Dediquei este sábado ao ténis e, por isso, viajei até Lisboa para participar numa competição de veteranos. Mas, como só jogava a meio da tarde, aproveitei para ir um pouco mais cedo e para dar um salto ao Jamor, onde decorria a jornada nacional do PNDT. Já escrevi aqui sobre esta iniciativa da Federação que considero globalmente positiva. Este modelo do encontro nacional parece-me mais feliz do que o circuito, pois, pelo que vi hoje, a competitividade de miúdos (e sobretudo de pais e de treinadores) parece-me gerida com mais sensatez. Em rigor, não há vencidos e todos vencem, pois jogam, convivem e divertem-se. Gostei particularmente de observar a alegria dos miúdos na fila para o almoço que, como dizia um deles, era à borlix. Aspecto importante foi também a sessão de esclarecimento dedicada aos pais (não assisti, mas verifiquei como, num ar meio sério meio divertido, uma mãe procurava pôr em prática alguns dos bons ensinamentos certamente aí recebidos), assim como a presença do presidente da FPT, num sinal claro de que esta é uma das grandes apostas da sua direcção.
Estiveram presentes três tenistas sub 10 do Alentejo: Didiana Mariano (Montemor) e João António e Marcio Serro (ambos da Ferreira Activa que, só com um polidesportivo ao que me dizem em muito mau estado, continua a marcar pontos!), que, no magnífico ambiente do Estádio Nacional, passaram com certeza um fim de semana bem agradável. O João (na primeira foto) já está acostumado a estas andanças, pois foi apurado pela terceiro ano consecutivo para estar presente em Lisboa. A sua prestação foi, como de costume, muito elogiada. A Didi (na segunda foto) e o Marcio (na foto mais em baixo, com a treinadora Ana Rita) estão menos rodados, mas mostraram como foi merecida a sua participação na festa. Por isso, os três miúdos estão todos de parabéns, pois trabalharam muito bem ao longo do ano. Os treinadores, também, tal como as famílias que investem muito do seu tempo nestas saudáveis actividades. E assim saí do Jamor convencido que, apesar de todos os percalços e de todas as dificuldades, o futuro do ténis nacional e em particular do ténis alentejano parece ser risonho.
Ah! E como correu o meu torneio de veteranos? Tenho mesmo de falar nisso?
Enfim, melhores dias virão...

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