &lt;/em&gt;e uma postura em campo exemplares.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entre os mais de 45, o aljustrelense Francisco Rocha (CT Évora) (na foto, à esquerda) venceu a prova, apesar de me parecer em forma menos boa do que em Setembro quando jogou o Nacional em Vale do Lobo. Neste escalão, destacou-se o espanhol Ignacio Gracera (CT Évora) que apresentou um ténis clássico e um magnífico &lt;em&gt;toque de bola&lt;/em&gt;. Ignacio perdeu nas meias com Rocha, mas o jogo foi muito equilibrado e interessante, tendo o português vencido sobretudo graças à sua impressionante condição física. Para o espanhol ficou a consolação de ter vencido a competição de pares de + 45, fazendo equipa com José Batanete.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por fim, nos +55, o inevitável Sebastião Fernandes arrecadou mais um troféu, apesar de por vezes ter complicado as suas vitórias frente a adversários que, para mim, jogam bastante menos do que ele. Nesta prova merece ainda realce a prestação de Alberto Macedo (CT Évora), ao oferecer excelente réplica ao finalista do torneio, José Gomes, que se superiorizou, após longas horas de &lt;em&gt;combate,&lt;/em&gt; em virtude da sua maior rodagem competitiva.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sebastião Fernandes e Pedro Cruchinho jogaram também a final de pares em + 35 tendo perdido frente ao autor destas linhas e a Gonçalo Marques (à direita, na foto), num jogo em que os finalistas vencidos acusaram, de alguma forma, o esforço dispendido nas competições de singulares.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em suma, o ténis alentejano em veteranos revela um dinamismo e uma vitalidade que, na minha opinião, os escalões mais jovens não apresentam. E isso deveria merecer uma séria reflexão de todos os que, na nossa região, gostam de Ténis! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-5640679850823322885?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/5640679850823322885/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/11/tres-justos-vencedores-e-um-destaque.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/5640679850823322885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/5640679850823322885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/11/tres-justos-vencedores-e-um-destaque.html' title='Torneio Dr. José Luís Silva: Três justos vencedores e dois destaques justificados'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SwqCROHe9dI/AAAAAAAAAH8/Kjs16bdrrqU/s72-c/rocha+%26+gon%C3%A7alo' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-7508173836644144402</id><published>2009-11-18T15:42:00.001-08:00</published><updated>2009-11-18T15:59:34.936-08:00</updated><title type='text'>Outras figuras de 2009: Boa sorte, Pipa!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SwSGmm8_t4I/AAAAAAAAAHs/z1xrnGOC5_o/s1600/DSC02839.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5405593450600970114" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SwSGmm8_t4I/AAAAAAAAAHs/z1xrnGOC5_o/s400/DSC02839.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Outro dos momentos emocionantes da Gala da ATAA 2009 foi, para mim, a despedida de Ana Filipa Santos (na foto, com o seu pai, Octávio) do Clube Ténis de Montemor e da própria Associação de Ténis alentejana. A &lt;em&gt;Pipa&lt;/em&gt; conquistou, na temporada que agora finda, tudo o que era possível vencer a nível regional, a saber: Campeonatos de Sub 14, Sub 16, Sub 18 e Absoluto em singulares femininos. Campeonato Absoluto em Pares Mistos. Campeonato por Equipas em Sub 14. Como se tudo isto não bastasse, a Ana Filipa revelou mais uma vez todo o seu potencial tenístico que faz dela uma das promissoras jogadoras portuguesas da sua geração. A sua partida representa uma grande perda para o ténis feminino alentejano? Claro que sim. Mas se a Pipa e os seus Pais, que são um exemplo no modo sempre atento mas discreto como acompanham a &lt;em&gt;carreira &lt;/em&gt;desportiva da filha, entenderam que era preferível representar o clube onde habitualmente treina em Santo André, só temos de aceitar, compreender e apoiar essa decisão. Eu continuarei a seguir a evolução daquela que neste momento é a melhor tenista do Alentejo e que, repito (porque isto é o mais importante!), vai ser com certeza uma das melhoras jogadoras nacionais. Por isso: Boa Sorte, Pipa! Os teus futuros êxitos serão também os êxitos do ténis alentejano!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-7508173836644144402?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/7508173836644144402/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/11/boa-sorte-pipa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/7508173836644144402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/7508173836644144402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/11/boa-sorte-pipa.html' title='Outras figuras de 2009: Boa sorte, Pipa!'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SwSGmm8_t4I/AAAAAAAAAHs/z1xrnGOC5_o/s72-c/DSC02839.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-6185449644362991490</id><published>2009-11-18T15:09:00.000-08:00</published><updated>2009-11-18T15:38:58.346-08:00</updated><title type='text'>Outras figuras de 2009: Sebastião Fernandes</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SwR_QFlssEI/AAAAAAAAAHk/0LQu-qVVP1E/s1600/DSC02826.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5405585367106367554" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SwR_QFlssEI/AAAAAAAAAHk/0LQu-qVVP1E/s400/DSC02826.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Costuma dizer, com orgulho, que é o atleta da Associação de Ténis do Alto Alentejo com o número de licença da FPT mais baixo, sendo por isso aquele que é federado há mais tempo e de forma ininterrupta. Não sei se isso é verdade ou não, mas também pouco interessa. Sebastião Fernandes (à direita, na foto) é uma figura incontornável do ténis alentejano e, apesar de durante esta época não ter competido tanto em provas nacionais como em anos anteriores, mais uma vez esteve em destaque nas competições mais importantes da nossa região. Assim, fez uma &lt;em&gt;dobradinha,&lt;/em&gt; vencendo o Campeonato Regional nos escalões de + 50 e de +55 anos, tendo derrotado nesta última prova o seu habitual parceiro de treinos, Manuel Rijo (à esquerda). Mas, para além disso, chegou à final de pares masculinos e de pares mistos no Regional Absoluto, o que só demonstra que, para o Sebastião, o ténis de competição é uma das muitas coisas boas da vida que ele tanto aprecia. Por outro lado, ele é uma das pessoas mais disponíveis para treinar e sobretudo para colaborar com a formação dos tenistas mais jovens que eu conheço. Tantas vezes se predispõe a fazer &lt;em&gt;sets &lt;/em&gt;com adversários mais fracos e bastante mais jovens, revelando uma paciência invulgar. O Sebastião tem um enorme talento para o ténis e, se trabalhasse mais alguns aspectos tácticos do seu jogo, julgo que muito poucas vezes perderia com tenistas nacionais do seu escalão. Talvez para o ano isso venha a suceder. Pelo menos assim o espero.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Na última Gala da ATAA, o &lt;em&gt;velho campeão,&lt;/em&gt; com o seu humor inconfundível, dizia para quem o quis ouvir, tantas foram as vezes que teve de ir ao palco receber e entregar prémios: «Canso-me mais nestas Galas do que a jogar Ténis!». E quem, como eu, o vê há tantos anos a correr &lt;em&gt;nos &lt;/em&gt;courts tem de estar de acordo! &lt;/COURTS div acordo.&lt;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-6185449644362991490?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/6185449644362991490/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/11/outras-figuras-de-2009-sebastiao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/6185449644362991490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/6185449644362991490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/11/outras-figuras-de-2009-sebastiao.html' title='Outras figuras de 2009: Sebastião Fernandes'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SwR_QFlssEI/AAAAAAAAAHk/0LQu-qVVP1E/s72-c/DSC02826.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-7201918737519069671</id><published>2009-11-18T03:52:00.000-08:00</published><updated>2010-03-10T15:46:52.777-08:00</updated><title type='text'>CTE: eterna fatalidade ou uma nova chance para mudar?</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SwPsrMbI17I/AAAAAAAAAHc/6ZYLf229XfY/s1600/cte.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5405424204588308402" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 175px; CURSOR: hand; HEIGHT: 140px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SwPsrMbI17I/AAAAAAAAAHc/6ZYLf229XfY/s400/cte.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Há dias referi-me neste blog aos motivos que, do meu ponto de vista, fazem do Clube de Ténis de Évora um &lt;em&gt;case study&lt;/em&gt;. Na verdade, este clube tinha e continua a ter todas as condições para ser o mais importante clube de ténis da região alentejana e, neste momento, não o é. Se tal se devesse ao valor e à excelência dos outros emblemas que fazem parte da ATAA, isso não constituiria um problema de maior. Mais: se fosse esse o caso, o CTE poderia aproveitar o estímulo da concorrência e, deste modo, contribuir com a sua parte para o desenvolvimento do ténis no Alentejo. Mas essa não é a realidade. O CTE não se destaca numa região tenística que, ela própria, tem um significado quase irrelevante no âmbito do ténis português que, por sua vez, está longe de ser uma potência da modalidade, como sabemos e como todos lamentamos.&lt;br /&gt;Mas voltemos ao Alentejo e ao &lt;em&gt;enigma CTE&lt;/em&gt;. Enigma, porquê? Recordo, por exemplo, a sua localização geográfica. Évora é a cidade mais importante do Alentejo. Por razões históricas e patrimoniais, pelo seu aglomerado populacional, pela sua capacidade (ainda assim escassa em relação ao potencial que, na minha opinião, tem) de atrair turismo, pela sua centralidade administrativa e pelo facto de ser a única sede de uma Universidade na região. Em suma, o CTE tinha tudo para dar certo e a verdade é que não tem dado...&lt;br /&gt;Mas, não adianta &lt;em&gt;chover no molhado&lt;/em&gt;. Para mim o que verdadeiramente falta ao CTE é quem avance com ideias para o futuro. Ou seja, há que aproveitar e potenciar o que já existe, mudar o que se considere errado e sobretudo inventar novos projectos. Só assim se respeita o esforço e a audácia daqueles que, como Jorge Soeiro Alves e José Luís Silva (que o clube homenageia todos os anos com a realização de dois torneios de veteranos com o seu nome - uma excelente iniciativa da actual direcção, de resto!), juntaram ao seu gosto pelo ténis o amor à cidade.&lt;br /&gt;Sem qualquer pretensiosismo (mas eu odeio ainda mais a falsa modéstia...) e num momento em que se avizinham eleições para os orgãos sociais do clube, permitam-me que comece por remeter o leitor para o texto aqui publicado em 12 de Outubro. Aí apresento algumas sugestões tendo vista a organização interna dos clubes de ténis. Haverá com certeza outras formas, mas, acima de tudo, penso que nos próximos quatro anos o CTE terá de balizar a sua acção dentro dos seguintes objectivos:&lt;br /&gt;1. Profissionalizar a gestão corrente do clube (com a criação do cargo de director desportivo a trabalhar em &lt;em&gt;full time&lt;/em&gt; no clube).&lt;br /&gt;2. Investir a sério e com rigor na qualificação profissional dos seus quadros técnicos.&lt;br /&gt;3. Apostar com determinação na captação e formação de jogadores: ida de técnicos às escolas de 1º ciclo através de programas de &lt;em&gt;mini-ténis&lt;/em&gt;, cativar em primeiro lugar os miúdos do Bairro do Granito para a prática do ténis através de descontos especiais na escola e no aluguer dos campos, baixar significativamente as mensalidades da escola de ténis, realização permanente (uma vez por mês, por exemplo) de competições informais - isto é, não federadas - para sócios e alunos das escolas, etc.&lt;br /&gt;4. Ter uma política desportiva coerente e sobretudo paciente. Os resultados no ténis demoram anos. São precisas várias gerações bem sucedidas para que o desenvolvimento de um clube fique assente em bases sólidas. Por isso, é indispensável estabelecer objectivos desportivos. Como? Em número de jogadores federados e &lt;em&gt;rankeados&lt;/em&gt; por escalão e não em títulos, como é evidente, pois estes dependem também da natureza aleatória de qualquer competição desportiva. O que será preferível: ter vinte jogadores com classificação FPT por escalão (ou seja, que participaram pelo menos em 3 provas federadas) ou ter um só jogador federado que, por acaso, é o campeão regional? Como se costuma dizer, &lt;em&gt;em terra de cegos...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;5. Estabelecer protocolos com empresas e estabelecimentos de ensino (Universidade de Évora, mas não só), para a realização de actividades em parceria. Não é possível que o CTE se esqueça que o ténis é uma competição eminentemente social.&lt;br /&gt;6. Aproveitar as instalações existentes para a dinamização de outras actividades sociais e desportivas no clube.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não será tarefa fácil, mas esta é claramente uma chance para mudar o rumo de um clube que, caso não inflicta a sua trajectória, num futuro cada vez mais próximo, será conhecido por um conjunto dos muros em ruina dentro dos quais, em tempos idos, algumas pessoas se divertiam com uma raquete de ténis nas mãos. Ora, o leitor terá que convir que o CTE não tem o valor estético, histórico e patrimonial do Templo Romano...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-7201918737519069671?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/7201918737519069671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/7201918737519069671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/11/cte-eterna-fatalidade-ou-uma-nova.html' title='CTE: eterna fatalidade ou uma nova chance para mudar?'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SwPsrMbI17I/AAAAAAAAAHc/6ZYLf229XfY/s72-c/cte.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-5902257796672987887</id><published>2009-11-17T13:40:00.000-08:00</published><updated>2009-11-17T14:18:44.673-08:00</updated><title type='text'>Sousa Costa e Diogo Rocha: mens sana in corpore sano</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SwMYk0f14wI/AAAAAAAAAHU/oiXYakr5e90/s1600/DSC02837.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5405190998621283074" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SwMYk0f14wI/AAAAAAAAAHU/oiXYakr5e90/s400/DSC02837.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Foi um êxito de participações a Gala dos Campeões 2009, promovida pela Associação de Ténis do Alto Alentejo. Com efeito, mais de cem pessoas juntaram-se na noite da passada sexta-feira no restaurante Senhora da Visitação em Montemor-o-Novo, para festejar mais uma temporada do ténis alentejano. Julgo que é acertada a decisão de antecipar este evento para o mês de Novembro, pois a Gala costuma coincidir com outras festas de fim de ano e de Natal, o que retira a possibilidade de muita gente interessada participar. Desta vez, a moldura humana era significativa.&lt;br /&gt;Tal como é habitual nesta ocasião, foram galardoados os campeões regionais individuais (singulares e pares) e por equipas, nos diversos escalões. Para além disso, foram distinguidos pela ATAA o jogador do ano (João António, de Ferreira Activa), o treinador do ano (Gonçalo Marques, CTMN) e o clube do ano (Clube Ténis de Montemor). Todavia, este ano foi introduzida uma novidade na Gala e a Associação decidiu atribuir um Prémio Carreira a uma pessoa que muito tem dado a ténis alentejano. Refiro-me a Sousa Costa, um &lt;em&gt;jovem&lt;/em&gt; de setenta e sete anos que é treinador (a título gracioso) e dirigente do Clube de Ténis de Aljustrel, tendo ajudado a preparar excelentes jogadores formados na localidade mineira, tais como Francisco Rocha, João Silvério ou Diogo Rocha. Coube, aliás, ao jovem Diogo (na foto, à esquerda do premiado) efectuar o discurso evocativo do homenageado, tarefa de que se saiu tão bem como quando está no &lt;em&gt;court &lt;/em&gt;a usar a sua raquete. Recordo que o Diogo Rocha, em representação do Clube de Ténis de Aljustrel, se sagrou este ano Campeão Regional de Sub 18, prémio merecido para um jogador com muito talento e que tinha estado afastado do ténis federado nos últimos anos. Mas o que mais me impressionou no Diogo esta época foi a forma (às vezes demasiado) entusiástica como apoiou o pai, Francisco, no último Nacional de Veteranos jogado no mês de Setembro em Vale do Lobo. Nessa altura, apercebi-me bem da sua enorme generosidade e da grande admiração que nutre pelo seu Pai.&lt;br /&gt;Foi este, para mim, o momento mais memorável da Gala 2009. Na verdade, Sousa Costa é um exemplo para todos nós, pois continua a participar, com entusiasmo que às vezes muitos miúdos não revelam, em competições de veteranos, tendo, de resto, sido apurado para o &lt;em&gt;Masters &lt;/em&gt;da presente edição da &lt;em&gt;Copa Ibérica&lt;/em&gt;, ao mesmo tempo que é também presença habitual no Campeonato Nacional do seu escalão. Depois de ouvir, emocionado, as palavras amigas e muito sentidas do seu pupilo Diogo, Sousa Costa limitou-se a revelar, com a simplicidade que o caracteriza, qual é o seu lema: &lt;em&gt;mens sana in corpore sano&lt;/em&gt;!&lt;br /&gt;Mas a Gala 2009 teve outros motivos de interesse. Por isso, a ela voltarei em breve.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-5902257796672987887?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/5902257796672987887/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/11/sousa-costa-mens-sana-in-corpore-sano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/5902257796672987887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/5902257796672987887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/11/sousa-costa-mens-sana-in-corpore-sano.html' title='Sousa Costa e Diogo Rocha: mens sana in corpore sano'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SwMYk0f14wI/AAAAAAAAAHU/oiXYakr5e90/s72-c/DSC02837.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-5967176980071232106</id><published>2009-11-12T08:47:00.001-08:00</published><updated>2009-11-14T14:54:13.477-08:00</updated><title type='text'>CTE, um verdadeiro "case study"?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Svw8u0ui8MI/AAAAAAAAAHM/E8YR5nCbgAw/s1600-h/cte.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5403260428063273154" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 149px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Svw8u0ui8MI/AAAAAAAAAHM/E8YR5nCbgAw/s400/cte.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Há cerca de quinze anos que sou sócio e praticante no Clube de Ténis de Évora. Assisti, por isso, a muitas transformações no clube ao longo desta década e meia. Desde logo, nos equipamentos de apoio aos campos. Quem não se recorda da &lt;em&gt;célebre barraquinha do senhor Rafael&lt;/em&gt; que, embora com uma estrutura frágil e desconfortável, criava um ambiente que infelizmente nunca mais se conseguiu recuperar? Mas a verdade é que, apesar de alguns erros cometidos (que não interessa aqui repisar), hoje as instalações do clube são incomparavelmente melhores do que em meados dos anos noventa. Para além disso, são utilizados desde há alguns anos nove &lt;em&gt;courts&lt;/em&gt; (6 de piso rápido e 3 de terra-batida), ainda que eu ache que continua a fazer muita falta um campo coberto. Por outro lado, a vida do clube passou por períodos de grande dinamismo, reflectidos no aumento do número de jogadores e na realização de muitas competições – algumas delas de considerável importância e de enorme relevo mediático (lembro os Nacionais Absolutos e de Juniores de 2005 ou ITF feminino de 10 000 dólares, no ano anterior, salvo erro). Esta dinâmica ficou a dever-se em larga medida à contratação de treinadores que passaram a desempenhar essas funções em &lt;em&gt;full-time&lt;/em&gt;, o que ajudou imenso à progressão do clube: os jogadores passaram a treinar e a jogar melhor, as competições subiram de nível em termos técnicos e organizativos. Em suma, o &lt;em&gt;meu &lt;/em&gt;clube passou a prestar um melhor serviço à modalidade. Do meu ponto de vista, o CTE, que acolheu treinadores como Gerard Quenardel, Gonçalo Marques ou Raul Antequera (para me referir apenas àqueles que trabalharam e agora já não trabalham em Évora a tempo inteiro), não se pode queixar de falta de qualidade dos seus quadros técnicos. Outra questão seria saber por que motivo estes profissionais não permaneceram durante mais tempo no clube. Também é preciso referir que o trabalho dos treinadores do CTE quase nunca viu a dimensão de fomento e de captação de jovens para o clube como uma prioridade, o que foi pena.&lt;br /&gt;Finalmente, o CTE também não tem que se lamentar de uma eventual falta de qualidade potencial dos seus atletas. Sem nunca ter feito realmente uma tentativa sistemática e consistente no fomento do ténis (e por isso o número de jogadores nunca foi o que, na minha opinião, realmente poderia ter sido), mesmo assim o CTE recebeu bastantes jogadores com atributos naturais muito adequados para a nossa modalidade. Para me referir apenas àqueles que conheci pessoalmente e com quem joguei ou treinei, e sem a preocupação de apresentar uma lista exaustiva, estou a recordar-me dos seguintes: Manuel M., Ana F., Cristina M., Inês B., Nuno L., Rui P., Nuno e Salvador C., Jorge e Pedro N., Bruno e Filipe M., João A., Jorge F., Carlos F., André e Joana H., Duarte D., André R., José L., António T., Rita, Miguel e Rodrigo P, Afonso M. Indico estes nomes sem os identificar por completo, pois esta lista é pessoal e, se calhar, estou a esquecer-me de outros com tantas ou mais aptidões para o ténis. Todos estes jogadores começaram a jogar ou pelo menos passaram pelo clube do Granito. Por isso, pergunto: quantos deles foram devidamente aproveitados para o ténis pelo clube? Não estou a dizer que qualquer um deles reunisse as condições necessárias para seguir uma carreira profissional. Bem vistas as coisas, acho que nenhum deles lá poderia chegar com bases suficientemente sólidas, ainda que em rigor nunca seja possível fazer esse cálculo com absoluta certeza. Porém, no meu entender, todos ficaram aquém do que o seu potencial prometia. E, pior, abandonaram o ténis ou andam lá perto.&lt;br /&gt;Ora, a principal preocupação de um clube de ténis é fazer tudo (ou quase) para que os seus membros e em especial aqueles que pretendem (aprender a) jogar ténis alcancem esse objectivo. Se possível, ao longo de toda a sua vida. Ou seja, os clubes precisam de se preocupar antes de mais com isto: que quem chegue ao clube aprenda e que continue a jogar, independentemente do nível a que jogue. Reconheço que, neste processo, há muitos factores que os clubes não podem controlar. Por exemplo, há jogadores que se lesionam, podendo isso constituir um factor que impeça a sua continuidade no ténis. Ou muitas vezes os jovens decidem escolher outro desporto. Mas por que motivo nenhum dos jogadores referidos – e eu acho que todos eles tinham bastante &lt;em&gt;jeito&lt;/em&gt; e gostavam de ténis! – pratica neste momento (pelo menos que eu saiba) a modalidade que, a certa altura, escolheu? Se repararmos na lista de praticantes licenciados no site FPT, verificamos que nenhum destes nomes lá aparece.&lt;br /&gt;Esta é uma das razões – para mim, a mais decisiva – para considerar o Clube de Ténis de Évora um verdadeiro &lt;em&gt;case study&lt;/em&gt;. Julgo que o CTE é, por razões históricas e em virtude da sua localização geográfica e da qualidade das suas instalações, o clube do Alentejo com mais potencial. Infelizmente isso não tem sido verdadeiramente aproveitado. Quem perde com a situação é o ténis e, em especial, o ténis alentejano. Exagero meu? Julgo que não. Quantas equipas conseguirá o CTE apresentar nos campeonatos regionais do grupo juvenil no próximo ano? Que futuro pode ter um clube de ténis que não aposta na formação de jovens jogadores? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Contudo, como acho que este não é um destino inevitável, em próximo texto irei apresentar algumas propostas que, do meu ponto de vista, poderão ajudar o CTE (se os sócios e os futuros corpos sociais do clube assim o quiserem, como é óbvio!) a atingir um patamar que até agora, e apesar dos inegáveis progressos acima referidos, ainda não conseguiu atingir. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-5967176980071232106?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/5967176980071232106/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/11/cte-um-verdadeiro-case-study_12.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/5967176980071232106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/5967176980071232106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/11/cte-um-verdadeiro-case-study_12.html' title='CTE, um verdadeiro &quot;case study&quot;?'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Svw8u0ui8MI/AAAAAAAAAHM/E8YR5nCbgAw/s72-c/cte.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-4390031606020694026</id><published>2009-11-08T15:52:00.000-08:00</published><updated>2009-11-08T16:23:46.391-08:00</updated><title type='text'>10 ideias simples para melhorar o ténis no Alentejo</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Svdgju2tE5I/AAAAAAAAAG8/9LbVV2BVGFI/s1600-h/Tennis+kid.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401892445043364754" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Svdgju2tE5I/AAAAAAAAAG8/9LbVV2BVGFI/s400/Tennis+kid.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;1. Apostar a sério e em todos os concelhos da região na divulgação da modalidade nos escalões sub 10 através de programas de mini-ténis nas escolas com treinadores devidamente preparados para o efeito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;2. Fornecer bolsas de apoio ou mesmo formas de isenção de pagamento aos miúdos que, no decurso desses programas, revelarem mais aptidão (empenho, disponibilidade motora, comportamento, habilidade) para a modalidade. Seria uma forma de atenuar o exagerado diferencial que há entre o mini-ténis gratuito nas escolas e o ténis altamente dispendioso nos clubes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;3. Fomentar a competição não oficial no interior dos clubes e restringir o número de torneios federados e, assim, privilegiar a qualidade em detrimento da quantidade na organização das provas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;4. Criar um circuito de provas dos escalões sub 12, sub 14 e sub 16 para rapazes e para raparigas com uma etapa em cada um dos clubes da região. No fim do ano, realizar um &lt;em&gt;masters &lt;/em&gt;com os oito melhores classificados de cada escalão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;5. Juntar os melhores atletas de cada escalão (dos sub 12 aos +50) numa espécie de &lt;em&gt;selecção&lt;/em&gt; do Alentejo com vista a obter melhores resultados nos nacionais por equipas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;6. Fomentar a competição dessas &lt;em&gt;selecções&lt;/em&gt; do Alentejo com jogadores da Extremadura e da Andaluzia (Espanha).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;7. Realizar competições sociais (torneios inter-famílias, inter-escolas, inter-empresas, etc) como forma de atrair mais pessoas as clubes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;8. Construir pelo menos dois campos cobertos na região.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;9. Diminuir consideravelmente os preços dos alugueres dos campos e das prestações mensais nas escolas de ténis dos clubes e divulgar massivamente essas baixas de preços.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;10. Pôr os interesses do Ténis à frente dos interesses dos jogadores, dos treinadores, dos dirigentes e das famílias de todos eles.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-4390031606020694026?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/4390031606020694026/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/11/10-ideias-simples-para-melhorar-o-tenis.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/4390031606020694026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/4390031606020694026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/11/10-ideias-simples-para-melhorar-o-tenis.html' title='10 ideias simples para melhorar o ténis no Alentejo'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Svdgju2tE5I/AAAAAAAAAG8/9LbVV2BVGFI/s72-c/Tennis+kid.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-972075170871674511</id><published>2009-11-04T05:26:00.000-08:00</published><updated>2009-11-04T05:51:34.615-08:00</updated><title type='text'>A grande festa do Ténis Alentejano</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SvGCupIU-xI/AAAAAAAAAGM/YLAyG6rMuMY/s1600-h/restaurante.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5400241166020311826" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 252px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SvGCupIU-xI/AAAAAAAAAGM/YLAyG6rMuMY/s400/restaurante.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;É já no próximo dia 13 (sexta-feira) - se acreditasse em superstições, diria que a data pode dar azar! - que se realiza em Montemor-o-Novo, no restaurante Sra da Visitação, o tradicional jantar de Gala da Associação de Ténis do Alto Alentejo. É uma reunião que desde há anos se realiza e na qual são entregues os troféus respeitantes aos diversos campeões regionais individuais (singulares e pares) e por equipas de todas as provas regionais que se realizaram ao longo do ano. Outro momento alto desta festa é a atribuição de prémios aos Jogador, Treinador e Clube do Ano, designados pela ATAA, de acordo com critérios previamente acordados por todos os Clubes. Consta que, na edição desta temporada, será ainda entregue um Prémio Especial. Eis as lista dos campeões de 2009:&lt;br /&gt;Regionais Individuais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sub 12&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;SM Campeão: João António – Finalista: João Maria Lima&lt;br /&gt;SF Campeã: Didiana Mariano – Finalista:Rita Rodrigues&lt;br /&gt;PM Campeões: João António/ David Pedreirinho – Finalistas:Eduardo Martins/ Samuel Santos&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sub 14&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;SM Campeão: Pedro Santos – Finalista: Gonçalo Saúde&lt;br /&gt;SF Campeã: Ana F Santos – Finalista: Maria Cruz&lt;br /&gt;PM Campeões: Pedro Santos/ Gonçalo Saúde – Finalista: João Marques/ Afonso Costa                                             &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sub 16&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;SM Campeão: Pedro Santos – Finalista: António Vedor&lt;br /&gt;SF Campeã: Ana F Santos – Finalista: Gabriela Macedo&lt;br /&gt;PM Campeões: João Marques/ Gonçalo Canita – Finalistas: António Vedor/ David Escudeiro&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sub 18&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;SM Campeão: Diogo Rocha – Finalista: Gonçalo Saúde&lt;br /&gt;SF Campeã: Ana F Santos – Finalista: Patrícia Guerra&lt;br /&gt;PM Campeões: João Bule/ Ricardo Santos – Finalistas: Guilherme Palma/ Miguel Nunes&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Seniores&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Campeão: José Ferreira – Finalista: Gonçalo Simões&lt;br /&gt;Campeã: Ana F Santos – Finalista: Marta Correia&lt;br /&gt;Campeões: João Lima/ Gonçalo Marques – Finalistas: Sebastião Fernandes/ José Ferreira&lt;br /&gt;Campeões: Ana F Santos/ Gonçalo Marques – Finalistas: Marta Correia/ Sebastião Fernandes&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Veteranos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Campeão: +35 – Francisco Rocha – Finalista: Gonçalo Marques&lt;br /&gt;Campeão: +40 – João Lima – Finalista: José Batanete&lt;br /&gt;Campeão: +45 – José Batanete – Finalista: José Minas&lt;br /&gt;Campeão: +50 – Sebastião Fernandes – Finalista: Joaquim Simões&lt;br /&gt;Campeão: +55 - Sebastião Fernandes – Finalista: Manuel Rijo&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Campeões Regionais Equipas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sub 12 – CT Montemor; Sub 14M – CT Évora; Sub 14 F– CT Montemor; Sub 16 – CT Montemor; Seniores – CT Montemor; Veteranos +35 – CET Elvas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, há muitos prémios para distribuir e é, sobretudo, uma óptima ocasião para, num ambiente de grande &lt;em&gt;fair-play&lt;/em&gt;, todos os atletas, treinadores, pais e dirigentes conviverem entre si.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-972075170871674511?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/972075170871674511/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/11/grande-festa-do-tenis-alentejano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/972075170871674511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/972075170871674511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/11/grande-festa-do-tenis-alentejano.html' title='A grande festa do Ténis Alentejano'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SvGCupIU-xI/AAAAAAAAAGM/YLAyG6rMuMY/s72-c/restaurante.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-7422251936243593721</id><published>2009-11-03T08:17:00.000-08:00</published><updated>2009-11-03T12:57:30.369-08:00</updated><title type='text'>Olha que dois cromos...</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SvBia-6kctI/AAAAAAAAAGE/EXTWuBdtl3Y/s1600-h/tulasne+e+simon.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399924168922002130" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SvBia-6kctI/AAAAAAAAAGE/EXTWuBdtl3Y/s400/tulasne+e+simon.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A contra-ciclo das notícias tenísticas do dia, desde as péssimas, como a possibilidade (porventura merecida) de Agassi vir a perder a medalha de ouro dos Jogos Olímpicos de Atlanta (1996) pelos motivos já aludidos em anterior post, até às excelentes como a confirmação dada por João Lagos da presença de Federer na próxima edição do Estoril Open, volto a publicar algumas das minhas recordações pessoais como espectador da mais importante prova internacional que se disputa em Portugal. Devo dizer que os meus dias preferidos para me deslocar ao Jamor são a segunda, a terça ou a quarta, pois é nessa altura que podemos ver maior número de jogadores quer em competição (dedico especial atenção aos pares, como devem perceber pelo que aqui tenho escrito), quer sobretudo em treino. Durante a última edição do Estoril Open, assisti a um episódio que julgo ser bastante interessante. Caminhava eu na direcção do &lt;em&gt;centralito&lt;/em&gt; quando me cruzei com uma figura conhecida. Um tipo careca com um rosto muito marcado por cicatrizes que parecem ser resultado de acne juvenil e com uma forte compleição física, apesar de não ser muito alto. De quem se tratava? Thierry Tulasne. Quem?!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sim, Thierry Tulasne, um dos melhores jogadores franceses da sua geração, e que é agora o treinador de ... Gilles Simon. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tulasne foi um jogador que prometeu muito enquanto júnior – os franceses apostavam mais nele do que em Leconte (têm a mesma idade, 46 anos) – mas a verdade é que foi menos bem sucedido na sua carreira profissional. Ainda assim, alcançou o 10º lugar do ranking ATP em 1986, com 23 anos portanto. Contudo, Leconte, o &lt;em&gt;ritton&lt;/em&gt; (como era conhecido pelos jornalistas franceses devido ao seu &lt;em&gt;feitio mimado&lt;/em&gt;) teve de facto mais sucesso: finalista de Roland Garros, onde levou um banho de ténis do Wilander, nº 5 ATP e sobretudo vencedor da Taça Davis ao lado de Noah e de Forget. Venceu ainda Roland Garros (1984) em pares fazendo equipa com o seu amigo Yannick. Tulasne era um típico jogador de terra batida (chegou a atingir as 1/2 finais de Monte Carlo) e as suas melhores pancadas eram a esquerda e a direita, sempre poderosas e muito liftadas. Contudo, julgo que não terá evoluído o suficiente nos outros sectores do jogo para justificar nas competições profissionais o nível evidenciado nos torneios juniores (nº 1 mundial e vencedor de vários torneios do &lt;em&gt;Grad Slam&lt;/em&gt; neste escalão). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pois bem era Tulasne quem descia as escadas que dão acesso ao &lt;em&gt;centralito &lt;/em&gt;e, atrás dele, balouçando uma única raquete, quase com medo que dessem por ele, o &lt;em&gt;top ten &lt;/em&gt;Gilles Simon (no início de 2009, era apenas o número 6 mundial, tendo agora descido para 12º lugar, muito por força de uma lesão num joelho). Estes dois tipos banais foram quase &lt;em&gt;atropelados&lt;/em&gt; por uma multidão que, visivelmente, não os reconheceu. Ou, mesmo que os tenha reconhecido, não lhes deu a mínima importância. Não foi o meu caso, pois fiz meia volta e pus-me a perseguir aqueles dois &lt;em&gt;cromos&lt;/em&gt; que pareciam ser uns daqueles frequentadores habituais de fim de semana do Estádio Nacional, com uma só raquete na mão e com &lt;em&gt;t-&lt;/em&gt;shirts banalíssimas, mas adequadas para treinar (parecidas com as da foto, diga-se). Dirigiram-se para um dos &lt;em&gt;courts&lt;/em&gt; secundários do Jamor onde, após esperarem pacientemente que o irmão e o sobrinho de Davydenko acabassem a sessão de treino com uma jovem tenista que, confesso, não faço a mais pequena ideia quem seja e após Tulasne ir resolver demoradamente o pequeno pormenor de se terem esquecido das bolas de treino, começaram finalmente treinar. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Primeira nota: não fizeram o mais pequeno exercício de aquecimento sem raquete (admito que tivessem feito isso no ginásio ou noutro sítio qualquer...), começando a trocar bolas em ritmo de mini-ténis e rapidamente passaram a bater do fundo de campo, com Simon a troçar das dificuldades que Tulasne manifestava ao cortar a sua esquerda que, quase invariavelmente, ou ficava na rede ou ia fora. Enfim, tudo se passava como se tratassem de dois amigos (e ao que parece são mesmo...) que praticam um ténis social.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Segunda nota: o absoluto &lt;em&gt;toque de bola&lt;/em&gt; de Simon que, em meu entender, é um dos mais talentosos jogadores da actualidade. Excelente jogo de pés (é um falso lento, um pouco no estilo de outro grande e esquecido tenista, o checo Miroslav Mecir) e uma capacidade quase inacreditável de bater a bola na subida, retirando assim tempo de reacção ao adversário.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Terceira nota: a quase completa indiferença dos espectadores em relação a este treino, pois nas bancadas estava apenas eu e dois jornalistas franceses que trabalhavam numa reportagem sobre Simon para um canal televisivo francês. O &lt;em&gt;cameraman &lt;/em&gt;chegou a explanar-me uma teoria - que não é totalmente absurda - segundo a qual, antes de Nadal &lt;em&gt;inventar &lt;/em&gt;a sua técnica de direita, já o Tulasne terminava o movimento em cima da cabeça.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enfim, no court estavam dois tipos que visivelmente fazem o que gostam (e são muitíssimo bem pagos por isso...) e que, para além disso, passam despercebidos entre as multidões. Em termos de popularidade, Simon é uma espécie de anti-Nadal ou de anti-Federer e, no entanto, já venceu os dois. Dos quatro membros da nova geração de &lt;em&gt;mosqueteiros&lt;/em&gt; do ténis gaulês, e apesar do talento de Tsonga, da espectacularidade de Monfils e da fabulosa &lt;em&gt;backhand &lt;/em&gt;de Gasquet (uma espécie de&lt;em&gt; ritton &lt;/em&gt;dos dias de hoje), talvez Simon não seja o que tem menor qualidade e potencial(eu acho que não é!), mas é de certeza o menos referido e o menos falado. E, valha a verdade, este jogador &lt;em&gt;low profile&lt;/em&gt; também não parece importar-se muito com isso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quanto a Tulasne, também parecia muito pouco aborrecido com a indiferença das multidões. Pelo contrário o seu estilo era como se pensasse «Isso é coisa para os &lt;em&gt;Nadais &lt;/em&gt;e para os &lt;em&gt;Federer&lt;/em&gt;, como noutros tempos foi para os &lt;em&gt;Noahs&lt;/em&gt; e para os &lt;em&gt;Lecontes... &lt;/em&gt;E ainda bem!»&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Duas horas depois, Simon estava no Central para despachar, com a mesma naturalidade com que treina, o seu adversário daquele dia, o italiano Fognini, sempre sob o olhar atento do &lt;em&gt;vieux Thierry&lt;/em&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-7422251936243593721?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/7422251936243593721/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/11/olha-que-dois-cromos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/7422251936243593721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/7422251936243593721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/11/olha-que-dois-cromos.html' title='Olha que dois cromos...'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SvBia-6kctI/AAAAAAAAAGE/EXTWuBdtl3Y/s72-c/tulasne+e+simon.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-4709461116529892463</id><published>2009-10-31T07:38:00.000-07:00</published><updated>2009-11-02T07:54:58.065-08:00</updated><title type='text'>Vantagem da Resposta</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuxStlSYGiI/AAAAAAAAAFY/vDzxNPaMVPc/s1600-h/djokovic.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398780996367161890" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuxStlSYGiI/AAAAAAAAAFY/vDzxNPaMVPc/s400/djokovic.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É normal vermos um jogador bastante zangado ou até bastante frustrado quando faz uma dupla falta. Isso compreende-se porque a responsabilidade desse erro é exclusivamente do jogador que o comete. Um tenista ou uma tenista (como Michelle Brito ou Elena Dementieva), que vêem o seu golpe de saída como uma dificuldade e não como uma arma, precisam de encontrar outros trunfos para que este aspecto menos bom do seu jogo não pese em demasia. Não espanta assim que quase toda a gente considere o serviço como um (senão o) golpe mais importante de um jogador de ténis. Ou que haja quem diga - e com bastante razão, a meu ver - que um tenista se define pela qualidade do seu segundo serviço, pois um &lt;em&gt;cannon ball &lt;/em&gt;com percentagens muito reduzidas de êxito no primeiro saque não consegue controlar como gostaria os seus jogos de serviço.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No entanto, se repararmos, cerca de metade dos pontos num encontro de ténis não se inicia com o serviço, mas, sim, com a resposta. Ora, quando os jogadores falham este golpe, e talvez porque não se trata de um erro que não é absolutamente não provocado, o grau de insatisfação é bastante menor do que quando erram dois serviços seguidos. Pois bem, mesmo que se considere que é mais difícil responder do que servir (e, em princípio, é), não deixa de ser estranho que a maioria dos jogadores não dedique mais atenção à resposta. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por exemplo, durante os treinos, é frequente vermos uma fila de, vamos supor, quatro jogadores a tirar bolas de um cesto e a servir &lt;em&gt;para ninguém responder&lt;/em&gt;. Ora, porque não aproveitar esses momentos para se treinar também a resposta? Dois benefícios para este modelo de treino, para além de se executar e aperfeiçoar esta pancada tantas vezes esquecida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;1) O treino do servidor está a ser constantemente &lt;em&gt;avaliado&lt;/em&gt;, pois, se ele não consegue acertar os serviços com uma boa percentagem, o jogador da resposta não está ali a fazer nada e começará obviamente a reclamar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;2) Perde-se menos tempo a apanhar as bolas e a colocá-las outra vez no cesto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um outro aspecto que às vezes tenho dificuldade em perceber é o facto de frequentemente o jogador que responde não ter um plano na execução do golpe. Já estou a imaginar a pergunta. Como é possível tê-lo se, antes de responder, não sabe ainda como vai ser o serviço? Esta objecção parece boa, mas não é verdadeira, pelo menos em termos absolutos. Na resposta ao segundo serviço, o leque de opções da resposta aumenta consideravelmente e, muitas vezes, quando  um jogador falha uma resposta a um segundo saque isso não o aborrece mais do que quando sofre um &lt;em&gt;ace&lt;/em&gt;. Por outro lado, muitos jogadores não se preocupam em &lt;em&gt;ler o serviço &lt;/em&gt;do seu antagonista e a verdade é que, dessa leitura, podem advir muitas vantagens. Finalmente, o jogador da resposta pode decidir múltiplas estratégias, a saber: o sítio do &lt;em&gt;court&lt;/em&gt; onde se coloca para receber o serviço (repare-se como Djokovic, na foto, prepara a resposta bastante afastado da linha de fundo), a direcção para onde vai enviar a resposta (cruzada, ao longo, contra o corpo do servidor - obrigando-o muitas vezes a recuar!-, mais ou menos comprida), qual o efeito que vai usar (o slice é muito útil, sobretudo contra serviços com força e com pouco efeito, mas atenção que a preparação do golpe tem de ser curta) e até se vai ficar no fundo do campo ou, pelo contrário, vai aproveitar um serviço mais fácil para atacar e avançar logo para a rede.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Enfim, muito mais há a dizer sobre a resposta ao serviço, mas talvez valha a pena pensar nas inegáveis vantagens da resposta porque, sem grande esforço, é possível extrair dela enormes benefícios. Ou seja, a vantagem da resposta não é apenas a tradução portuguesa para &lt;em&gt;break-point&lt;/em&gt;. Por outras palavras, porque não jogar todos pontos em que respondemos como se fossem verdadeiros &lt;em&gt;break-points&lt;/em&gt;?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-4709461116529892463?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/4709461116529892463/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/vantagem-da-resposta_31.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/4709461116529892463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/4709461116529892463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/vantagem-da-resposta_31.html' title='Vantagem da Resposta'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuxStlSYGiI/AAAAAAAAAFY/vDzxNPaMVPc/s72-c/djokovic.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-4091614712173965183</id><published>2009-10-29T02:15:00.001-07:00</published><updated>2009-10-29T09:56:40.601-07:00</updated><title type='text'>Andre Agassi</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuldfCA1w9I/AAAAAAAAAFI/zatdk1Mv084/s1600-h/agassi.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397948416077972434" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 270px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuldfCA1w9I/AAAAAAAAAFI/zatdk1Mv084/s400/agassi.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SulWFgPiRGI/AAAAAAAAAFA/U4i97utNNoo/s1600-h/agassi.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Hoje, o meu dia não começou bem. Ao comprar os jornais na tabacaria habitual, fiquei surpreendido com o destaque conferido por jornais desportivos e até pelos matutinos generalistas ao ténis. Porque será? Frederico Gil perdeu ontem, ao que parece sem oferecer grande resistência, com Radek Stepanek em Viena. Se o resultado tivesse sido o inverso, esse jogo teria com certeza honras de primeira página, apesar das (não) notícias que os &lt;em&gt;diários futeboleiros&lt;/em&gt; dedicam ao não acontecimento da (suposta) permanência de Paulo Bento como treinador de futebol do Sporting. Mas, não, infelizmente não é do Gil que se fala em todos os jornais. O destaque oferecido ao ténis é  uma espécie de presente envenenado. Tem a ver a publicação de excertos da biografia de Andre Agassi no jornal alemão &lt;em&gt;Bild&lt;/em&gt;, apesar de o livro apenas chegar às bancas americanas no próximo dia 9. O que surge nesses excertos agora publicados?&lt;br /&gt;Em 1997, quando Agassi, após ter vencido três títulos do Grand Slam - Wimbledon (1992), US Open (1994) e Australian (1995) - e um ano após ter arrebatado a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos (Atlanta), se arrastava pelo 141º lugar do ranking ATP e vivia ainda dificuldades no seu primeiro casamento com a actriz Brooke Shields, recorreu a um estimulante com o nome de &lt;em&gt;Crystral Meth&lt;/em&gt; (metanfetamina), situação que foi registada num controle anti-doping positivo. O que agora Agassi revela também é que nessa altura escreveu uma carta à ATP onde, recorrendo deliberadamente a uma mentira, invocou a desculpa de ter bebido, sem o saber, por um copo de um amigo, esse sim toxicodependente e que assim o teria &lt;em&gt;contaminado&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Devo dizer que estes factos agora vindos a público não constituem uma novidade absoluta. Recordo-me que o sueco Magnus Norman (salvo erro, mas não tenho agora tempo para ir confirmar esta minha impressão. Se verificar que se trata de uma imprecisão, prometo corrigi-la logo que possa), o actual treinador do sueco Robin Soderling, em tempos já terá insinuado que algo se teria passado com o Kid de Las Vegas e com o doping. Enfim, mas este aspecto não é o mais relevante. O que agora fica em causa é se a ATP foi ou não cúmplice desta desonestidade. É fácil de perceber que os danos económicos de uma suspensão por dopagem a Agassi têm um efeito infinitamente superior se comparados com o que aconteceu alguns anos depois, por exemplo, com o argentino Mariano Puerta que viu interrompida a sua carreira por dois anos e nunca mais voltou a atingir o nível anteriormente alcançado. Ora, Puerta invocou precisamente a mesma atenuante que Agassi apresentou na tal carta e isso de nada lhe serviu. Leio nos jornais de hoje que a ATP vem agora afirmar que nada poderia fazer para controlar a veracidade das declarações de Agassi. Mas ficará para sempre a suspeita de uma eventual conivência, quanto mais não seja por omissão...&lt;br /&gt;No meio de todo este imbróglio, que irá com certeza ter desenvolvimentos nos próximos dias, registe-se a coragem de Agassi, hoje um exemplar pai de família (cf. video publicitário em &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=zPQJ-GoATxg"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=zPQJ-GoATxg&lt;/a&gt;) e marido de Steffi Graf, em assumir o seu lamentável erro. Contudo, e como já aqui disse há dias, a dopagem é um assunto extremamente complexo e delicado e, por isso, a ele terei de regressar em breve.&lt;br /&gt;Mas a verdade é que o desporto, e o ténis em particular, sai mais uma vez maltratado duma história pouco edificante.&lt;br /&gt;Por isso, hoje, quem gosta realmente de ténis não pode ter começado bem o dia... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-4091614712173965183?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/4091614712173965183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/4091614712173965183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/andre-agassi.html' title='Andre Agassi'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuldfCA1w9I/AAAAAAAAAFI/zatdk1Mv084/s72-c/agassi.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-5351122498607761311</id><published>2009-10-25T08:32:00.001-07:00</published><updated>2009-10-25T09:00:35.826-07:00</updated><title type='text'>Duas dicas para o parceiro do jogador que serve!</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuRv9Ohhs-I/AAAAAAAAAE4/yfleNo24MTk/s1600-h/Digitalizar0001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396561351158117346" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 291px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuRv9Ohhs-I/AAAAAAAAAE4/yfleNo24MTk/s400/Digitalizar0001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Já aqui chamei a atenção para a importância formativa do jogo de pares, mas a verdade é que não basta jogar pares. É preciso &lt;em&gt;aprender a jogar pares&lt;/em&gt;! Ora, muitas vezes joga-se pares para encher um &lt;em&gt;court&lt;/em&gt; com quatro jogadores. Numa velha revista onde já retirei uma foto anteriormente (veja-se post dedicado a Ivan Lendl), encontrei também a preciosa secção &lt;em&gt;Aguero responde&lt;/em&gt;. E aqui os jogadores de pares podem obter resposta para duas das mais discutidas questões entre os apreciadores desta variante:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Quem recua para apanhar o balão quando este é usado na resposta ao serviço?&lt;br /&gt;2. Devo ou não devo tentar interceptar a resposta na rede?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É favor clicar na imagem e encontrar &lt;em&gt;uma &lt;/em&gt;(para mim boa) resposta a estas duas perguntas. São as duas últimas secções desta página, mas também não se perde nada se lermos todo o artigo.&lt;br /&gt;Claro que este problema só se verifica quando o parceiro do jogador que serve se encontra junto à rede (já agora, bem encostado à rede ou mais afastado?). E, de facto, em princípio, é isso que deve acontecer, mas por vezes há também boas razões para os dois jogadores permanecerem lá atrás.&lt;br /&gt;Um dias destes, voltarei a este tema...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-5351122498607761311?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/5351122498607761311/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/duas-dicas-para-o-parceiro-do-jogador.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/5351122498607761311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/5351122498607761311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/duas-dicas-para-o-parceiro-do-jogador.html' title='Duas dicas para o parceiro do jogador que serve!'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuRv9Ohhs-I/AAAAAAAAAE4/yfleNo24MTk/s72-c/Digitalizar0001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-1210733572092245721</id><published>2009-10-25T07:11:00.000-07:00</published><updated>2009-10-25T07:52:45.098-07:00</updated><title type='text'>Ricardo Santos e David "Baghdatis" Pedreirinho</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuRllm_vrMI/AAAAAAAAAEw/sCpzeGDpVi0/s1600-h/ricardo+santos.BMP"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396549950294174914" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuRllm_vrMI/AAAAAAAAAEw/sCpzeGDpVi0/s400/ricardo+santos.BMP" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuRjf5cIHHI/AAAAAAAAAEo/zAYNIOlAHaE/s1600-h/david+2.BMP"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396547653142584434" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuRjf5cIHHI/AAAAAAAAAEo/zAYNIOlAHaE/s400/david+2.BMP" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuRffkae4UI/AAAAAAAAAEg/QUucTaSHaAE/s1600-h/david+1.BMP"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396543249452032322" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuRffkae4UI/AAAAAAAAAEg/QUucTaSHaAE/s400/david+1.BMP" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuReXzmZoSI/AAAAAAAAAEY/1-k637eZrww/s1600-h/baghadtis.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396542016577970466" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 291px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuReXzmZoSI/AAAAAAAAAEY/1-k637eZrww/s400/baghadtis.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Uma boa notícia de hoje é a vitória de Ricardo Santos (Clube Ténis de Moura) num torneio C de sub 18 em Évora. O Ricardo (na primeira foto) é mais um &lt;em&gt;produto &lt;/em&gt;da escola dirigida por Valdemiro Correia e tem registado uma progressão assinalável. Desde há muito que apresenta um ténis bastante sólido (apesar do serviço ainda ter uma enorme margem de progressão...), mas hoje impressionou-me a calma e a paciência com que jogou o encontro da final.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Neste &lt;em&gt;blog &lt;/em&gt;tenho vindo a chamar a atenção para a importância dos resultados desportivos dos jovens tenistas alentejanos. Isso é normal porque o ténis é antes de mais um jogo ou uma competição e porque julgo que é saudável que os jogadores mais novos se habituem a lidar com o facto de que, no ténis, o objectivo é ganhar. No entanto, muitas vezes as pessoas esquecem-se que, na progressão natural dos jogadores (em especial quando estão em formação), é por vezes necessário parar para reflectir (ou até &lt;em&gt;dar&lt;/em&gt; &lt;em&gt;um passo atrás&lt;/em&gt; ...) pois só assim se consegue continuar o caminho em bases mais seguras. Esta situação aplica-se, quanto a mim, a um dos jogadores mais simpáticos e mais talentosos do ténis juvenil alentejano. É o chamado David "Baghdatis" Pedreirinho (boa escolha, este nome...) que, esta manhã, em Évora, tive o prazer de ver jogar mais uma vez e que ilustra as palavras que atrás escrevi. É um jovem jogador que tem um nível técnico invulgar para a sua idade (é sub 12 de último ano), mas não tem obtido os resultados que, à partida, estariam ao seu alcance. Mesmo assim, manifesta uma alegria e um gosto pelo ténis que, no futuro, só podem vir a dar frutos. Hoje perdeu na meia-final de um torneio de sub 14 frente a um adversário bastante mais desenvolvido fisicamente (José Fortes que, esta época, joga também por Montemor), mas comportou-se muito bem, revelando mais uma vez o seu grande potencial. Falta-lhe talvez trabalhar um pouco mais fisicamente, porque, para além de tudo, o David tem uma outra óptima e rara qualidade: ouve com atenção tudo o que lhe diz o seu treinador, Gonçalo Marques. Força, "Baghdatis"! É esse o caminho...&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-1210733572092245721?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/1210733572092245721/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/ricardo-santos-e-david-baghdatis.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/1210733572092245721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/1210733572092245721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/ricardo-santos-e-david-baghdatis.html' title='Ricardo Santos e David &quot;Baghdatis&quot; Pedreirinho'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuRllm_vrMI/AAAAAAAAAEw/sCpzeGDpVi0/s72-c/ricardo+santos.BMP' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-1547175723108905817</id><published>2009-10-24T15:11:00.000-07:00</published><updated>2009-12-15T07:22:32.101-08:00</updated><title type='text'>Didi, João e Marcio ... ou um dia em cheio no Jamor!</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuODzldBYVI/AAAAAAAAAEQ/33doRK0pY5k/s1600-h/joao+antonio.BMP"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396301700770390354" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuODzldBYVI/AAAAAAAAAEQ/33doRK0pY5k/s400/joao+antonio.BMP" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuOCscW5eMI/AAAAAAAAAEI/YAPz4dcboMI/s1600-h/didi.BMP"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396300478558075074" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuOCscW5eMI/AAAAAAAAAEI/YAPz4dcboMI/s400/didi.BMP" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuN9ftx7CsI/AAAAAAAAAEA/iRv1z5ZWXE0/s1600-h/marcio+e+ana.BMP"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396294762338388674" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuN9ftx7CsI/AAAAAAAAAEA/iRv1z5ZWXE0/s400/marcio+e+ana.BMP" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Dediquei este sábado ao ténis e, por isso, viajei até Lisboa para participar numa competição de veteranos. Mas, como só jogava a meio da tarde, aproveitei para ir um pouco mais cedo e para dar um salto ao Jamor, onde decorria a jornada nacional do PNDT. Já escrevi aqui sobre esta iniciativa da Federação que considero globalmente positiva. Este modelo do encontro nacional parece-me mais feliz do que o circuito, pois, pelo que vi hoje, a competitividade de miúdos (e sobretudo de pais e de treinadores) parece-me gerida com mais sensatez. Em rigor, não há vencidos e todos vencem, pois jogam, convivem e divertem-se. Gostei particularmente de observar a alegria dos miúdos na fila para o almoço que, como dizia um deles, era &lt;em&gt;à borlix&lt;/em&gt;. Aspecto importante foi também a sessão de esclarecimento dedicada aos pais (não assisti, mas verifiquei como, num ar meio sério meio divertido, uma mãe procurava pôr em prática alguns dos bons ensinamentos certamente aí recebidos), assim como a presença do presidente da FPT, num sinal claro de que esta é uma das grandes apostas da sua direcção.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Estiveram presentes três tenistas sub 10 do Alentejo: Didiana Mariano (Montemor) e João António e Marcio Serro (ambos da Ferreira Activa que, só com um polidesportivo ao que me dizem em muito mau estado, &lt;em&gt;continua a marcar pontos!&lt;/em&gt;), que, no magnífico ambiente do Estádio Nacional, passaram com certeza um fim de semana bem agradável. O João (na primeira foto) já está acostumado a estas andanças, pois foi apurado pela terceiro ano consecutivo para estar presente em Lisboa. A sua prestação foi, como de costume, muito elogiada. A Didi (na segunda foto) e o Marcio (na foto mais em baixo, com a treinadora Ana Rita) estão menos &lt;em&gt;rodados&lt;/em&gt;, mas mostraram como foi merecida a sua participação na festa. Por isso, os três miúdos estão todos de parabéns, pois trabalharam muito bem ao longo do ano. Os treinadores, também, tal como as famílias que investem muito do seu tempo nestas saudáveis actividades. E assim saí do Jamor convencido que, apesar de todos os percalços e de todas as dificuldades, o futuro do ténis nacional e em particular do ténis alentejano parece ser risonho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ah! E como correu o &lt;em&gt;meu&lt;/em&gt; torneio de veteranos? Tenho mesmo de falar nisso?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enfim, melhores dias virão...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-1547175723108905817?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/1547175723108905817/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/didi-joao-e-marcio-ou-um-dia-em-cheio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/1547175723108905817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/1547175723108905817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/didi-joao-e-marcio-ou-um-dia-em-cheio.html' title='Didi, João e Marcio ... ou um dia em cheio no Jamor!'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuODzldBYVI/AAAAAAAAAEQ/33doRK0pY5k/s72-c/joao+antonio.BMP' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-3214472529982151472</id><published>2009-10-22T00:50:00.000-07:00</published><updated>2009-10-22T05:59:52.812-07:00</updated><title type='text'>A discrição como sabedoria</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuAW6Jt6QJI/AAAAAAAAAD4/QHBbm8x8kpI/s1600-h/valdemiro+1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5395337541886558354" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 285px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuAW6Jt6QJI/AAAAAAAAAD4/QHBbm8x8kpI/s400/valdemiro+1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuAWxeZxCzI/AAAAAAAAADw/KixFVcqoKws/s1600-h/valdemiro+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5395337392820390706" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuAWxeZxCzI/AAAAAAAAADw/KixFVcqoKws/s400/valdemiro+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Uma das melhores surpresas que tive este ano foi a leitura do livro &lt;em&gt;A Fisga&lt;/em&gt;. Que tem isto a ver com o ténis? - perguntarão os mais distraídos às novidades editoriais do mercado livreiro. À primeira vista, nada. Mas o autor desta evocação autobiográfica é alguém a quem o Ténis alentejano muito deve. Trata-se de Valdemiro Correia (na foto, durante a sessão de apresentação do livro), responsável técnico do Clube de Ténis de Moura, que agora viu publicada a sua primeira incursão literária. Incursão feliz, digo eu, porque &lt;em&gt;A Fisga &lt;/em&gt;é uma obra extremamente interessante. Apreciei particularmente as recordações da infância passada numa pequena aldeia de São Miguel (Açores) onde, entre vários episódios deliciosos (as vivências escolares, a taberna do Cega, as alcunhas dos colegas, etc) destaco a &lt;em&gt;topada &lt;/em&gt;de Pauleta (sim, o pai do melhor marcador de sempre da &lt;em&gt;equipa de todos nós&lt;/em&gt;), até porque o autor de &lt;em&gt;A Fisga&lt;/em&gt; me confidenciou que essa &lt;em&gt;canelada &lt;/em&gt;esteve indirectamente na origem das lesões que, há poucos anos atrás, levaram à interrupção da &lt;em&gt;carreira &lt;/em&gt;do tenista Valdemiro. Mas as páginas dedicadas&lt;em&gt; &lt;/em&gt;à participação na guerra de Angola revelam-se muito úteis sobretudo para uma geração de jovens leitores que, felizmente, não foi obrigada (é o termo...) a viver tão dolorosa experiência. Sem que isto signifique qualquer crítica (nem é este o lugar, nem sou eu a pessoa adequada para a fazer), julgo que o livro se ressente um pouco do &lt;em&gt;salto &lt;/em&gt;que o autor dá por cima da adolescência, passando quase directamente da meninice para a incorporação militar. Mas ao mesmo tempo compreendo perfeitamente a opção do autor, que pretende destacar o paralelismo entre as duas paisagens, naturais e humanas, que, de uma forma bem original, se apresentam na capa do livro: Açores e África.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Enfim, fiquei a conhecer mais um escritor português que, sem que eu soubesse da sua habilidade para a escrita, já era uma pessoa que muito admirava pela sabedoria do seu comportamento discreto. Com efeito, Valdemiro Correia sempre tem pautado a sua actividade como treinador, árbitro e até como jogador pela serenidade e pela inteligência evidenciadas nas mais diferentes situações. Moura e o ténis alentejano muito devem à sua competência técnica e pedagógica e à sua estatura moral. Não me refiro apenas aos muitos e óptimos jogadores por ele formados (entre os quais destaco o excelente Antelmo Serrado que chegou a ser vice-campeão nacional em infantis, ou seja, sub 14!!!), mas à continuidade de um trabalho quase silencioso que faz de Moura uma terra que gosta de Ténis, apesar de todas as dificuldades inerentes a uma localidade do verdadeiro Alentejo profundo! (Já agora quando se organiza por aquelas bandas um torneio de veteranos para eu ter um pretexto para lá ir?) Todos os anos  jogadores e equipas de Moura competem em provas regionais e nacionais,  muitas vezes com bons resultados e quase sempre apresentando um bom nível técnico. Ora, isso é a melhor prova da valia do bom trabalho do seu responsável e treinador. Mas, ao contrário  de tantos outros que se põem em &lt;em&gt;bicos de pés&lt;/em&gt; para exaltar as suas (supostas) qualidades, Valdemiro prefere temperar as suas intervenções com a ponderação e com o rigor que lhe são característicos. Por outro lado, não consigo apagar da memória o momento de infortúnio que viveu, durante um torneio em Évora, quando jogava (com um entusiasmo que muitos miúdos não revelam) um encontro com o jovem Salvador Cabral e sofreu uma grave lesão nos ligamentos do joelho. Até nessa altura se comportou com a firmeza e a presença de espírito dignas (sei agora depois de ler o seu livro) do Alferes Corisco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um abraço de parabéns Amigo Valdemiro e fico à espera de mais livros!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-3214472529982151472?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/3214472529982151472/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/discricao-como-sabedoria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/3214472529982151472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/3214472529982151472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/discricao-como-sabedoria.html' title='A discrição como sabedoria'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SuAW6Jt6QJI/AAAAAAAAAD4/QHBbm8x8kpI/s72-c/valdemiro+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-2698618843448730190</id><published>2009-10-19T14:52:00.000-07:00</published><updated>2009-10-19T15:24:40.165-07:00</updated><title type='text'>Uma grande proeza que continua a servir de exemplo!</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/StzgDVYii6I/AAAAAAAAADo/j6sBpkc2PSY/s1600-h/Digitalizar0001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394432801567312802" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 291px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/StzgDVYii6I/AAAAAAAAADo/j6sBpkc2PSY/s400/Digitalizar0001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Foi há treze anos! A equipa de femininos cadetes (ou seja, sub 16) do Clube Escola de Ténis de Elvas conseguiu aquele que, em minha opinião, constitui até hoje o maior feito do ténis alentejano, ao sagrar-se campeã nacional da categoria. Como destaca a página 50 do número de Novembro de 1996 da saudosa revista &lt;em&gt;Ténis Europeu&lt;/em&gt;, as tenistas elvenses (na foto à direita)ultrapassaram a concorrência e repetiram também , no Campeonato Nacional Absoluto por Equipas, o magnífico 3º lugar da época anterior. Ou seja, o título em cadetes não foi obra do acaso mas consequência de um trabalho feito em bases sólidas. Mérito das jogadoras da cidade Liliana Madeira, Silvana Reis e Filipa Andrade e Silva (será que ainda jogam?!) e dos seus treinadores José Sustelo e Gonçalo Lopes e de um clube que, durante muito tempo, foi o mais destacado da região e que agora, após um período menos bom, procura de novo emergir. Recordo que, nesta mesma revista, vem noticiado também o &lt;em&gt;Open BPSM/Mundial Confiança &lt;/em&gt;que o CETE organizou e cujo vencedor foi um bom jogador de nível internacional, o americano Jeff Salzenstein. Enfim, tempos gloriosos do ténis em Elvas e que, com o investimento que o clube está de novo a fazer nos escalões de formação, não custa adivinhar que em breve se repetirão. E, neste ano de 2009, o CETE esteve também em evidência ao vencer o Regional por Equipas em + 35 anos, derrotando no jogo decisivo a equipa onde milita este escriba. Só foi pena a não participação na fase nacional deste Campeonato. Talvez para o ano...&lt;br /&gt;Entretanto &lt;em&gt;Alentejo Tennis &lt;/em&gt;convida os protagonistas e as protagonistas deste que, para mim, é o melhor resultado de sempre de um clube alentejano no ténis nacional a evocar nas suas páginas, com um conhecimento que eu obviamente não tenho, este (até hoje...) singular episódio.&lt;br /&gt;Fico à espera.&lt;br /&gt;Afinal, são exemplos como este que devem servir de referência a quem aposta no futuro do ténis alentejano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-2698618843448730190?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/2698618843448730190/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/uma-grande-proeza-que-continua-servir.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/2698618843448730190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/2698618843448730190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/uma-grande-proeza-que-continua-servir.html' title='Uma grande proeza que continua a servir de exemplo!'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/StzgDVYii6I/AAAAAAAAADo/j6sBpkc2PSY/s72-c/Digitalizar0001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-1181643826186421545</id><published>2009-10-19T10:20:00.000-07:00</published><updated>2009-10-28T14:44:29.611-07:00</updated><title type='text'>O valor educativo do jogo de pares</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/StyrvgpltmI/AAAAAAAAADg/EB0LcMeZN90/s1600-h/ten_mcenroe_fleming_200.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394375286389585506" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/StyrvgpltmI/AAAAAAAAADg/EB0LcMeZN90/s400/ten_mcenroe_fleming_200.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/StyrZOaoxiI/AAAAAAAAADY/zs--OJiaOLM/s1600-h/nadal+e+roig.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394374903537911330" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 344px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/StyrZOaoxiI/AAAAAAAAADY/zs--OJiaOLM/s400/nadal+e+roig.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quem me conhece minimamente sabe com certeza que não sou um adepto de Rafael Nadal (na segunda foto, com o seu treinador e parceiro de pares, Francisco Roig). Para além de ser um admirador quase incondicional de Federer, a verdade é que não gosto do tipo de jogo do esquerdino, considero o seu ténis bastante pouco atraente do ponto de vista técnico e, por fim, irritam-me sobremaneira os seus incontáveis tiques. Dito isto, é quase impossível não reconhecer que Nadal (que para além de tudo é um extraordinário exemplo de &lt;em&gt;fair-play&lt;/em&gt;)&lt;em&gt; &lt;/em&gt;muito tem contribuído para o desenvolvimento do ténis nos últimos anos. Desde logo, porque impediu a continuidade da supremacia que Federer exibia anteriormente à explosão do espanhol no ténis mundial, passando os dois a disputar (com ligeira vantagem de &lt;em&gt;Rafa&lt;/em&gt;, por muito que isso me custe!) o título do melhor mundial numa rivalidade que, nas últimas décadas, provavelmente só tem paralelo com os duelos entre Borg e McEnroe. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;É até curioso pensar um pouco no seguinte: quem está mais próximo de McEnroe? Será Nadal ou Federer? E quem representa hoje melhor a figura de Borg, o suíço ou o espanhol? Na minha opinião, é óbvio que, do ponto de vista técnico-táctico, Nadal está mais próximo de Borg: direita extraordinária, enorme consistência do fundo de court com esquerda a duas mãos, poderio físico quase inigualável. Por seu turno, o ténis mais clássico de Federer, aliado a um incrível toque de bola, evoca, de certa maneira, o jogo do rebelde &lt;em&gt;yankee&lt;/em&gt; que, contudo, também não era considerado um tenista muito ortodoxo no seu tempo. Recordo-me como os puristas diziam que o golpe de serviço de McEnroe era extremamente prejudicial à sua própria saúde, pelo que se dizia que, mais ano menos ano, ele deixaria fatalmente de jogar com uma quase inevitável lesão nas costas. Ora, se há veterano que ainda hoje dá gosto ver jogar é precisamente McEnroe porque não se tornou numa caricatura de si mesmo, como outros jogadores do seu tempo que assentavam o seu ténis na grande capacidade física, como era o caso do próprio Borg, de Connors ou de Noah.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas, por outro lado, há alguns aspectos que, em Nadal, fazem lembrar McEnroe. Desde logo, o facto de ambos serem esquerdinos com a capacidade para fazer dessa característica uma terrível arma. Veja-se, por exemplo, como Nadal consegue tirar um proveito quase máximo do lado das vantagens quando serve. Especialmente contra Federer, o maiorquino consegue evitar um considerável número de &lt;em&gt;break-points&lt;/em&gt; à custa do seu serviço cheio de &lt;em&gt;kick. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para além deste primeiro traço de Nadal, outro há que julgo ser de destacar. Os pares! Claro que Nadal está longe de atingir o patamar de McEnroe em duplas. De resto, o primeiro título numa prova do &lt;em&gt;Grand Slam &lt;/em&gt;que o americano conseguiu foi precisamente em pares mistos (fazendo equipa com Mary Carillo), quando tinha apenas 18 anos e num torneio que nunca viria a conseguir vencer nem sozinho nem em pares: Roland Garros(1977). Depois, &lt;em&gt;Big Mac&lt;/em&gt; tornou-se num dos melhores jogadores de sempre, mas, se atendermos aos títulos dos quatro &lt;em&gt;major tournements&lt;/em&gt;, não deixa de ser curioso que venceu nove competições em pares masculinos contra &lt;em&gt;apenas &lt;/em&gt;sete em singulares. O primeiro título de pares masculinos num &lt;em&gt;Grand Slam&lt;/em&gt; foi em Wimbledon (1979), com o seu parceiro de (quase) sempre, o longílineo Peter&lt;em&gt; &lt;/em&gt;Fleming (ambos na primeira foto), especialista na variante, mas também um óptimo jogador de singulares. A última vitória neste tipo de provas foi também em Londres, desta vez fazendo equipa com o alemão Michael Stich (1992). Só isso bastaria para perceber que McEnroe durou mais como jogador de pares do que como de singulares. Facto que nada tem de estranho, pois o jogo em duplas não é tão desgastante para os tenistas menos novos. Simplesmente em 2006, fazendo par com o sueco Jonas Bjorkman, e com a provecta idade de 47(!) anos, ganhou o torneio do ATP Tour em San Jose em pares. Esta final deu em directo na &lt;em&gt;Eurosport 2&lt;/em&gt; numa memorável madrugada de ténis!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como disse, o palmarés de Nadal em duplas é quase irrelevante, quer se atendermos ao seu próprio currículo em &lt;em&gt;simples,&lt;/em&gt; quer em comparação com o de McEnroe. Até agora, apenas cinco títulos: Umag (2003 com Lopes Moron ), Chennai (2004 com Robredo ), Doha (duas vezes: 2005 com Costa e 2009 com Lopez) e Monte Carlo (2008 novamente com Robredo). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que há, então, de comum nestes dois jogadores acerca dos pares? No facto de ambos usarem esta variante para melhorar o nível do seu jogo. E se para McEnroe isso sempre foi assumido (ele preferia jogar pares do que treinar, disse várias vezes) no caso de Nadal isso é também flagrante, pois o espanhol revela agora, quando está no melhor da sua forma (e ontem, frente a Davydenko, mais uma vez demonstrou que não está bem!), uma versatilidade que antes não era visível. Terá isso algo a ver com as competições de pares? É bem possível que não seja essa a única razão, mas a verdade é que estou cada vez mais convencido que as duplas continuam a ser injustamente esquecidas, quer no ténis profssional, quer nos torneios dos clubes, quer ainda (e este aspecto deveria merecer mais e melhor atenção dos responsáveis técnicos) no ensino do ténis. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se nos queixamos que no Alentejo há poucos jogadores - e isso entra pelos olhos dentro! - porque não apostar mais nos pares? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vantagens? Eis algumas que considero as mais importantes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;1. melhorar o nível técnico dos jogadores (serviço, resposta, jogo de rede).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;2. aumentar o espírito de equipa (os tenistas costumam ser bastante egoístas!).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;3. possibilitar jogos entre tenistas de nível etário e técnico diferentes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;4. fomentar uma característica que julgo importantíssima no desenvolvimento do ténis e que raramente se encontra noutras modalidades: os jogos entre equipas mistas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É que - desculpem-me este aparte!- há certos clubes que têm um ambiente de velha caserna militar, tão escassa é a presença das senhoras. Ora, o ténis é um desporto também de famílias e, apesar dos vanguardismos que por aí andam, ainda associo a ideia de família ao indispensável elemento feminino. Por outro lado, o ténis é também uma escola de cavalheirismo ou de &lt;em&gt;sportmanship&lt;/em&gt;, em que vencer não pode nunca ser tudo e, neste ponto, os pares - e em especial os pares mistos - têm um indiscutível valor formativo. Conseguem imaginar um mundo sem mulheres? Eu não. Porque havemos de aceitar, então, que o ténis no Alentejo se transforme num desporto predominantemente masculino? Para quem não sabe, uma das maiores proezas (para mim, sem dúvida, a maior proeza!) do ténis alentejano foi alcançada por uma equipa feminina só com tenistas da região. No próximo &lt;em&gt;post&lt;/em&gt;, evocarei esse feito! Até lá, porque não jogar uma quadra?!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-1181643826186421545?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/1181643826186421545/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/da-importancia-formativa-dos-pares.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/1181643826186421545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/1181643826186421545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/da-importancia-formativa-dos-pares.html' title='O valor educativo do jogo de pares'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/StyrvgpltmI/AAAAAAAAADg/EB0LcMeZN90/s72-c/ten_mcenroe_fleming_200.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-5828160411346642425</id><published>2009-10-16T11:23:00.000-07:00</published><updated>2009-10-16T13:22:16.388-07:00</updated><title type='text'>Academia de Ténis de Portalegre, clube do ano?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/StjFXeSRKnI/AAAAAAAAADQ/d1b8QA3KIWc/s1600-h/filipe+sustelo"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5393277560833518194" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/StjFXeSRKnI/AAAAAAAAADQ/d1b8QA3KIWc/s400/filipe+sustelo" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Portalegre é uma das principais cidades do Alentejo. Estranhamente os portalegrenses e o ténis federado estiveram durante muito tempo de costas voltadas . E digo estranhamente porque, ao longo de muitos anos, a Associação de Ténis do Alto Alentejo esteve sedeada em Elvas, ou seja, no distrito de Portalegre,  e, ao contrário de outras localidades próximas (como Monforte ou Campomaior, por exemplo, onde havia clubes federados), o ténis não se desenvolveu como seria de esperar na capital do distrito. Não me interessa agora saber os motivos, se é que os há, para que tal situação tenha ocorrido. A verdade é que esse tempo já parece pertencer definitivamente ao passado, pois as pessoas de Portalegre que gostam de ténis (porque, afinal, elas sempre existiam!) avançaram para a constituição de um clube e, com passos lentos mas bem seguros, foram realizando um conjunto de iniciativas extremamente interessantes, apesar das dificuldades enormes com que se debatem ao nível das instalações. Neste momento, a Academia de Ténis de Portalegre conta apenas com um campo polidesportivo descoberto e mesmo assim tem a funcionar uma escola de ténis com várias dezenas de alunos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O ano de 2009 foi um ano que julgo decisivo para o futuro da Academia de Ténis de Portalegre. Assim, foram dados passos relevantes para a construção dos futuros &lt;em&gt;courts &lt;/em&gt;que irão fazer parte do complexo desportivo municipal. Por outro lado, a ATP realizou durante os meses da Primavera e do Verão um circuito de ténis, com a designação &lt;em&gt;Masters Portalegre 2009&lt;/em&gt;, que consistiu na realização de seis torneios no escalão de seniores. Como foi isso possível apenas com um polidesportivo? A ATP soube, com a imaginação e com o dinamismo que caracteriza os meus amigos Filipe Serrote e Rui Serrano, contornar este &lt;em&gt;pormaior&lt;/em&gt;. Assim, o clube estabeleceu uma parceria excelente com as autarquias dos concelhos vizinhos (Monforte, Elvas, Crato, Ponte de Sor e Castelo de Vide), realizando cinco provas em cada uma destas terras e uma sexta em Portalegre. Por fim, decorreu uma prova &lt;em&gt;indoor &lt;/em&gt;com os melhores jogadores do circuito que se desenrolou em Julho no Pavilhão Municipal da cidade portalegrense. Esta prova teve até prémios monetários e só foi pena que a generalidade dos tenistas alentejanos não tenha dedicado a merecida atenção a esta óptima iniciativa. E não foi por falta de divulgação pois os &lt;em&gt;media regionais &lt;/em&gt;deram especial relevo ao &lt;em&gt;Masters Portalegre 2009&lt;/em&gt; que foi assim uma excelente organização da ATP. Para a história, fica o registo da vitória neste primeiro circuito de Filipe Sustelo do CET Elvas (na foto, com Rui Serrano) que é um dos tenistas alentejanos mais talentosos que alguma vez vi jogar. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Contudo, a razão imediata deste meu texto radica noutro acontecimento que, embora menos noticiado, tem para mim um significado tão ou até mais importante. É que, no passado fim de semana, a ATP organizou um torneio sub 12 em Castelo de Vide. Mais uma vez os outros clubes alentejanos não contribuiram com a sua parte, tendo ignorado quase por completo esta prova que fazia parte do calendário da Federação Portuguesa de Ténis, pelo que o quadro foi bastante pequeno. Um aspecto a rever futuramente. Contudo, no torneio participaram dois tenistas portalegrenses e, avaliar pelo que ouvi, quase posso apostar que, daqui a uns anos, que se calhar não serão tantos quanto isso, a ATP vai ser distinguida pela Associação de ténis alentejana como o clube do ano. Numa opinião exclusivamente pessoal, talvez já o merecesse em 2009!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-5828160411346642425?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/5828160411346642425/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/academia-de-tenis-de-portalegre-clube.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/5828160411346642425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/5828160411346642425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/academia-de-tenis-de-portalegre-clube.html' title='Academia de Ténis de Portalegre, clube do ano?'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/StjFXeSRKnI/AAAAAAAAADQ/d1b8QA3KIWc/s72-c/filipe+sustelo' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-6550560477596531750</id><published>2009-10-14T01:20:00.000-07:00</published><updated>2009-10-14T07:09:27.578-07:00</updated><title type='text'>O tenista que se "vinga" nas raquetes</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/StXXEGjw4II/AAAAAAAAAC0/-CAs4B9jJ48/s1600-h/safin-breaks-racquet.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5392452594326102146" style="WIDTH: 310px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/StXXEGjw4II/AAAAAAAAAC0/-CAs4B9jJ48/s400/safin-breaks-racquet.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dois títulos em provas do &lt;em&gt;Grand Slam &lt;/em&gt;(US Open, 2000 e Australian, 2005), dois títulos na Taça Davis, várias semanas em nº 1 do &lt;em&gt;ranking &lt;/em&gt;ATP, cinco vitórias em torneios Master Series e ainda oito triunfos em provas do ATP Tour. Mais de uma década entre os cem primeiros do mundo, sendo que durante muitos anos ocupou um lugar no Top 10. Quantos jogadores não sonhariam ter um palmarés tão rico e tão impressionante quanto este?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;E, no entanto, permanece quase sempre a ideia de que Marat Safin, é dele que tenho vindo a falar, &lt;em&gt;passou ao lado &lt;/em&gt;de uma grande carreira. Claro que esta ideia, apesar de algo injusta, assenta num facto que todos são obrigados a reconhecer: Safin é um dos maiores talentos que a história do ténis já conheceu. Tecnicamente perfeito, com uma estrutura física completamente adequada para o ténis moderno, o jogador russo tinha tudo para se tornar num dos maiores campeões de todos os tempos. Haverá sempre mil e uma explicações para justificar o &lt;em&gt;caso Safin&lt;/em&gt;, mas a minha visão é esta. Quase todos os jogadores muito talentosos são perfeccionistas, não sabendo por isso lidar com os seus próprios falhanços. Por exemplo, mesmo quando está a dominar largamente um encontro, Safin revela uma enorme impaciência quando falha um ponto fácil. E isso provoca duas coisas: por um lado, o russo entra numa espiral de desconcentração e, por outro lado, o adversário começa a ganhar confiança, passando a acreditar que pode dar a volta ao jogo. Pode parecer incrível a comparação, mas julgo que, neste ponto, ele é muito parecido com Federer que, apesar de tudo, foi corrigindo essa faceta da sua personalidade que, contudo, de quando em vez como que reaparece. Exemplos? Estou a pensar em dois. A última final do US Open frente a Del Potro. E a meia-final do Australian Open, em 2005, contra ... Safin! E a verdade é que, nos seus tempos de júnior, o suiço também era bastante temperamental, tendo recebido ajuda para ultrapassar esta sua fraqueza psicológica.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Quando, na semana passada, assisti pela televisão ao triste jogo do Open da China entre Safin e Nadal, que o espanhol venceu com grande facilidade (e a verdade é que, como se viu depois frente a Cilic, o maiorquino está longe da sua melhor forma), não pude deixar de pensar no seguinte: apesar desta (última?) exibição tão frouxa, Safin proporcionou a quem gosta de ténis momentos absolutamente inesquecíveis. Há quem defenda que o seu exagerado sentido de espectáculo o terá prejudicado do ponto de vista da competição. Um pouco como se Safin fosse uma espécie de versão revista e actualizada do romeno Ilie Nastase que, na década de setenta, se celebrizou tanto pelas suas capacidades técnicas como pelo seu comportamente bizarro (é um eufemismo...) nos&lt;em&gt; courts... &lt;/em&gt;E, por exemplo, o público parisiense delira tanto com o magnífico ténis de Safin como com as suas excentricidades durante os jogos: lembro-me, por exemplo, quando Safin baixou os calções após um ponto espectacular, provocando o êxtase entre o público de &lt;em&gt;Roland Garros.&lt;/em&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/StWKC8wfXII/AAAAAAAAACs/_OXDNKGa_8E/s1600-h/safin.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5392367912119917698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 391px; CURSOR: hand; HEIGHT: 356px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/StWKC8wfXII/AAAAAAAAACs/_OXDNKGa_8E/s400/safin.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Ao vivo, recordo-me especialmente da prestação de Safin num dos melhores encontros que alguma vez presenciei. Em 5 de Abril de 1999, durante a edição desse ano do &lt;em&gt;Estoril Open&lt;/em&gt;,&lt;em&gt; &lt;/em&gt;num &lt;em&gt;centralito&lt;/em&gt; completamente cheio, Safin encontrou outro jogador genial, o marroquino Hicham Arazi que, ainda assim, não tinha o poderio físico do seu adversário daquela tarde. Durante 134 minutos de verdadeira &lt;em&gt;magia tenística&lt;/em&gt;, os dois &lt;em&gt;craques&lt;/em&gt; puseram em campo dois estilos perfeitamente antagónicos. Safin, na altura em plena ascensão como jogador, batia na bola com uma potência incrível (a sua direita &lt;em&gt;andava que se fartava &lt;/em&gt;e, por isso, é que custa vê-lo a falhar tanto este golpe como agora sucede) e Arazi alternava a suas pancadas cheias de &lt;em&gt;top-spin&lt;/em&gt; com &lt;em&gt;amorties&lt;/em&gt; tão inesperados como demolidores. Era extraordinária a facilidade com que este esquerdino batia aquele &lt;em&gt;backhand &lt;/em&gt;a uma mão! Para além disso, o jogo teve imensa incerteza quanto ao resultado final e vários incidentes. Desde as faltas de pé assinaladas a Arazi (que também tinha o &lt;em&gt;seu feitio&lt;/em&gt;!), perante a fúria deste que chegou a ameçar entre dentes o &lt;em&gt;liner&lt;/em&gt;, até aos acessos de cólera de Safin que, já nessa altura, &lt;em&gt;se vingava&lt;/em&gt; nas raquetas, partindo-as com violência. É bem verdade que, no ténis como em qualquer outro desporto, o que fica para a história é o resultado e Safin perdeu esse jogo por 6-7(6), 7-5, 3-6, mas que foi um encontro memorável disso não tenho a mais pequena dúvida.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Na viagem de regresso a Évora, fiquei a saber que uma das raquetes de Safin foi apanhada do caixote de lixo por um jovem jogador do Alentejo que, ainda hoje, a deve guardar religiosamente. Afinal, não é todos os dias que se arranja a raquete de um futuro nº 1 mundial! Mesmo partida...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-6550560477596531750?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/6550560477596531750/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/o-tenista-que-se-vinga-nas-raquetes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/6550560477596531750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/6550560477596531750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/o-tenista-que-se-vinga-nas-raquetes.html' title='O tenista que se &quot;vinga&quot; nas raquetes'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/StXXEGjw4II/AAAAAAAAAC0/-CAs4B9jJ48/s72-c/safin-breaks-racquet.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-2477187399004330510</id><published>2009-10-12T11:02:00.000-07:00</published><updated>2009-10-12T15:10:14.394-07:00</updated><title type='text'>Os clubes de ténis e o modo como (não) são geridos... Algumas ideias soltas!</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/StN0zlaUbyI/AAAAAAAAACk/cJC_O5Ky1zo/s1600-h/tennis+figueira.mht"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391781608457269026" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 134px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/StN0zlaUbyI/AAAAAAAAACk/cJC_O5Ky1zo/s400/tennis+figueira.mht" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os tempos não correm de feição para o associativismo, desportivo, cultural ou outro. As crescentes obrigações laborais e familiares fazem com que as pessoas tenham cada vez menos disponibilidade de tempo e de energia para se dedicarem a tarefas que, apesar de serem amadoras, quase sempre requerem uma responsabilidade (por vezes até jurídica) e uma dedicação profissionais. Se já existe pouco tempo para jogar e treinar, para quê perder ainda mais horas a dirigir os clubes sem receber nada em troca, a não ser incompreensão e maçadas?&lt;br /&gt;Sei bem como são quase heróicas as missões dos dirigentes desportivos na nossa e em outras regiões do país. Claro que cada modalidade representa um caso específico e, no quadro deste blog, apenas focarei a minha atenção no ténis. Sou associado, com as quotas em dia!, de três clubes de ténis. Dois da região do Alentejo (Clube de Ténis de Évora e Clube de Ténis de Montemor-o-Novo) e um terceiro (o Tennis da Clube da Figueira da Foz, na foto) de outra zona do país. Em todos eles existe, segundo me parece, um denominador comum, pese embora as grandes diferenças que há entre os três. Em todos eles houve e há excelentes dirigentes e excelentes direcções, sendo que nenhum dos seus elementos é remunerado pelas funções que exerce. É extremamente difícil a missão de quem dirige os clubes e, por vezes, esta grande dificuldade (que é real!) serve como desculpa para não se procurar fazer uma melhor gestão. Tantas vezes ouço dizer (e em algumas ocasiões eu mesmo também reafirmo esta ideia) que as coisas não correm bem, mas, já que os elementos da direcção foram os únicos que se dispuseram para desempenhar os cargos, é melhor assobiar para o lado, antes que me venham pedir a mim responsabilidades directivas. Claro que a minha relação com o Tennis Clube da Figueira é mais distanciada, pois só o frequento no meu período de férias. Penso, todavia, que já houve direcções melhores e outras nem tanto. Julgo que a actual está a fazer um óptimo trabalho, mas, repito, não me é fácil pronunciar sobre aspectos mais directamente ligados à gestão deste magnífico clube que, segundo percebo, passa por uma fase de grande renovação, sem contudo perder as suas características tradicionais.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mas voltando ao assunto principal do texto, eu penso que o problema da gestão dos clubes de ténis é estrutural e, deste modo, não gostaria que os leitores vissem estas palavras como uma desconsideração às pessoas que, de um modo quase sempre desinteressado (embora, às vezes, haja algumas com interesses, ainda que legítimos...), se sacrificam pelos seus clubes. Muitas vezes as coisas correm bem, mas a verdade é que, noutras ocasiões, ocorrem situações desagradáveis (mau ambiente, desperdício inútil de verbas, algum desnorte, etc). Nos três clubes de que faço parte as direcções são colegiais (no mínimo com 4 ou 5 elementos) e daqui talvez decorram duas consequências quase inevitáveis: ou as decisões ficam dependentes de um ou de dois membros da direcção, servindo os restantes dirigentes apenas para fazer número ou as decisões são tomadas por todos os membros da direcção, situação que é obviamente preferível, porque mais democrática e transparente, mas que tem o enorme inconveniente de tornar a gestão do clube menos ágil, dinâmica e até funcional. Como mudar esta situação?&lt;br /&gt;Eis a "minha" ideia, que, segundo sei, é partilhada por outras pessoas e que, de resto, é usual noutros países. Embora isso implique inevitáveis mudanças nos estatutos e nos regulamentos dos clubes, julgo que seria desejável substituir uma direcção de 4/5 elementos por um conselho de clube (as designações interessam pouco, mas, pelo menos, desfazem equívocos...) mais alargado (por hipótese: onze ou quinze elementos, mas claro que isto também depende do número de sócios). As funções desse “conselho de clube”, que seria eleito para mandatos de 4 anos, eram basicamente duas:&lt;br /&gt;1) Traçar as linhas principais de desenvolvimento do clube (objectivos, construção de novos equipamentos, apostas prioritárias, etc) e representar oficialmente o clube.&lt;br /&gt;2) Organizar e avaliar as candidaturas e as atribuições do director executivo que, por sua vez, geria o clube nas suas actividades quotidianas: escola de ténis, competição, torneios sociais, gestão de recursos humanos, conservação das instalações, etc.&lt;br /&gt;Trimestralmente o director executivo reunia com o presidente conselho de clube (ou com uma comissão mais reduzida deste conselho) e anualmente apresentava relatórios de actividades e de contas a aprovar pelo conselho de clube. De dois em dois anos, realizava-se novo concurso para o cargo de director executivo. Quem seria este director executivo? Um profissional do ténis (treinador com formação técnica, de preferência antigo jogador de bom nível) e que revelasse competências na área da gestão, ainda que as directrizes da sua actuação fossem definidas, como já disse, pelo conselho do clube.&lt;br /&gt;Em suma, mantinha-se a democraticidade da gestão, através do conselho de clube que, aliás, dependeria sempre da confiança de todos os sócios que o elegiriam em assembleia geral, e ganhava-se uma maior competência técnica e profissional e uma maior eficácia, bem como um maior dinamismo na tomada de decisão quotidiana acerca dos problemas dos clubes. Claro que isto é apenas um primeiro esboço do que poderia vir a ser um novo modelo de gestão dos clubes de ténis. Por exemplo, ainda não tive tempo de ler a legislação mais recente que há sobre este tema, mas já não era nada mau que estas ideias funcionassem como um “primeiro serviço” para analisar e debater estas questões.&lt;br /&gt;Considero que o ténis é demasiado importante para continuar a ser tão penoso traçar novos objectivos e sobretudo para conseguir alcançar alguns dos “velhos”: desde logo, aumentar o nível dos praticantes, em quantidade e em qualidade.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-2477187399004330510?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/2477187399004330510/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/os-clubes-de-tenis-e-o-modo-como-nao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/2477187399004330510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/2477187399004330510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/os-clubes-de-tenis-e-o-modo-como-nao.html' title='Os clubes de ténis e o modo como (não) são geridos... Algumas ideias soltas!'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/StN0zlaUbyI/AAAAAAAAACk/cJC_O5Ky1zo/s72-c/tennis+figueira.mht' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-2307446033090835043</id><published>2009-10-12T10:32:00.000-07:00</published><updated>2009-10-13T06:22:48.719-07:00</updated><title type='text'>Desporto e Ética</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/StNu00KknXI/AAAAAAAAACc/0-jIVwGIhv0/s1600-h/queval.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391775032527854962" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/StNu00KknXI/AAAAAAAAACc/0-jIVwGIhv0/s400/queval.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/StNqbvvERzI/AAAAAAAAACU/xtqMP2liK-I/s1600-h/di+canio.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391770203795506994" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/StNqbvvERzI/AAAAAAAAACU/xtqMP2liK-I/s400/di+canio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Problemas informáticos e um início de ano lectivo algo atribulado têm-me impedido de manter o &lt;em&gt;blog&lt;/em&gt; tão actualizado como gostaria. Por isso, os leitores perdoarão que recorra, uma vez mais, a material "requentado". Trata-se de um texto de uma comunicação por mim apresentada em 28 de Março de 2008 no Colóquio Internacional &lt;em&gt;Palestras sobre Problemas Éticos&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Contemporâneos&lt;/em&gt;, realizado na Universidade de Évora. O texto versa sobre as relações entre desporto e ética, mas algumas das questões tocam, directa ou indirectamente, o ténis. Muito em breve, novos textos especificamente dedicados ao ténis. Obrigado pela paciência.&lt;br /&gt;«1. Uma simples consulta a qualquer base de dados informa-nos sobre a quase infindável lista de aproximações ao tema da ética desportiva. Desde dos códigos de conduta referentes às diferentes modalidades desportivas até aos quase piedosos discursos a respeito dos benefícios éticos da prática desportiva, é fácil encontrar um pouco de tudo. Porém, o nosso propósito aqui é distinto e sobretudo mais circunscrito. Visamos reflectir sobre dois pressupostos que, apesar de raras vezes explicitados – ou talvez até em virtude desse preciso motivo – contaminam, por assim dizer, o teor de muitos dos discursos em torno deste tema.&lt;br /&gt;O primeiro pressuposto consiste em falar de desporto como se se soubesse exactamente o significado deste conceito. Na verdade, passa-se com o desporto o mesmo que sucede com muitos outros termos que, por serem tão insistentemente utilizados, se tornam quase vazios de significação. Por isso, até pode parecer bizarra esta pergunta que, no entanto, se nos afigura imprescindível: de que falamos quando falamos de desporto? Estranha ou extemporânea, tal interrogação carece de resposta, sob pena de cairmos em mal-entendidos que são desnecessários, porque evitáveis. Ora, julgamos (embora haja alguma presunção neste juízo) que é por não se perder o tempo e a energia necessários com esta questão inicial que se fala tanto acerca do desporto e, ao mesmo tempo, se diz tão pouco. O segundo dos pressupostos de que aqui nos vamos ocupar também podemos concretizá-lo numa pergunta: não exige o nosso tempo ao desporto mais do que aquilo que este deve ou até pode oferecer? Ou, por outras palavras: por que motivo seria o desporto imune às condições de vida contemporânea em tudo aquilo que ela tem de negativo? Como pergunta Jorge Olímpio Bento, «dispõe o desporto de autonomia para ser diferente [do resto da sociedade]? Consentirão os poderes e interesses em voga, sobretudo na economia e nos &lt;em&gt;media&lt;/em&gt;, que o desporto tenha como ideia basilar a do velho espírito desportivo» (JORGE OLÍMPIO BENTO, &lt;em&gt;Desporto. Discurso e Substância&lt;/em&gt;, Col. “Saberes do Desporto”, n.º 2, Porto, Campo das Letras, 2004, p. 95.)? E, perguntemos ainda, em que consiste este tão proclamado espírito desportivo? Será ele menos compatível com o desporto contemporâneo do que eventualmente terá sido em outras épocas desta actividade intrinsecamente humana? Mais: funcionará tal espírito desportivo como uma espécie de essência supra ou trans-histórica que definiria o próprio desporto?&lt;br /&gt;Da análise destes dois pressupostos e de algumas das suas muitas implicações podem surgir as bases para se pensar o desporto em novos moldes, designadamente nas suas relações com a ética contemporânea.&lt;br /&gt;2. Tal como acontece com outros fenómenos sociais complexos e pluridimensionais, o conceito de desporto significa, ao mesmo tempo, múltiplas coisas, algumas delas porventura incompatíveis entre si, a saber: (tele-)espectáculo mais ou menos global, poderosa actividade económica, instrumento ideológico e político, máquina criadora de mitos e novos deuses, num tempo menos secularizado do que às vezes parece, ou até despretensiosa e aprazível actividade física. Em boa verdade, esta lista está longe de ser exaustiva. Não espanta, por isso, que o conceito de desporto se preste a vários equívocos que, em nome de uma aproximação mais consistente ao nosso tema, urge desfazer.&lt;br /&gt;Avancemos, por isso, com uma primeira definição. O desporto é, acima de tudo, competição formalmente organizada. Excluímos, portanto, do conceito de desporto actividades como passear na ecopista ou frequentar o ginásio no período que antecede o Verão. Actividade auto-télica (Sílvio Lima) ou radicalmente imotivada (Fernando Belo), o desporto define-se também por ser uma acção voluntária. O desportista compete porque quer competir. Nada o obriga a isso. Caso o deseje fazer, o atleta pode interromper a competição. Objectar-se-á, não sem alguma razão, que, por exemplo no desporto de alto rendimento (quase sempre profissional ou pelo menos com uma forte componente económica), as coisas não se passam assim com tanta simplicidade. Mas, em rigor, a competição desportiva depende sempre de uma livre aceitação das suas próprias regras por parte dos participantes. É, portanto, um exercício de plena autonomia. Enquanto jogador, o desportista aceita jogar, isto é, aceita livremente submeter-se a um determinado conjunto de regras (escritas ou não) e, enquanto estiver a decorrer a competição, obriga-se a ele mesmo a tomá-las como normas a cumprir em nome do jogo e apenas em nome dele. O facto de a liberdade de um desportista profissional se encontrar eventualmente diminuída, ao ponto de ele, por vezes, ser obrigado a competir contra a sua vontade, decorre não propriamente da competição, mas da circunstância de ela ter uma natureza profissional. E, também por isso, é óbvio que a questão do desporto profissional sempre teve grande relevância, ao mesmo tempo que deu azo a não menos mal-entendidos, desde Coubertin até aos nossos dias.&lt;br /&gt;Por conseguinte, parece-nos correcto considerar a competição desportiva como um espaço de intrínseca autonomia. Claro que, a dada altura, é possível mudar as regras com vista a tornar a competição mais justa, leal e humana ou até menos perigosa para a saúde dos competidores. Todavia, enquanto o jogo decorre, as leis são imutáveis. Tudo se passa como se a competição instituísse um universo, bem delimitado no tempo e no espaço, que, através de uma metamorfose simbólica, funcionasse à margem da chamada vida real. Neste ponto, a competição desportiva, enquanto universo ficcional que livremente se aceita, aproxima-se, pelo menos em certos aspectos, da experiência artística ou até da experiência religiosa.&lt;br /&gt;Por fim, a competição desportiva visa a obtenção de resultados, isto é, o esforço e o talento dos atletas podem e têm de ser objectivamente avaliados. Com efeito, ao contrário de outras actividades (como a arte, a ciência ou a própria filosofia), o desporto tem como uma das suas finalidades prioritárias a recompensa dos melhores. Sem resultado, não há competição, independentemente da forma de que esta se possa revestir. Claro que também as outras actividades referidas valorizam os melhores mas, o que significa ser o melhor em arte, em ciência ou em filosofia? A verdade é que muitas vezes, nestes campos da actividade humana, o reconhecimento do mérito implica uma distância histórica, pois os melhores são intempestivos. Por exemplo, Fernando Pessoa recebeu um prémio de poesia (de resto, um segundo lugar – o primeiro dos últimos como se diria num certo jargão desportivo) pelo seu livro &lt;em&gt;Mensagem&lt;/em&gt; que, apesar da sua valia, não esgota, como é óbvio, a riqueza poética do universo pessoano. Por outro lado, essas distinções raramente encontram consenso, muito menos unanimidade. No desporto, pelo contrário, é costume dizer-se que o que fica para a história são os resultados e, de facto, o vencedor obtém quase sempre uma distinção que é simultaneamente imediata e duradoira (embora, no limite, não definitiva, porque novas competições se irão efectuar). Luc Ferry, num interessante ensaio dedicado ao tema do olimpismo, chama a atenção para este ponto de forma muito clara, escrevendo: «Noutros domínios, o meu, por exemplo, o da filosofia, é possível na verdade tudo discutir: será que este ou aquele é hoje um grande filósofo ou, pelo contrário, um intelectual de pouca envergadura? Tudo isto se torna eminentemente discutível (...) Mas, no domínio do desporto, com a raquete na mão, não há discussão possível: 6/0; 6/0; 6/0»( LUC FERRY, “Olympisme, Humanisme et Démocratie”, &lt;em&gt;Coubertin et l’Olympisme. Questions pour l’avenir. Actes du Congrès du Havre 1997&lt;/em&gt;, Lausanne, CIPC, p. 175).&lt;br /&gt;Só que esta avaliação indiscutível do mérito dos vencedores das diversas competições radica no princípio de que o espírito desportivo foi respeitado. Por exemplo, um dos problemas que, neste momento, mais preocupa os responsáveis pelas provas de ténis profissional tem a ver com a falsificação voluntária dos próprios resultados. Com efeito, alguns tenistas já foram acusados de perder voluntariamente um jogo, com vista a auferirem avultados lucros pecuniários provenientes dos cada vez mais sofisticados sistemas de apostas. Mas, perguntemos: será que estes atropelos ao chamado espírito desportivo, para além de tantos outros que enchem as páginas dos jornais e os programas dos canais de televisão, desqualificam, por si só, o desporto, fazendo deste uma actividade menos digna? É que seria também possível avançar com outros episódios num sentido contrário.&lt;br /&gt;Por exemplo, aquele que foi protagonizado pelo italiano Paolo Di Canio (na foto, à direita), em Dezembro de 2000, durante um jogo a contar para o campeonato inglês que opunha sua equipa, o West Ham, ao Everton. Este jogador de futebol profissional que, de resto, é tão conhecido pelas suas proezas desportivas como pela controvérsia que suscita (desde uma agressão a um árbitro após ter sido expulso no decorrer de um jogo até à forma muito pouco aceitável com que costumava festejar os golos marcados, efectuando uma saudação que evocava uma das personagens que confessadamente mais admira, Benito Mussolini), vendo o guarda-redes adversário a contorcer-se com dores, lesionado no chão, não hesitou em agarrar a bola com as mãos em vez de rematar para a baliza deserta. Este comportamento foi de imediato elogiado por colegas e adversários, bem como pelo público que entendeu que a saúde do futebolista magoado valia mais do que os pontos em disputa naquela partida do campeonato. Aliás, no final dessa época, a FIFA, entidade máxima que superintende as competições de futebol a nível mundial, atribuiu a Di Canio um prémio de fair-play por causa deste seu gesto. Curiosas foram as palavras deste extraordinário jogador quando, surpreso, recebeu a notícia do prémio: “Pareceu-me a coisa acertada a fazer no momento, mas a verdade é que não pensei muito no assunto”.&lt;br /&gt;Mas é preciso concordar que o que justifica a atribuição do prémio de fair-play é o ineditismo do episódio. A finalidade da competição é o resultado. É para isso que o atleta joga. Nenhum jogador de futebol entra em campo a pensar que vai jogar como Di Canio. Para o bem e para o mal.&lt;br /&gt;3. Dito isto, abramos um pequeno parêntesis para abordar o modo como será possível promover ou pelo menos valorizar o fair-play na educação desportiva. Trata-se de um tema vasto que aqui apenas podemos tratar de viés. Num ensaio com o sugestivo título “Fair-play: menos palavras e mais acção”, Lieke Vloet, membro do Comité Olímpico Holandês, opera uma distinção que nos parece muito produtiva entre o que chama fair-play abrangente e fair-play estrito (LIEKE VLOET, “Fair-play: menos palavras e mais acção”, AAVV, &lt;em&gt;Ética e Fair-Play. Novas&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Perspectivas, Novas Exigências&lt;/em&gt;, Lisboa, Confederação do Desporto de Portugal, 2006, p. 202.).&lt;br /&gt;FAIR-PLAY ABRANGENTE: designa não apenas a prática desportiva com honestidade e com desportivismo [e reparemos que esta definição incorre numa forma circular: fazer desporto com desportivismo], mas também a finalidade dessa prática: promoção de valores, a saúde, a integração social e a orientação dos jovens, etc.&lt;br /&gt;FAIR-PLAY ESTRITO: designa apenas o modo correcto como se actua durante a competição.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O que é que nos interessa nesta divisão semântica do conceito de fair-play? Antes de mais, jogar com fair-play é defender o espírito do jogo, é valorizar o jogo, é respeitar a competição. Ora, só há competição se houver adversário (que Sílvio Lima em tempos definiu como sendo um colaborador antagonista); portanto, se desrespeito o adversário, estou a ferir de morte o jogo.&lt;br /&gt;Voltemos ao caso Di Canio e ousemos propor a seguinte hipótese para explicar um comportamento que o próprio jogador confessou ser incapaz de justificar. A atitude de Di Canio faz-nos lembrar o comportamento do músico que interrompe o concerto por não haver o silêncio necessário na sala do espectáculo. Ou seja: que beleza ou até que sentido há em marcar um golo numa baliza sem guarda-redes? Por isso, Di Canio defendeu o jogo. E é essa a obrigação prioritária do desportista: defender o espírito do jogo. Ora, convém reconhecer que nem sempre é isso aquilo a que assistimos.&lt;br /&gt;4. O segundo pressuposto de que falávamos no início era o seguinte: não estaremos nós a exigir ao desporto mais do que aquilo que ele deve ou pode oferecer?&lt;br /&gt;Para nos acercarmos deste assunto, interessa, quanto a nós, contornar duas tentações, opostas e, num certo sentido, simétricas que, habitualmente, se encontram associadas aos discursos proferidos sobre o tema das relações entre ética e desporto. Por um lado, é frequente ouvirmos dizer que o desporto é uma magnífica escola de virtudes e um importante meio de educação para a cidadania (é o sentido de fair-play abrangente de que falava Lieke Vloet). De resto, os apoios financeiros facultados ao desporto por entidades públicas e privadas (a publicidade, por exemplo) encontram a sua justificação neste princípio. Ou seja, o desporto promove um conjunto assinalável de valores, entre os quais os chamados valores éticos. Mas de que ética se fala aqui quando nos referimos a este tipo de valores? Por exemplo, faz ainda sentido falar-se de ética, no singular? Ora, mesmo que esta tese, segundo a qual o desporto promove valores éticos, não seja objectivamente falsa (e realmente consideramos que o não é), seria necessário viver numa pouco razoável ingenuidade para desconhecer que o desporto é também um lugar onde se cometem, quando não se fomentam, constantes atropelos à dignidade daqueles que nele participam ou até daqueles que a ele assistem. Não por acaso, quando se fala nas relações entre ética e desporto, muitas vezes pensa-se nisso mesmo: na falta de ética associada ao desporto.&lt;br /&gt;Mas ao colocar o problema nestes termos não estaremos a situar o desporto numa espécie de redoma que o impedisse de ser influenciado pelas outras dimensões da sociedade contemporânea? Atentemos, para terminar, no caso da dopagem, problema central das relações entre desporto e ética e que, bem vistas as coisas, não é um fenómeno exclusivo do nosso tempo. Sem querer desprezar a importância do assunto, que tem hoje decisivos desenvolvimentos (a começar pelo chamado doping genético), talvez valha a pena reflectir nas palavras de Isabelle Queval, autora de um dos mais importantes estudos de filosofia do desporto publicados nos últimos anos &lt;em&gt;S’accomplir ou se dépasser&lt;/em&gt;. &lt;em&gt;Essai sur le sport contemporain&lt;/em&gt;, para quem «vivemos numa espécie de mito do desporto são e igualitário» ISABELLE QUEVAL, “Nous vivons dans une societé dopante”, entrevista a &lt;em&gt;Ouestfrance-école.com&lt;/em&gt;). Ora, onde radica esse mito ? No facto de haver «uma lisibilidade do êxito desportivo, ao passo que no resto da sociedade actual essa lisibilidade é consideravelmente menor» (&lt;em&gt;Ibidem&lt;/em&gt;). Todavia, essa indiscutível qualidade do desporto que valoriza o talento e o esforço dos atletas, independentemente de outros factores como o status social, a ascendência familiar, a religião ou a riqueza económica, tem o efeito, provavelmente inevitável, mas, sem dúvida, perverso, de produzir um escrutínio social e moral sobre os desportistas de alto rendimento que não se verifica noutros campos da vida pública. O político que, em plena campanha eleitoral, realiza seis comícios por dia ou o estudante que, em período de exames, fica vários dias sem dormir não são obrigados a prestar contas num controlo anti-doping, ao passo que o atleta tem de evitar o uso de produtos contra a queda do cabelo se quiser continuar a competir. Será isto justo ?»&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma curiosidade final. Isabelle Queval, filósofa na foto da esquerda, foi jogadora de ténis de excelente nível, tendo feito parte, nos anos setenta, da selecção nacional de França, no escalão de juniores. É, portanto, alguém que sabe do que está a falar.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-2307446033090835043?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/2307446033090835043/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/desporto-e-etica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/2307446033090835043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/2307446033090835043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/desporto-e-etica.html' title='Desporto e Ética'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/StNu00KknXI/AAAAAAAAACc/0-jIVwGIhv0/s72-c/queval.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-3148874310021707901</id><published>2009-10-05T06:49:00.000-07:00</published><updated>2009-10-05T07:47:00.425-07:00</updated><title type='text'>Equipas de Veteranos do C.T. Évora em destaque!</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Ssn-FMfQOpI/AAAAAAAAACM/HLXX6MU2SXY/s1600-h/tenis+evora.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389117794330622610" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Ssn-FMfQOpI/AAAAAAAAACM/HLXX6MU2SXY/s400/tenis+evora.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Faz parte da cultura do ténis eborense a importância dada às competições por equipas. Desde os &lt;em&gt;gloriosos &lt;/em&gt;tempos do Lusitano (segundo relatos que tenho ouvido...) até aos dias de hoje, as pessoas que gostam de Ténis em Évora sempre valorizaram os populares &lt;em&gt;interclubes&lt;/em&gt;. Por mim, que sempre gostei de jogar competições por equipas, aprecio muito esta característica do Clube de Ténis de Évora que nunca descurou esta vertente do ténis que é simultaneamente competitiva e social. Outros clubes não partilham desta preocupação e, do meu ponto de vista, não fazem bem. Mas cada um sabe de si...&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Neste fim de semana, as equipas de veteranos do CTE participaram nas fases nacionais dos Campeonatos referentes aos escalões de +45 e de +50. Assim, nos &lt;em&gt;courts &lt;/em&gt;do CIF (em Lisboa), o CTE esteve presente com os &lt;em&gt;menos novos, &lt;/em&gt;tendo até obtido uma excelente vitória sobre a formação das Caldas da Rainha, perdendo apenas frente à forte equipa do BES. Apesar da pouca rodagem competitiva da equipa, os eborenses, "comandados" pelo &lt;em&gt;incansável&lt;/em&gt; Sebastião Fernandes, mais uma vez foram os únicos representantes do ténis alentejano nesta importante prova.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Por sua vez, os &lt;em&gt;mais novos&lt;/em&gt; estiveram presentes no Porto, no Clube de Ténis local, tendo conseguido alcançar o objectivo principal desta longa viagem: a manutenção no escalão maior. Recordo que, no ano passado, o CTE tinha subido ao grupo dos melhores do país, ao disputar com êxito o campeonato do segundo escalão em Faro (na foto). Muito por causa dos esforços organizativos do seu capitão, António Palma, que conseguiu reunir um lote muito bom de tenistas veteranos de vários pontos do Alentejo e que, este ano, &lt;em&gt;contratou&lt;/em&gt; dois outros tenistas &lt;em&gt;nuestros hermanos&lt;/em&gt;, o CTE mais uma vez prestigiou a sua tradição, apesar das naturais derrotas face aos poderosos Espinho e Guimarães.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Devo ainda registar a presença de uma equipa de SUB 14 do CTE no respectivo Campeonato Nacional e, especialmente, a participação da formação de seniores no Nacional da Primeira Divisão no próximo mês de Dezembro, à semelhança do que aconteceu no ano passado. Sobre esta última participação, só julgo que é pena não proporcionar aos jovens tenistas do clube um contacto mais próximo com os profissionais que representam o CTE. No campeonato transacto, tal não foi possível (por motivos financeiros, segundo soube), mas espero muito sinceramente que, desta vez, não se perca uma excelente oportunidade para potenciar ainda mais a contratação que o clube faz dos seus &lt;em&gt;craques&lt;/em&gt;. Fica a sugestão.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Numa modalidade que é, por natureza, individual, com as vantagens e os inconvenientes que daí resultam, é de salientar a aposta que o clube do Bairro do Granito continua a fazer nos Interclubes, constituindo, assim, um exemplo para outras formações do Alentejo. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-3148874310021707901?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/3148874310021707901/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/equipas-de-veteranos-do-ct-evora-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/3148874310021707901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/3148874310021707901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/equipas-de-veteranos-do-ct-evora-em.html' title='Equipas de Veteranos do C.T. Évora em destaque!'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Ssn-FMfQOpI/AAAAAAAAACM/HLXX6MU2SXY/s72-c/tenis+evora.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-3952220190255349235</id><published>2009-10-04T10:51:00.000-07:00</published><updated>2009-10-05T10:57:32.071-07:00</updated><title type='text'>Boa tarde de ténis ... com Alentejo a menos e Pais a mais!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Ssjh4CNu9hI/AAAAAAAAACE/X3XjJh2vz6E/s1600-h/anan+filipa+santos"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388805306932196882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 212px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Ssjh4CNu9hI/AAAAAAAAACE/X3XjJh2vz6E/s400/anan+filipa+santos" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fui hoje ao Clube de Ténis de Montemor-o-Novo para assistir à jornada da tarde do Torneio "Royal Maid" de Sub14, a única competição juvenil de Nível B que se disputa na nossa região. A prova foi algo prejudicada por várias ausências resultantes da sobreposição com outras competições (aspecto rever por quem de direito). Mesmo assim, nos jogos a que pude assistir, isto é, quartos de final masculinos e meias finais femininas, algumas ideias há a reter e outras tantas questões a fazer:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Seis jogos extremamente bem disputados, com os jovens tenistas a revelar quase todos uma grande rodagem competitiva e, de um modo geral, com muito boas pancadas de fundo de campo. Serviços nem por isso e &lt;em&gt;volleys&lt;/em&gt; quase não vi. Não estará a escapar nada aos treinadores?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. O grande potencial técnico e físico de Ana Filipa Santos (na foto), jogadora que representa o Clube de Ténis de Montemor o Novo e que é a actual nº1 nacional do escalão (apesar de para o ano ser ainda jogadora sub 14!), que me pareceu muito acima de todos os jogadores e jogadoras que vi em Montemor. O seu ténis faz-me lembrar, em termos técnicos, a francesa Amélie Mauresmo. Contudo, julgo que a &lt;em&gt;Pipa &lt;/em&gt;não tem ainda um sentido táctico de jogo que lhe permita traduzir sempre em resultados as indiscutíveis qualidades que apresenta. O modo como &lt;em&gt;entregou &lt;/em&gt;o jogo à algarvia Ivone Álvaro (que revelou uma óptima capacidade de concentração, mas a verdade é que sua bola &lt;em&gt;anda muito menos&lt;/em&gt;...) talvez não se fique a dever apenas a um dia menos bom. Fiquei com a sensação (porventura errada...) de que a Ana Filipa joga sempre à mesma velocidade: &lt;em&gt;a todo o vapor&lt;/em&gt;! Se funciona, como no início do primeiro &lt;em&gt;set&lt;/em&gt; desta tarde, tudo bem. Se não funciona, onde está o &lt;em&gt;plano B&lt;/em&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. O &lt;em&gt;estranho&lt;/em&gt; Pedro Santos (também CTMN) que, contrariamente ao que tenho visto dele, &lt;em&gt;nunca entrou em jogo&lt;/em&gt;, frente a um adversário que nem cheguei a perceber se está, ou não, ao alcance do jogador montemorense. Hoje, o Pedro não &lt;em&gt;esteve lá&lt;/em&gt;. Falta de ritmo de competição a um nível mais elevado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. A ausência de tenistas dos clubes alentejanos, excepto Montemor e Elvas. Não seria de aproveitar os torneios que se disputam mais perto de casa? Deficiente programação da época? Para quem se queixa - com toda a razão, aliás! - que competir é tarefa financeiramente muito dispendiosa, confesso que não percebo. Tanto mais que os clubes foram expressamente avisados do prazo de inscrições e os quadros não estavam, infelizmente, muito fortes e eram sobretudo pouco concorridos... É que as aulas começaram há poucas semanas e, desta vez, a &lt;em&gt;desculpa dos testes &lt;/em&gt;não serve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Por fim, os pais. Vi poucos treinadores a acompanhar os jovens tenistas. Porém, vi alguns pais que quase me &lt;em&gt;estragaram a tarde&lt;/em&gt;. A começar pelo &lt;em&gt;coaching&lt;/em&gt; mais ou menos dissimulado (é proíbido, sabem?). Mas em especial com algumas aviltantes manifestações de grosseria: comentários para filhos e, pasme-se!, para adversários, insultos, ameaças e discussões aos berros com os jogadores e com os outros pais e até queixas e recriminações ao juíz-árbitro que foi obrigado a exercer a sua autoridade, o que fez sempre com bom senso. Em função deste enquadramento (e nem quero imaginar o que serão as coisas em casa...), eu seria quase levado a desculpar os miúdos que, neste contexto, até se portam bastante bem. Mas a verdade é que não sou capaz.&lt;br /&gt;Em nome da justiça, devemos dizer que estes pais são (ainda?) uma minoria. Mas será que isto é suficiente para descansar quem gosta de ténis? Acho que não.&lt;br /&gt;E, depois, estes torneios não deveriam ser uma ocasião para os jovens jogadores se divertirem?&lt;br /&gt;Como explicar, então, tanto nervosismo, tanta raiva, tantos palavrões e tanta &lt;em&gt;choradeira&lt;/em&gt;?&lt;br /&gt;O problema deve ser meu que sou um &lt;em&gt;cota...&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-3952220190255349235?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/3952220190255349235/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/pais-mais-e-tenis-menos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/3952220190255349235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/3952220190255349235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/pais-mais-e-tenis-menos.html' title='Boa tarde de ténis ... com Alentejo a menos e Pais a mais!'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Ssjh4CNu9hI/AAAAAAAAACE/X3XjJh2vz6E/s72-c/anan+filipa+santos' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-6312933759003978332</id><published>2009-10-02T15:54:00.000-07:00</published><updated>2009-12-15T07:39:39.621-08:00</updated><title type='text'>PNDT e  Alentejo: caminhos desencontrados?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SsaR1UGvMzI/AAAAAAAAAB8/nCMz61YA5is/s1600-h/pndt.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388154349311439666" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SsaR1UGvMzI/AAAAAAAAAB8/nCMz61YA5is/s400/pndt.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Apesar da sua designação sempre me ter parecido infeliz, julgo que é possível hoje, quando nos aproximamos do final do terceiro ano de actividades, fazer um balanço claramente favorável do &lt;em&gt;Programa Nacional de Detecção de Talentos.&lt;/em&gt; Mesmo sem considerar com o rigor necessário os dados estatísticos, parece mais ou menos pacífico que as coisas têm corrido razoavelmente bem. Talvez seja discutível o enfoque exageradamente competitivo que, a partir do 2º ano (salvo erro), se passou a dar ao escalão de sub 8. É possível igualmente que falte um maior esforço no esclarecimento dos jogadores e dos pais acerca dos objectivos principais deste programa. Sim, eu sei que há um documento, cuja fonte é o IDP, acerca do modo como os pais devem colaborar nas actividadeso PNDT, mas não é, infelizmente!, raro observar pais (e, por vezes, os próprios treinadores!) a discutir entre si a pretexto do jogo que os filhos estão a disputar. Mas, enfim, este é um aspecto de um problema mais vasto e complexo e a ele tencionarei também voltar mais tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Repito: o PNDT, apesar de dele não fazer uma avaliação tão inequivocamente positiva quanto a que é feita pela Federação Portuguesa de Ténis, parece-me uma ideia muito interessante e que, de uma forma geral, tem sido colocada em prática de forma pelo menos eficaz. Dito isto, importa perguntar: quais os efeitos do PNDT no Alentejo?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se se observar o número de jogadores filiados (a distinguir dos praticantes filiados), verifica-se que, na Associação de Ténis do Alto Alentejo, há apenas 26 tenistas com menos de 10 anos, distribuídos do seguinte modo: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Academia Tenis Portalegre (ATP) -2;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Clube Escola Ténis Elvas (CETE) - 6;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Clube Ténis de Évora (CTE) - 2;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Clube Ténis Montemor-o-Novo (CTMN)- 7;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ferreira Activa Academia Ténis (FAAT) -9.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os outros clubes não têm nenhum jogador filiado do escalão de sub 10!!!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Algumas pequenas notas apenas, porque, neste caso, os números falam infelizmente por si.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;a) Se exceptuarmos o FAAT - um dos clubes com menos anos de actividade e com maiores carências em termos de instalações - que conta com um total de 18 jogadores filiados, pelo que metade são do escalão de sub 10 (e, portanto, potenciais participantes no PNDT), todos os outros clubes evidenciam uma clara desproporção entre o número total de jogadores filiados e aqueles que pertencem ao escalão de que estamos a falar. Do meu ponto de vista, o mínimo desejável seria cada um deles ter, como sucede em Ferreira do Alentejo, 50% jogadores de sub 10. E, já agora, também tenistas do sexo feminino. Caso contrário, que aposta se está a fazer no futuro?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;b) O CTMN apresenta um valor muito diminuto de jogadores de sub 10, se se atender ao facto de ter 340 praticantes neste mesmo escalão. Há uma notória dificuldade em fazer um &lt;em&gt;transfert&lt;/em&gt; do Mini-Ténis, que é realizado nas escolas do 1º ciclo do ensino básico, para a actividade de iniciação à competição formal. Esse processo não é com certeza simples, pois o Mini-Ténis realiza-se nas instalações das escolas no âmbito das actividades extra-curriculares, mas, mesmo assim, talvez valesse a pena fazer mais alguma coisa para alterar esta situação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;c) Dois clubes (CETE e CTE) que, embora com percursos bastante distintos, têm uma razoável tradição nos escalões mais jovens e que dispõem de boas instalações, apresentam um número extremamente baixo, facto que, à primeira vista, é difícil de compreender.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;d) Portalegre tem ainda muitas dificuldades em termos de instalações, pelo que é natural que os resultados, a este e a outros níveis, ainda sejam escassos. Com a projectada construção de alguns &lt;em&gt;courts&lt;/em&gt;, tudo indica que esta situação poderá vir a alterar-se.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em suma, se o PNDT parece ser um êxito a nível nacional, a verdade é que os clubes alentejanos têm andado bastante distraídos. O que é uma pena, tanto mais que, em todas as edições deste programa, jovens tenistas do Alentejo conseguiram o apuramento para as Fases Nacionais. Qualidade não parece, por isso, faltar. Porque não fazer uma aposta séria e consistente também na quantidade? &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-6312933759003978332?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/6312933759003978332/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/pndt-e-alentejo-caminhos-desencontrados.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/6312933759003978332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/6312933759003978332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/pndt-e-alentejo-caminhos-desencontrados.html' title='PNDT e  Alentejo: caminhos desencontrados?'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SsaR1UGvMzI/AAAAAAAAAB8/nCMz61YA5is/s72-c/pndt.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-8534200664961819224</id><published>2009-10-01T14:48:00.000-07:00</published><updated>2009-10-01T15:23:15.171-07:00</updated><title type='text'>Profissionalismo vs "fair-play" ou o caso do tenista kantiano</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SsUo2_dEvBI/AAAAAAAAAB0/n6eedAoJ2OU/s1600-h/w.+arthurs.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387757454430092306" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 267px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SsUo2_dEvBI/AAAAAAAAAB0/n6eedAoJ2OU/s400/w.+arthurs.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Porque nem sempre há imaginação para &lt;em&gt;alimentar&lt;/em&gt; o blog, os leitores certamente não levarão a mal que publique um texto de minha autoria que já tem alguns anos e que, julgo, não perdeu toda a sua actualidade. Trata-se de um capítulo do livro &lt;em&gt;O Fogo do Espírito. Desporto, Ética e Olimpismo,&lt;/em&gt; edição do Comité Olímpico Português (2007) e que mantive quase na íntegra, eliminando apenas alguns aspectos que, em meu entender, interessarão menos àqueles que acompanham &lt;em&gt;Alentejo Tennis&lt;/em&gt; e cujas palavras de apoio, tal como as críticas dirigidas, justificam o meu caloroso agradecimento. Por isso aqui vai:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;«Em Outubro de 2001, num encontro disputado entre o australiano Wayne Arthurs (na foto), à época n.º 77 da classificação mundial do ATP, e o israelita Noam Okun (n.º 114) durante a primeira ronda do Torneio Internacional de Lyon (...), competição que distribuía um total de prémios monetários no valor de 775 000 dólares, ocorreu um facto relativamente insólito ou, pelo menos, surpreendente. Tendo os dois tenistas ganho uma partida cada um, chegou-se ao tie-break do set decisivo. Nessa altura, Arthurs obtém a vantagem de 8-7 pelo que dispõe de um match-point. O tenista australiano, fiel ao seu tipo de jogo atacante, corre para a rede e o adversário procura derrotá-lo com um passing-shot que, no entanto, sai excessivamente lateralizado, levando a bola a bater fora dos limites do campo. O árbitro anuncia, portanto: «Jogo, partida e encontro para Wayne Arthurs!». É então que, perante a surpresa geral, Arthurs informa o adversário, o árbitro e o público de um facto que a todos tinha passado completamente desapercebido. A bola tocara muito ao de leve na sua raquete, pelo que o ponto deveria ser concedido a Okun. Deste modo, o encontro prossegue e os dois pontos seguintes são vencidos pelo jogador israelita que acaba por vencer o encontro por 10-8 no tie-break da terceira partida, passando por isso à eliminatória seguinte do Torneio de Lyon.&lt;br /&gt;Para melhor percepção do que está em causa nesta acção realizada por Arthurs, não é decerto inútil referir, ainda que brevemente, alguns aspectos acerca do modo de funcionamento do circuito profissional do ATP. Há vários milhões de praticantes de ténis em todo o planeta; destes, apenas cerca de dois mil conseguem obter os resultados e os pontos necessários que lhes permitem fazer parte do ranking mundial masculino. Para se ter uma ideia do grau de competitividade existente, basta pensarmos que apenas uma dezena de jogadores portugueses se encontra neste momento classificado no ranking ATP. Mais: todos estes tenistas profissionais concorrem directamente entre si, em torneios realizados no sistema de eliminatórias. Desta forma, cada tenista derrotado abandona imediatamente o torneio de que o encontro faz parte. Não é, para além disso, completamente impossível que o primeiro classificado defronte o tenista n.º 1999, por exemplo. Relembre-se que o chamado circuito feminino organizado WTA é constituído por competições e classificações autónomas, pelo que apenas muito ocasionalmente se disputam competições na modalidade de pares mistos.&lt;br /&gt;Por outro lado, os jogadores são, em larga medida, remunerados pelos prémios monetários dos respectivos torneios e, ainda por cima, são eles que devem custear múltiplas despesas implicadas na sua actividade profissional: honorários dos treinadores, viagens, estadias, alimentação especialmente preparada para a competição, acompanhamento médico, equipamentos, sessões de treino, etc. Daí que não seja indiferente o resultado obtido pelos tenistas durante as competições realizadas. Muito pelo contrário. Distintamente do que se passa em algumas outras modalidades, em que os atletas profissionais são, por exemplo, remunerados com um salário mais ou menos fixo que lhes é pago pela equipa que representam, o tenista profissional é, por assim dizer, o patrão de si mesmo, com as vantagens e os custos que lhe são inerentes. De qualquer modo, grande parte dos seus ganhos pecuniários deriva directamente dos respectivos êxitos desportivos(...).&lt;br /&gt;Neste quadro, poderemos afirmá-lo sem rodeios: no encontro a que nos temos vindo a referir, Wayne Arthurs prejudicou deliberadamente a sua carreira profissional. Dir-se-ia que, ao agir como agiu, Arthurs adoptou uma conduta de tipo kantiano. Com efeito, Kant, na obra &lt;em&gt;Fundamentação da Metafísica dos Costumes&lt;/em&gt;, efectua uma distinção entre três tipos de acções:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) acção por inclinação imediata;&lt;br /&gt;2) acção conforme ao dever;&lt;br /&gt;3) acção por dever;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A acção de tipo 1) não é, em rigor, uma acção verdadeiramente humana, no sentido em que a sua motivação (e o uso deste conceito está aqui longe de ser pacífico...) se situa na ordem do instinto, da reacção imediata e, portanto, não reflectida. Entre os tipos 2) e 3) é que poderá haver alguma confusão, pois ocupam territórios cujas fronteiras nem sempre são absolutamente claras.&lt;br /&gt;Para tentar dissipar essa ambiguidade, Kant apresenta a seguinte situação. Imagine-se um merceeiro que recebe na sua loja um cliente pouco experimentado, por exemplo, uma criança de tenra idade e pouco expedita em operações de aritmética. Caso o seu estabelecimento esteja cheio, o comerciante esperto não vai decerto ludibriar a criança subindo os preços do produto que esta pretende adquirir. Todavia, diz Kant, embora esse tenha sido indiscutivelmente um procedimento correcto (acção conforme ao dever), nada prova que o comerciante tenha agido assim por dever e princípios de honradez. Fê-lo, porque teve receio de perder clientela, resistindo por isso à inclinação imediata de subir ilegitimamente o preço. Qual o intrínseco valor moral de uma acção que, como se vê, foi realizada com intenção egoísta? Trata-se simplesmente de um caso em que os fins como que justificam os meios: para no futuro não vir a ser prejudicado, o comerciante não fez o que realmente lhe apetecia fazer.&lt;br /&gt;Regressemos ao Torneio de Lyon. Repare-se que Wayne Arthurs não recebeu nenhuma recompensa pela acção que realizou. Tão pouco se tratou de um comportamento efectuado com vista a fugir a uma qualquer sanção, por simbólica que fosse. Quantas vezes não deixamos de fazer o que desejamos – no fundo, resistimos às nossas inclinações imediatas – porque temos receio de vir a ser punidos, quer esses castigos sejam definidos juridicamente ou apenas se tratem de desaprovações sociais? Um tenista que transgride o código de conduta estabelecido pelo ATP é penalizado de diversas formas. Desde logo, sanções técnicas que, no limite, podem levar à desclassificação no encontro e até à suspensão das competições, com os problemas daí decorrentes. Noutras situações, existem também as multas pecuniárias. É natural, portanto, que os tenistas profissionais se preocupem em conhecer e em cumprir os regulamentos. Fazem-no para proteger os seus legítimos interesses e, ao fazê-lo, estão a agir de modo conforme ao dever.&lt;br /&gt;Todavia, há alguns comportamentos que, embora se situem dentro dos limites impostos pelos regulamentos, nem por isso parecem estar isentos de desaprovação pública. Vejamos o caso de um tenista que, para ganhar um encontro, use métodos não inteiramente limpos. Por exemplo, a simulação de um problema físico com vista a quebrar o ritmo do adversário em momento próximo da derrota. Muitas vezes, em situações deste género, o jogador acaba apenas por ser penalizado pela reacção menos simpática do adversário ou até do público. No fundo, o tenista pode até nem ter infringido os regulamentos. Ou melhor: não é exactamente fácil provar que a legislação foi desrespeitada. Mas a verdade é que a conduta do tenista, sobretudo se for repetidamente observada, passa a receber a desaprovação dos colegas de profissão e do próprio público.&lt;br /&gt;No caso de Wayne Arthurs, porém, tudo se passou no domínio privado. Quase poderíamos dizer que se tratou de um dilema entre a sua consciência moral e a raquete que empunhava. Em linguagem kantiana, estamos absolutamente convencidos de que esta foi uma acção praticada estritamente por dever. Claro que, como começámos por admitir, esta é uma ocorrência algo surpreendente. Num certo sentido, é esse o motivo que faz com que seja digna de notícia. Mas a verdade é que, por um lado, no ténis profissional (como aliás em muitas outras modalidades), atitudes cheias de fair-play não são tão raras assim. De tal modo que é frequente vermos tenistas a considerarem bolas do adversário válidas, depois dos árbitros as julgarem fora. Nesses caso, prevalece a opinião do jogador que, de livre vontade, contraria o veredicto do juiz em seu próprio prejuízo. Ainda assim, interessa-nos analisar um pouco melhor o caso de Arthurs.&lt;br /&gt;Imaginemos que o jogador australiano nada tivesse dito no momento em que o árbitro anunciou o final do encontro. Como é óbvio, não seria penalizado. Com efeito, mais ninguém se apercebera do que realmente tinha ocorrido. Seria possível e, falemos com total sinceridade, seria até natural que o próprio Arthurs se limitasse a aceitar a decisão da arbitragem. Afinal, não é para tomar decisões que os árbitros são pagos? A cada um a sua função: o tenistas batem na bola com a raquete e os árbitros fazem cumprir as regras do jogo. Não estão os treinadores constantemente a ensinar que os árbitros têm sempre razão, pelo que nada adianta discutir as suas decisões? Estas questões não perdem, neste contexto, nenhuma pertinência.&lt;br /&gt;Para além disso, o próprio Wayne Arthurs poderia efectuar o seguinte raciocínio: Não tenho o direito de prejudicar os meus interesses e, sobretudo, os interesses daqueles que também dependem dos meus resultados desportivos: a minha família, o meu treinador, os meus patrocinadores, etc. Quem poderia, em rigor, censurar Arthurs por pensar e agir desta forma? No fundo, um tenista profissional prepara-se para vencer e essa preparação não é apenas, como já dissemos, um exercício individual. Trata-se de um processo extremamente demorado e complexo em que muitas pessoas estão, directa ou indirectamente, envolvidas, tantas vezes com enormes sacrifícios. Não é decerto exagerado declarar-se que a vida de um desportista profissional e daqueles que colaboram com ele se confunde amiúde com os resultados que o atleta obtém.&lt;br /&gt;Depois, Wayne Arthurs poderia invocar sempre o carácter aleatório do próprio jogo ou todo um conjunto de outras justificações, pensando, imaginemos, nos termos seguintes: Tive sorte. A bola roçou tão levemente na minha raquete que ninguém reparou no sucedido. De resto, quem me garante que, numa situação rigorosamente inversa, o meu adversário não acabaria por aceitar também a decisão do árbitro? Esqueçamos isto e pensemos no próximo encontro, porque a vida continua. Insistimos neste aspecto: este seria o comportamento natural. Sobretudo no termo de um encontro longa e rijamente disputado. Na carreira de um tenista profissional o destino joga-se muitas vezes em momentos tão precisos e dramáticos como este. Por isso, repetimos a pergunta: de que poderia, em rigor, ser acusado Wayne Arthurs, caso tivesse cedido à sua inclinação imediata?&lt;br /&gt;Adoptemos agora uma outra aproximação ao facto em análise. Poder-se-á perguntar o seguinte: não terá ganho rigorosamente nada Arthurs com a confissão pública da sua falha técnica, ao permitir que a bola acertasse na sua raquete? Como vimos, o tenista acabou por perder o encontro. E isso sucedeu apesar de todos os seus esforços visarem um desfecho contrário. Neste caso, verificou-se um categórico desmentido do adágio popular Deus escreve direito por linhas tortas, pois talvez fosse possível considerar que era mais justo que Arthurs tivesse, no fim do encontro, alcançado a vitória. Mas a verdade é que nem todas histórias têm moral e, por isso, Okun ganhou os dois pontos seguintes. Pois bem, Arthurs foi derrotado, perdeu o prémio e os pontos correspondentes à vitória anunciada pelo árbitro.&lt;br /&gt;Contudo, insistamos: não terá Wayne Arthurs ganho nada em troca? Repare-se que temos estado sempre a falar do jogador que perdeu o encontro e nada temos dito acerca do seu adversário vencedor. Será sempre possível admitir a hipótese de que, a longo prazo, foi mais importante a recompensa simbólica do gesto de Arthurs do que o prémio monetário atribuído a Okun. Contudo, esta leitura, para além do seu evidente cinismo, apresenta duas dificuldades. Em primeiro lugar, quem entra numa competição tem como objectivo a vitória: qualquer atleta, ainda para mais um profissional, trocaria todos os troféus de fair-play pelo primeiro lugar na competição em que participa. Isto não significa desvalorizar os prémios de desportivismo, cujos méritos são sempre de assinalar: significa, isso sim, ver as coisas como elas são. Em segundo lugar, quem pode garantir a Arthurs que o seu gesto não passará desapercebido, tal como o impacte da bola na sua raquete o foi? Ao agir com a espontaneidade com que o fez, é difícil imaginar que Arthurs tenha feito o que fez com intenção egoísta. Arthurs realizou, pelo contrário, uma acção por dever. Ou, se preferirmos, não foi por ser profissional que Arthurs deturpou o [verdadeiro] espírito (...) do ténis. A circunstância de ser profissional e da sua acção ter manifestamente causado um prejuízo à sua carreira apenas engrandecem a nobreza do seu gesto. Mas, ao mesmo tempo, quem poderá negar que Arthurs prestou um inestimável serviço à causa do ténis e do desporto em geral?» &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-8534200664961819224?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/8534200664961819224/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/profissionalismo-vs-fair-play-ou-o-caso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/8534200664961819224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/8534200664961819224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/10/profissionalismo-vs-fair-play-ou-o-caso.html' title='Profissionalismo vs &quot;fair-play&quot; ou o caso do tenista kantiano'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SsUo2_dEvBI/AAAAAAAAAB0/n6eedAoJ2OU/s72-c/w.+arthurs.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-9065267298478503075</id><published>2009-09-29T13:53:00.000-07:00</published><updated>2009-10-03T02:03:21.679-07:00</updated><title type='text'>A importância dos modelos na formação</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SsMVrcFiKMI/AAAAAAAAABs/M2Qn3kR-Pcg/s1600-h/ze+ferreira.mht"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387173415283206338" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SsMVrcFiKMI/AAAAAAAAABs/M2Qn3kR-Pcg/s400/ze+ferreira.mht" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quando se fala em formação ou educação há por vezes o (mau) hábito de se pensar que é possível formar quem quer que seja sem que existam modelos. Claro que também não devemos confundir formação e formatação e, por isso, quando, entre o modelo e o formando não se verifica uma plena identidade, tal não significa necessariamente que a formação tenha fracassado. Mas a que vem esta conversa toda?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É que, do meu ponto de vista, um dos maiores problemas do ténis de formação (em Portugal e em especial na nossa região) consiste precisamente na falta de modelos. Há com certeza outras dificuldades e lacunas, e proximamente irei tentar falar de algumas delas, mas hoje quero centrar a minha atenção neste ponto específico. Imagine-se um jovem de tenra idade que inicia a sua prática tenística nos dias de hoje no Alentejo. Quais são os seus modelos? Ou seja, quem são os jogadores que podem servir de exemplo para que o pequeno tenista possa pensar: «Um dia hei-de jogar como aquele»?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Se repararmos no &lt;em&gt;ranking&lt;/em&gt; de 2009, verificamos que um só jogador da Associação de Ténis do Alto Alentejo aparece na classificação nacional de seniores, o que significa que foi o único a jogar o número mínimo de três torneios oficiais. Trata-se do Zé Ferreira que surge no 103º lugar, mas que, em anos anteriores, obteve bem melhores prestações. E, de facto, o Zé constitui um óptimo exemplo e é sem dúvida uma mais valia para o futuro do nosso ténis (acaba de concluir com êxito o Curso de Treinadores de nível 2 , onde foi tirada esta foto), mas é uma solitária excepção que, como se costuma dizer, acaba por confirmar a regra. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nos quadros dos (muito) poucos torneios de seniores que ainda se vão realizando nos principais clubes da região (Évora, Elvas, Montemor e Moura), descobrimos quase só jogadores veteranos e jogadores do grupo juvenil, o que, em si mesmo, não é negativo, mas resulta sobretudo de uma ausência dos praticantes do grupo senior. Como explicar esta aparente contradição que consiste em não haver muitos jogadores nas provas mais importantes?Não ignoro que este é um problema que se verifica também noutras modalidades desportivas, até porque o Alentejo tem grande dificuldade em fixar na região os jovens adultos que estão a começar a sua actividade profissional ou que entraram para a Universidade. Mas talvez aqui esteja uma boa pista para começar a resolver o problema: porque não levar a sério o Ténis como desporto universitário? Voltarei a este assunto proximamente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por outro lado, é sempre posível &lt;em&gt;tapar o sol com a peneira e &lt;/em&gt;pensar que os modelos dos jovens tenistas são agora os Federer, os Nadal e os del Potro. Claro que sim. Mas há nesta forma de pensar um sério risco. Nós só os vemos a jogar na televisão, ao passo que ignoramos quase tudo acerca dos sacríficios que todos eles fizeram e continuam a fazer para alcançar o nível que atingiram. Mesmo em relação aos portugueses Frederico Gil, Michelle Brito e Rui Machado, que são hoje os novos ídolos dos mais miúdos, o que é sem dúvida muito positivo, eles vivem inevitavelmente afastados do ambiente dos jovens jogadores, apesar da sua excelente disponibilidade em eventos como o &lt;em&gt;Estoril Open&lt;/em&gt;. Mas a verdade é que as crianças (e, aspecto importante e tantas vezes esquecido, os pais delas) ignoram quase tudo acerca do modo como os tenistas treinam, que tipo de alimentação seguem, como trabalham aspectos físicos e mentais do seu jogo, etc. Cria-se, assim,a ideia de que é fácil ser um jogador de elite e, por muito que isso custe, essa perspectiva é ilusória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Urge, por isso, não &lt;em&gt;perder&lt;/em&gt; para o ténis os agora adultos que aprenderam a jogar em crianças, passaram grande parte da adolescência dentro de um &lt;em&gt;court&lt;/em&gt; e que, subitamente, &lt;em&gt;guardaram as raquetes numa gaveta&lt;/em&gt;. Seria utópico imaginar que a disponibilidade destes tenistas, empenhados sobretudo na sua vida académica e preocupados em construir bases sólidas para o seu futuro profissional, é ainda a mesma do que quando tinham 14 ou 15 anos. Mas, na vida dos nossos clubes, esses jogadores, mesmo menos rodados e com outros interesses que não apenas o ténis, desempenham, a meu ver, um papel insubstituível. É que - volto à ideia inicial - não é possível formar quem quer que seja sem que existam modelos ou exemplos. E, quando os novos tenistas percebem que é muito difícil alcançar os lugares cimeiros do &lt;em&gt;ranking&lt;/em&gt; mundial, é quase natural que surjam as desilusões e o abandono da competição. Se, pelo contrário, houver nos clubes bons jogadores que continuem a competir a um nível intermédio (nem profissionalismo, nem &lt;em&gt;weekend players&lt;/em&gt;), é bem possível que não se verifiquem tantas desistências quando os tenistas atingem o escalão de seniores. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E só assim não seremos obrigados, em cada nova geração, a voltar à estaca zero e continuar a formar sem ter à nossa volta bons exemplos. Mais: só assim será possível elevar a nossa &lt;em&gt;cultura tenística&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-9065267298478503075?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/9065267298478503075/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/09/importancia-dos-modelos-na-formacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/9065267298478503075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/9065267298478503075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/09/importancia-dos-modelos-na-formacao.html' title='A importância dos modelos na formação'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SsMVrcFiKMI/AAAAAAAAABs/M2Qn3kR-Pcg/s72-c/ze+ferreira.mht' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-7273476791610253100</id><published>2009-09-28T11:23:00.001-07:00</published><updated>2009-10-03T02:00:25.424-07:00</updated><title type='text'>O regresso de "Ivan, o terrível"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SsD_ZPRYM7I/AAAAAAAAABk/kt8LwFJZAVw/s1600-h/Digitalizar0003.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5386585963396346802" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 291px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SsD_ZPRYM7I/AAAAAAAAABk/kt8LwFJZAVw/s400/Digitalizar0003.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Na última edição da magnífica &lt;em&gt;Tennis Magazine&lt;/em&gt; (nº 402, Paris, Outubro de 2009), entre os já habituais imensos motivos de interesse, é justo destacar a excelente entrevista do jornalista britânico Paul Kimmage a Ivan Lendl. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem? Perguntarão os mais novos ou pelo menos os mais distraídos. Lendl (Ostrava, Checoslováquia, 7 de Março de 1960) foi nº 1 do Mundo durante 270 semanas e venceu 8 torneios do &lt;em&gt;Grand Slam&lt;/em&gt; (2 Australian Open, 3 Roland Garros e 3 US Open), tendo ficado muito perto de vencer Wimbledon, objectivo que, segundo a lenda, se tornou a partir de certa altura numa verdadeira obsessão. Dotado de um ténis extremamente moderno, Lendl estabeleceu uma espécie de padrão de jogador do seu tempo, só lhe faltando melhorar o seu jogo de rede para se tornar um tenista completo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por outro lado, o tenista ex-checo (tornou-se americano em 1992) cultivou sempre uma imagem fria e distante, que constratava de modo gritante com os histriónicos John McEnroe e Jimmy Connors. Contudo, a verdade é que os três disputaram uma supremacia que marcou os primeiros anos em que o ténis chegou à televisão portuguesa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesta entrevista, ficamos a conhecer mais da personalidade de Lendl que, nos últimos anos, se tem dedicado quase exclusivamente à família e ao golfe, modalidade em que se tornou um competitivo jogador de clube. No entanto, há um excerto do que agora vem publicado na revista francesa que não resisto a citar, numa tradução mais ou menos livre. Falando sobre os contactos que hoje mantém com o seu arqui-rival McEnroe (a quem bateu, em 1984, na final de Roland Garros, na mais célebre derrota do esquerdino americano), Lendl afirma: «Vejo John uma vez por ano no Madison Square Garden. (...) Jerry Solomon e eu organizámos o jogo de exibição entre Sampras e Federer e John estava a comentar o espectáculo para a televisão. Aproveitámos, por isso, para falar e disse-lhe "Sabes John, desde a primeira vez que joguei contigo, no Banana Bowl em Santos, no Brasil, que sempre soube que, um dia, tu irias trabalhar para mim"(p. 107)». Imaginem a cara de &lt;em&gt;Little Big Joe&lt;/em&gt; que, de resto, também não esteve mal na resposta que deu, afirmando «Desde que seja só por uma noite!».&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na página que ilustra este post, retirada da revista brasileira &lt;em&gt;Tênis esporte&lt;/em&gt; (nº 11, Rio de Janeiro, Fevereiro de 1978, p. 39), podemos descobrir (em baixo) o jovem Ivan, no jogo dessa final do Banana Bowl que Lendl perdeu com McEnroe. A vingança (glaciar como o tenista dos &lt;em&gt;polos dos losangos&lt;/em&gt;) seria servida, anos mais tarde, em Paris!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, naquela altura, devo dizer que o meu favorito era o americano. E, aliás, ainda hoje é!!!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-7273476791610253100?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/7273476791610253100/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/09/o-regresso-de-ivan-o-terrivel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/7273476791610253100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/7273476791610253100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/09/o-regresso-de-ivan-o-terrivel.html' title='O regresso de &quot;Ivan, o terrível&quot;'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SsD_ZPRYM7I/AAAAAAAAABk/kt8LwFJZAVw/s72-c/Digitalizar0003.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-5234363629599944778</id><published>2009-09-25T16:13:00.000-07:00</published><updated>2009-09-25T17:10:15.436-07:00</updated><title type='text'>Rui Machado vence Frederico Gil em Évora</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Sr1PVInwE2I/AAAAAAAAABU/Kilv8uEBKTg/s1600-h/Digitalizar0001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385547953915040610" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 290px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Sr1PVInwE2I/AAAAAAAAABU/Kilv8uEBKTg/s400/Digitalizar0001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Rui Machado venceu realmente Frederico Gil, na final do Campeonato Nacional Absoluto de Ténis, disputados nos &lt;em&gt;courts&lt;/em&gt; do Clube de Ténis de Évora. Foi uma final muito renhida e com um pequeno &lt;em&gt;caso&lt;/em&gt; de arbitragem, como se pode ler na notícia em &lt;em&gt;O Jogo &lt;/em&gt;de 12 de Setembro de 2005 (!!!). Mas foram sobretudo quinze dias em que o Ténis foi &lt;em&gt;rei e senhor &lt;/em&gt;no Alentejo, pois na semana anterior realizou-se também o Campeonato Nacional de Juniores. Inesquecível foi ainda o Campeonato Nacional de Ténis em cadeira de rodas que também decorreu no CTE.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Algumas notas de destaque acerca da prova:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;a) O encontro de pares que, na 1ª ronda no quadro principal, opôs a jovem dupla eborense André Rebocho e Zé Ferreira a Gastão Elias (em singulares, não conseguiu ultrapassar a prova de qualificação&lt;em&gt;) &lt;/em&gt;e ... a Nuno Marques. O resultado não foi famoso, mas sempre dá para contar aos netinhos...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;b) Em singulares, Zé Ferreira foi impedido de jogar a prova principal, pois foi derrotado no &lt;em&gt;qualy&lt;/em&gt; por João Sousa. Sim, o mesmo que em 2008 passou uma ronda no Estoril Open, antes de ser eliminado por ... Frederico Gil. E, como se recordam, nos quartos de final, o nosso &lt;em&gt;melhor tenista de todos os tempos &lt;/em&gt;foi, por sua vez, batido por... um tal Roger Federer.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;c) Magali de Lattre venceu em Évora o Nacional de Juniores e, na semana seguinte, o Nacional Absoluto. Infelizmente, o êxito que teve no Alentejo não se tem repetido desde então.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;d) Frederica Piedade, tenista que actualmente representa o CTMN, chegou a Évora e, no mesmo dia, foi-se embora, pois, se bem me lembro, estava a disputar um torneio ITF de 10 000 dólares em França nessa mesma semana.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E muitas outras histórias há ainda para contar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ficam para outra vez...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Contudo, a verdade é que, dessa vez em Évora, Rui Machado foi melhor do que Frederico Gil!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-5234363629599944778?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/5234363629599944778/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/09/rui-machado-vence-frederico-gil-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/5234363629599944778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/5234363629599944778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/09/rui-machado-vence-frederico-gil-em.html' title='Rui Machado vence Frederico Gil em Évora'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Sr1PVInwE2I/AAAAAAAAABU/Kilv8uEBKTg/s72-c/Digitalizar0001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-2785893751107592064</id><published>2009-09-25T14:46:00.000-07:00</published><updated>2009-09-25T16:13:28.220-07:00</updated><title type='text'>Monsieur Quenardel</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Sr06d88b4SI/AAAAAAAAABM/eOWTS7McXW8/s1600-h/Gerard.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385525015655211298" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 262px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Sr06d88b4SI/AAAAAAAAABM/eOWTS7McXW8/s320/Gerard.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Num daqueles dias de calor tórrido do Verão alentejano, chegou ao clube de ténis da principal cidade da região um simpático casal de franceses de meia idade para o que parecia ser uma simples diversão turística. O velho funcionário que tratava do aluguer dos &lt;em&gt;courts&lt;/em&gt;, com uma astúcia e uma sabedoria que ainda hoje felizmente ostenta, depressa se apercebeu que poderia estar ali uma verdadeira oportunidade para mudar a vida do &lt;em&gt;seu &lt;/em&gt;Clube. E realmente não se enganou. A partir de então (estávamos em 1997!) o Ténis mudou naquela cidade. Pela primeira vez um treinador se encarregou a tempo inteiro - e com um profissionalismo inédito até aí por estas paragens - do ensino e do treino da modalidade naquele clube. Pelas suas mãos passaram jovens jogadores como Jorge e Pedro Neves, Jorge Fonseca, Rui Pereira, Nuno e Salvador Cabral, Filipe Marinho, Carlos Fontaínhas, Zé Maria Bouça Ferreira, Duarte Moura Dias, André Rebocho, Zé Ferreira e Pedro Marques que muito evoluíram sob orientação técnica de Gerard Quenardel. Mas também os mais &lt;em&gt;veteranos&lt;/em&gt; Joaquim Simões, Artur Marinho, José Pombinho, Manuel Murteira, António Dias (entre outros, um dos quais o autor deste blog) receberam aulas do simpático &lt;em&gt;Professeur&lt;/em&gt; que, sem grande esforço, imprimiu uma forte dinâmica desportiva na vida do clube. Lembro-me por exemplo do Torneio &lt;em&gt;Pau de Fileira&lt;/em&gt;, realizado em Fevereiro de 1998, que constituiu um notável êxito de participação e entusiasmo: mais de 60 sócios do clube competiram entre si num ambiente de extraordinária convivência. Claro que o Gerard - que não gostava de perder &lt;em&gt;nem a feijões&lt;/em&gt; - venceu esse torneio, tendo eu levado uma &lt;em&gt;tareia &lt;/em&gt;monumental na final da prova.O Gerard joga um ténis clássico que nessa altura executava com uma perfeição impressionante.&lt;br /&gt;Recordo ainda as fantásticas viagens nos Interclubes, sendo a mais inesquecível aquela em que chegámos a Santo André para jogar com a equipa local e aí ninguém sabia de nada. Consultámos os calendários e percebemos que havia dois clubes com o mesmo nome: aquele do litoral alentejano e um outro nos arredores de Lisboa e era precisamente com este que deveríamos jogar. Enfim, foi só um desvio de mais de 150km, mas a verdade é que fizemos a viagem e, nesse mesmo dia, jogámos e ainda voltámos para casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que, como todas as pessoas, o Gerard tem virtudes e defeitos, mas julgo que ninguém alguma vez contestou o profissionalismo e a competência deste simpático francês que, com a sua Mulher Cristina (que, durante muito tempo, foi bastante mais do que simples tradutora do marido), por acaso passou um dia de férias em Évora e acabou por marcar um período de 4 anos em que, para mim, o Clube de Ténis de Évora viveu um dos momentos mais entusiasmantes do seu historial e em que, ao mesmo tempo, o Ténis do Alentejo muito se desenvolveu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A última vez que estive com o Gerard e a Cristina foi este ano no &lt;em&gt;Estoril Open&lt;/em&gt;. Estão os dois óptimos (embora o Gerard já não possa competir, por causa de uma lesão nas costas) e vivem na Ericeira.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-2785893751107592064?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/2785893751107592064/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/09/monsieur-quenardel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/2785893751107592064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/2785893751107592064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/09/monsieur-quenardel.html' title='Monsieur Quenardel'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/Sr06d88b4SI/AAAAAAAAABM/eOWTS7McXW8/s72-c/Gerard.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1803246631632206494.post-4779865932144692594</id><published>2009-09-25T06:08:00.000-07:00</published><updated>2009-12-15T07:47:00.048-08:00</updated><title type='text'>Ténis Alentejano, que futuro?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SrzBNZOlLlI/AAAAAAAAABE/vP8tOeOjYG8/s1600-h/Jo%C3%A3o+Ant%C3%B3nio"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385391690282774098" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SrzBNZOlLlI/AAAAAAAAABE/vP8tOeOjYG8/s320/Jo%C3%A3o+Ant%C3%B3nio" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Ténis em Portugal vive um momento importante. Nunca como hoje houve tanta atenção mediática sobre a modalidade, sendo que muito desse interesse radica nos excelentes resultados obtidos pelos nossos melhores tenistas, nomeadamente Frederico Gil, Michelle Larcher de Brito, Rui Machado, Neuza Silva e até, apesar de parecer estar a passar por um período menos bom (espero que passageiro...), Gastão Elias. Por outro lado, em relação ao momento em que me iniciei no ténis (na segunda metade da década de Setenta do século passado!), o panorama tenístico português passou por um conjunto de transformações muito profundas. Desde logo, verificou-se um aumento exponencial de campos quer nos principais centros, quer sobretudo numa perspectiva geográfica mais ampla. Por exemplo, quem poderia imaginar há cerca de trinta anos que, em todos os concelhos do Alentejo, haveria campos de ténis ou pelo menos polidesportivos com as dimensões exigidas para a prática oficial da modalidade? Para além disso, sabe-se hoje no nosso país muito mais sobre Ténis do que há algumas décadas atrás: há mais treinadores devidamente formados para o ensino e para o treino, a Internet disponibiliza informações em tempo real de todos os aspectos relacionados com o ténis, o Ténis chegou definitivamente às Universidades quer no plano do ensino quer do da investigação. E, por fim, um aspecto que é muitas vezes esquecido: o material. Raquetes, bolas, máquinas de encordoar passaram a estar muito mais disponíveis para todos os que querem jogar ou aprender a jogar. Seria imaginável nos dias de hoje que, sempre que se partisse uma corda de uma raquete, fosse necessário enviá-la por autocarro para Lisboa para que lhe fosse colocado um novo encordoamento? Este exemplo, que agora é risível, constituia a realidade - que, então, parecia inultrapassável - há trinta anos numa cidade como Coimbra que, de resto, dispunha apenas de 3 campos descobertos de terra batida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todas estas modificações conduziram, como é natural, a um aumento significativo no número real de praticantes de ténis. Em suma, o Ténis em Portugal cresceu muito nas últimas décadas, seja qual for a perspectiva que se queira adoptar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E o Ténis no Alentejo? Se me reportar aos últimos quinze anos (para trás não falo, porque ainda não tinha vindo viver para cá), o que mudou? Em primeiro lugar, muitos dos efeitos da evolução sentida em todo o país tiveram naturais repercussões na nossa região. Contudo, subsistem ainda várias lacunas, algumas delas de difícil compreensão. Centrarei esta análise em três tópicos, sendo que ao nível da divulgação tem havido um esforço notável nem sempre devidamente assinalado. Registo, a título de exemplo, os torneios internacionais realizados em Elvas, Montemor e Évora e a organização dos Nacionais de Juniores e Nacionais Absolutos (em 2005) nesta última cidade. Para quem não saiba ou para quem não se recorde, nesta última prova todos os tenistas acima citados (com excepção de Michelle) participaram na competição!Mas hoje focarei a minha preocupação em alguns dos principais problemas do Ténis na nossa região&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;1. Equipamentos: há um aumento considerável de campos de ténis, mas continua a não haver um único &lt;em&gt;court&lt;/em&gt; coberto. Ora, não é possível treinar ténis em boas condições à noite durante o Inverno em todo o Alentejo. Não é só a chuva que quando aparece cai em quantidade por vezes considerável. Quem já jogou ou treinou ténis à noite durante os meses mais frios sabe como as temperaturas atingem valores quase insuportáveis. Por exemplo, o clube com mais campos (o C.T. de Évora) da região dispõe de 9 nove &lt;em&gt;courts &lt;/em&gt;sendo que nenhum deles é coberto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2. Formação de recursos humanos: há um número significativo de pessoas com formação para treinar e ensinar ténis no Alentejo. Por exemplo, no último Curso de Treinadores de Nível 2 realizado em Junho em Montemor-o-Novo, 8 treinadores obtiveram o respectivo grau. Por outro lado, há pelo menos outros tantos que têm o Nível 1 ou até o Nível 2. No entanto, em alguns clubes trabalham como "treinadores" pessoas que, porventura com a melhor das boas vontades, exercem uma actividade para a qual não estão devidamente creditados. Para além de tal facto não ser permitido por lei, quem poderá garantir a qualidade do treino e do ensino da modalidade?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;3. Formação e competição: nos últimos anos verifica-se um claro desinvestimento na formação de jovens tenistas. Excepção feita ao C.T. Montemor-o-Novo, que é um exemplo reconhecido a nível nacional no domínio do Mini-Ténis (apesar de haver algumas dificuldades na transição de muitos desses jovens para o Ténis, situação que não é tão fácil de resolver como possa parecer), há muito poucos rapazes e raparigas a jogar e a aprender a jogar ténis. A médio prazo, caso não se inverta esta preocupante tendência, jovens como João António (Ferreira Activa) e David Pedreirinho (CTMN), os dois da foto, a que será necessário também juntar os também montemorenses Pedro Santos e Didiana Mariano, não terão quem os acompanhe nesta extraordinária aventura que consiste em competir numa modalidade tão aliciante como a nossa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É até possível que, mais tarde ou mais cedo, estes 4 jovens e alguns outros (embora poucos) deixem de jogar Ténis. Com muitos outros jovens alentejanos já aconteceu isso, pelos mais variados motivos. Mas uma coisa é os jogadores abandonarem o Ténis (embora, se a formação inicial tiver sido correcta, possam sempre regressar alguns anos mais tarde), outra coisa é o Ténis desistir dos jogadores. Em particular dos mais jovens. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Voltarei a este assunto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fiquem por isso atentos a este novo blog!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E, já agora, que tal ir bater umas bolas num dia destes?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1803246631632206494-4779865932144692594?l=alentennis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alentennis.blogspot.com/feeds/4779865932144692594/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/09/tenis-alentejano-que-futuro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/4779865932144692594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1803246631632206494/posts/default/4779865932144692594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alentennis.blogspot.com/2009/09/tenis-alentejano-que-futuro.html' title='Ténis Alentejano, que futuro?'/><author><name>João Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08315939691860842359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://3.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/S0CtOFic2XI/AAAAAAAAAN8/A7MNtHaaD8A/S220/Digitalizar0001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TGu5FfBvbqY/SrzBNZOlLlI/AAAAAAAAABE/vP8tOeOjYG8/s72-c/Jo%C3%A3o+Ant%C3%B3nio' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
